quinta-feira, 8 de setembro de 2011

TRIPÉ DO SUCESSO EMPRESARIAL

Para o consultor, não há de se esperar que o sucesso venha por acaso. Ele é fruto de muito trabalho dentro das competências técnica, administrativa e empreendedora.

Sucesso. No mundo dos negócios esse é o constante objeto de desejo, mas infelizmente nem sempre alcançado. Basta observar as tristes estatísticas que o Sebrae-SP vem apontando em suas pesquisas sobre a mortalidade empresarial desde 1999: até o 5º ano de vida, quase 60% das empresas encerram suas atividades, gerando frustrações e perda de patrimônio. Mas por que isso ocorre? Como isso poderia ser evitado? Por que algumas empresas se destacam enquanto outras fecham as portas?

Tenho observado em exemplos de empresas que conseguem uma posição de destaque, que três fatores são fundamentais:

Competência técnica, capacidade de gestão e comportamento empreendedor. Competência técnica consiste em dominar muito bem o que se propõe a fazer. É necessário ter um ótimo produto ou serviço, um excelente atendimento e algum diferencial em relação aos concorrentes. Satisfazer e surpreender são evidências dessa competência técnica. Cumprir prazos também traduz um bom serviço.

Até a década de 70 havia uma demanda maior que a oferta. Após a década seguinte houve uma inversão dessa situação para a maioria dos setores. Há pouco mais de 20 anos nosso mercado era fechado e protegido. Em pouco tempo tivemos que aprender a concorrer no mundo global. Ontem mesmo tínhamos quatro marcas dividindo o mercado automobilístico brasileiro. Hoje são mais de 30 marcas, sendo que mais de dez possuem fábricas no Brasil. Nos pequenos negócios a concorrência também aumentou. Basta observar o número de padarias, papelarias, farmácias, restaurantes, postos de combustíveis que tínhamos há 20 anos com os números atuais.

Todas as premissas da competência técnica devem se adequar a essas mudanças.

A capacidade administrativa é a segunda condição na busca e manutenção do tão desejado sucesso. Finanças, Custos, Marketing e RH são áreas que merecem destaque. Nas duas primeiras podemos ressaltar que não importa o quanto a empresa tenha de receita se não souber administrar custos e despesas. Dentro dessas duas áreas temos a possibilidade de medir os resultados das ações, assim como projetar o equilíbrio operacional e a metas de custos e de resultados ideais, além de apontar o realizado e fazer a comparação com o projetado, possibilitando visualizar ajustes necessários.

Em Finanças também podemos monitorar a saúde da empresa, assim como prever possíveis e futuros problemas de caixa, evitando despesas financeiras que podem prejudicar o resultado do negócio. Na área de Marketing, além do produto já citado na competência técnica, é necessária uma comunicação adequada com o mercado, além de uma política de preço que contemple, além dos custos, a percepção dos clientes e a concorrência.

Descuidos nas áreas de Finanças e Marketing são as principais causas de falência das empresas, o que comprovam a sua importância. Além disso, saber contratar os colaboradores e mobilizar a equipe na busca dos objetivos é fundamental para o sucesso da organização. Durante muito tempo acreditou-se que as empresas teriam seu êxito atribuído às máquinas e ao software.

Hoje o capital humano é visto como o principal recurso, valorizando cada vez mais a área de Recursos Humanos.

O terceiro e último fator, o comportamento empreendedor, se resume em um conjunto de características que diferenciam o empresário de sucesso dos demais. Exemplos desse comportamento: capacidade visionária e iniciativa; planejamento e levantamento de informações a respeito de tudo que realizará; capacidade para transformar sonhos em objetivos; ousadia e coragem para assumir riscos; inteligência emocional aplicada na prática; persistência, empenho na busca dos objetivos e muito comprometimento. Se observarmos os grandes empreendedores da nossa história, desde o Império, como o Barão de Mauá, até os empreendedores da nossa época, veremos esses comportamentos como traços de suas personalidades.

Fonte: www.adrianofabri.com.br
Autor: Adriano Fabri

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

<<< MEMÓRIA >>> 11 de setembro de 2001, o dia em que a terra parou

O WTC foi projetado na década de 60 e usando o design estrutural de seções tubulares para as torres gêmeas de 110 andares, onde a Norte foi concluída em 1972 e a Sul em 1973, ficava localizado no coração do centro financeiro de Nova Iorque e tinha 1,24 milhão de m² de espaço de escritório. Estima-se que 3% de todos os escritórios de Manhattan ficavam nas torres, que chegou a pegar fogo parcialmente em fevereiro de 1975 e sofreu um ataque a bomba em fevereiro de 1993.

