quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Nunca se falou tanto em humildade

O mundo muitas das vezes nos prega peças. Não que seja uma regra, mas quase sempre julgamos algumas pessoas sem mesmo conhecê-las, normal para o mundo atual. Quando ouvimos de alguém um comentário referente a alguma pessoa que não conhecemos, se não estivermos muito bem calçados em nossos conceitos, corremos o risco de julgar quem não conhecemos, através do sentimento do outro, e não do nosso.

O referencial que temos é o de quem nos está próximo, é aquilo que entendemos como porto seguro, aquilo que não nos oferece risco. Lidar com o diferente é algo que exige desprendimento, já que a cultura latina tem suas referencias pautada em 1550, como dizia Euzébio de Queiroz.

Nunca se falou tanto em humildade, companheirismo e camaradagem como se tem falado. Vivemos um momento único, onde as igrejas andam cheias de fiéis e o nosso povo pode professar o credo que melhor apraz o seu coração, e isso é muito bom, pois precisamos acreditar em alguma coisa. Precisamos ter a certeza que quando falamos, ou julgamos as pessoas, também seremos julgados, e quem está ao redor fará as suas comparações referentes ao nosso comportamento.

A vida nos proporciona, de fato e de direito, oportunidades de praticarmos gestos grandiosos, mas muitas das vezes abrimos mão destes raros momentos em detrimento de vaidades, sentimentos feridos, vontades contrariadas, incompatibilidade de comportamentos e medo do desconhecido. Medo de saber o que é que tem no fim do arco-íris.

Forte abraço.

AUTOR: José Antonio Borges – IJ Assessoria Empresarial

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