quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A ERA DO VINIL

Dos anos 50 até os anos 90, quem nunca foi a uma festinha americana (onde os meninos levavam as bebidas e as meninas a comida?) e não deixou de curtir na vitrola aqueles sucessos nacionais e internacionais? Enfim, aqui neste espaço já falamos de Queen e Legião Urbana, e muitos se perguntaram o que eles teriam a ver com tecnologia, informática, etc., pois bem, em ambas as matérias falamos sobre o tão importante disco de vinil.

Para aqueles que pensam que vamos falar de música se enganaram, onde o grande barato aqui é falar desta tecnologia que se mantém presente por várias décadas. O disco de vinil surgiu no ano de 1948, substituindo naquele momento os discos de goma-laca de 78 rotações RPM que até então eram utilizados.

O vinil é um tipo de plástico muito delicado, mas muito eficiente, com uma qualidade sonora superior aos de 78 rotações, com diversas músicas por lado, diferentes do anterior que era uma faixa, precisam ser limpos e estar sempre livres de poeira, foram produzidos sob diferentes formatos, como LP (Long Play), EP (Extended Play), Single (Compacto Simples), Maxi, reproduzidos pelos famosos toca-discos, além dos belos visuais das suas capas.

No final dos anos 80 e inicio dos 90, o disco de vinil começou a ser substituídos pelos Compact Discs (CD), com maior capacidade, durabilidade e qualidade sonora, sem aqueles famosos chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo. No Brasil, artistas que pertencem a grandes gravadoras, gravaram suas músicas em LP até 1997, e aos poucos, o bom e velho vinil saíam de cena, não 100%, pois ainda nos tempos atuais temos muitos colecionadores apaixonados.

Não podemos esquecer de dizer que hoje em dia, temos os DVD´s, Pen Drives, Blu-ray que exercem também funções parecidas do vinil e do CD, mas isso é uma história para uma próxima.

Autor: DIEGO SARGO

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