Na manhã de 11 de Setembro de 2001, uma data que mudou o mundo, onde terroristas ligados ao grupo al-Qaeda (organização fundamentalista islâmica internacional), de Osama bin Laden, jogaram dois Boeing 767 dentro do complexo, num ataque suicida coordenado. 57 minutos após o impacto, a Torre Sul entrou em colapso e ruiu, seguida 29 minutos depois pela Torre Norte, resultando em 2,996 mortes.

Ataques estes que superaram os piores cenários de terror, onde além dos dois aviões que atingiram as torres gêmeas, um terceiro dirigiu-se contra o prédio do Pentágono em Washington. Um quarto avião, que se dirigia para a Casa Branca, caiu antes de chegar ao seu objetivo. Estes foram os atentados mais violentos que os Estados Unidos sofreram após Pearl Harbour (1941). Dez anos depois, aquele dia ainda incomoda emocionalmente, politicamente, economicamente e até mesmo fisicamente gente do mundo inteiro.

Na Ocasião eu trabalhava numa empresa de engenharia elétrica, em Laranjeiras, bairro do Rio de Janeiro, onde parecia ser mais uma manhã tranqüila, quando por volta das 09:30, chegou o meu contador na época, dizendo que tinha acontecido um acidente terrível com um avião em uma das torres, mas quando aconteceu o mesmo na segunda torre, aí sim, ficou bem claro que não se tratava de uma simples fatalidade, e sim de colisões planejadas.

Desci até o departamento pessoal da empresa, que tinha uma TV portátil, na primeira imagem parecida até um filme do Bruce Willis, ou do Stallone, mas na verdade era a realidade que estava acontecendo ali, ao vivo e a cores, foi quando o mundo parou diante de tanta brutalidade e covardia. Os americanos começaram a evacuarem as suas empresas, consulados, instituições, entre outros, em toda a parte do mundo, com medo de mais atentados terroristas.

Naquele dia, além dos vários meios de comunicação ficarem focadas 100% no assunto, devo lembrar que a INTERNET naquela ocasião foi também fundamental para a rapidez das informações.

Termino aqui dizendo que após os dez anos daquele 11 de setembro, ainda falta muito para vermos um mundo melhor, pois ainda temos guerras na Líbia, na Síria, fome na Somália, isso sem esquecer o envolvimento dos americanos em diversos conflitos por vários países, muitas vezes por razões duvidosas, como por exemplo, as armas químicas no Iraque, que nunca foram encontradas, ou até mesmo financiando guerras, golpes, etc, criando assim uma grande antipatia e até opositores por todo o mundo.

Querendo você também mandar sua narrativa referente aquele dia horrível, estaremos aqui à disposição.

Beijos e até a próxima.

Autor: JOSÉ BRITO – Diretor da JBR Digitação

A ERA DO VINIL

Dos anos 50 até os anos 90, quem nunca foi a uma festinha americana (onde os meninos levavam as bebidas e as meninas a comida?) e não deixou de curtir na vitrola aqueles sucessos nacionais e internacionais? Enfim, aqui neste espaço já falamos de Queen e Legião Urbana, e muitos se perguntaram o que eles teriam a ver com tecnologia, informática, etc., pois bem, em ambas as matérias falamos sobre o tão importante disco de vinil.

Para aqueles que pensam que vamos falar de música se enganaram, onde o grande barato aqui é falar desta tecnologia que se mantém presente por várias décadas. O disco de vinil surgiu no ano de 1948, substituindo naquele momento os discos de goma-laca de 78 rotações RPM que até então eram utilizados.

O vinil é um tipo de plástico muito delicado, mas muito eficiente, com uma qualidade sonora superior aos de 78 rotações, com diversas músicas por lado, diferentes do anterior que era uma faixa, precisam ser limpos e estar sempre livres de poeira, foram produzidos sob diferentes formatos, como LP (Long Play), EP (Extended Play), Single (Compacto Simples), Maxi, reproduzidos pelos famosos toca-discos, além dos belos visuais das suas capas.

No final dos anos 80 e inicio dos 90, o disco de vinil começou a ser substituídos pelos Compact Discs (CD), com maior capacidade, durabilidade e qualidade sonora, sem aqueles famosos chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo. No Brasil, artistas que pertencem a grandes gravadoras, gravaram suas músicas em LP até 1997, e aos poucos, o bom e velho vinil saíam de cena, não 100%, pois ainda nos tempos atuais temos muitos colecionadores apaixonados.

Não podemos esquecer de dizer que hoje em dia, temos os DVD´s, Pen Drives, Blu-ray que exercem também funções parecidas do vinil e do CD, mas isso é uma história para uma próxima.

Autor: DIEGO SARGO

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Oito principais razões pelas quais as pessoas falham no trabalho

Para especialista, os problemas dos profissionais tendem a se originar em uma sucessão de fatores

A falha é inevitável, na vida pessoal ou profissional. De forma geral, ela ocorre porque a pessoa não está preparada para lidar de forma adequada com uma situação. Mas para Geoffrey James, jornalista especializado na área de negócios e autor de livros sobre esse tema, algumas situações tendem a se repetir quando os indivíduos erram no trabalho.

Em artigo escrito no site BNet, James elenca as oito principais razões pelas quais os profissionais falham. E, segundo ele, de forma geral, os problemas ocorrem por mais de um desses fatores.

Fator 1: Sua auto-estima depende do que os outros pensam

As pessoas que se motivam apenas a partir do que chefes, colegas de trabalho e clientes pensam a seu respeito, tendem a ficar extremamente magoadas com qualquer crítica. Como resultado, vivem uma montanha-russa no trabalho, cheia de altos e baixos.

Fator 2: Medo de falhar
Algumas pessoas acham que falhar é algo tão desagradável que tentam, a todo custo, evitar o erro. Como resultado, evitam qualquer situação que possa resultar em falha. No entanto, como os projetos mais importantes dependem que os profissionais assumam risco, evitar o erro pode ser encarado como uma falha para quem quer fazer algo que seja, realmente, significativo.

Fator 3: Crença na sorte, destino ou intervenção divina
Parte dos profissionais acredita que seu status e seu potencial humano são determinados por eventos externos e incontroláveis. Tais crenças, no entanto, deixam esses profissionais constantemente focados no que não podem mudar (por exemplo, o destino), em vez de ficarem preocupados em melhorar algo concreto, como seus conhecimentos.

Fator 4: Falta de atitudes adequadas
Atualmente, o sucesso nos negócios exige três características básicas dos profissionais: empatia - entender o que motiva as pessoas; confiança, para convencer e inspirar; e resiliência, para que obstáculos temporários não o desmotive a seguir em frente.

Fator 5: Vontade de fazer outra coisa
Muitas pessoas trabalham em algo que está longe do que elas consideram ideal e, na maior parte das vezes, se mantêm nessa condição por conta da necessidade de ganhar dinheiro. Quem se encaixa nessa situação está, de forma indireta, sabotando o próprio sucesso ao gastar tempo com algo que não dá prazer.

Fator 6: Dificuldade de aprender com os próprios erros
Quando lidam com o erro, as pessoas tendem a se apegar a ele tão seriamente que não conseguem lidar com a situação ou, ainda, tentam esquecê-lo, fingindo que nada aconteceu. No entanto, só quando os profissionais entendem como, por que e aonde falharam conseguem descobrir formas de evitar que os mesmos problemas se repitam no futuro.

Fator 7: Resistência ao novo

O ser humano, por natureza, tende a ser resistente a mudanças, em especial, quando isso significa ter de aprender algo novo. A situação só fica pior se as pessoas já atingiram um patamar na carreira no qual são consideradas especialistas em suas áreas. No entanto, isso representa uma falha, já que muitas vezes o trabalho exige que os profissionais estejam abertos e comprometidos a aprender algo novo.

Fator 8: Você pode, mas não quer fazer o que é necessário

Algumas falhas no dia-a-dia das empresas ocorrem porque as pessoas sabem o que tem de ser feito, mas não apresentam a disposição necessária para fazer um esforço voltado a garantir que as coisas aconteçam.

FONTE: Olhar Digital

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Comunidades bancárias atraem cada vez mais atenção

Em um banco tradicional o negócio gira em torno do crédito, da gestão dos depósitos e da negociação das ações, que são produtos ofertados há muito tempo pelas clássicas instituições financeiras. Com o surgimento dos banklines, mudanças começaram a ocorrer. Num primeiro momento, o cenário foi se transformando, mesmo que em pequena escala. Mas de certo foram as instituições financeiras que começaram a disponibilizar primeiramente os seus serviços e transações bancárias através do uso de portais na internet. A partir daí, a ideia de renunciar à criação de uma rede de agências começou a se materializar, trazendo inovação ao setor bancário.

Por outro lado, a tecnologia também beneficiou o surgimento de um grande número de diferentes modelos virtuais que pouco, ou nada, têm a ver com os bancos tradicionais e que podem ser perigosos para o setor. O novo modelo conhecido por banking communities (comunidades bancárias) apresenta diferentes objetivos e pretende atrair a atenção dos clientes dos bancos tradicionais. Alguns experts consideram que estes novos serviços oferecidos na internet sejam uma ameaça às instituições bancárias, outros, porém, vêm uma grande oportunidade de negócios, proliferando o surgimento de portais especializados na negociação de créditos.

Nos portais peer-to-peer (ponto a ponto), por exemplo, pessoas com ideias inovadoras podem conseguir créditos em sites como Weemba, Smartypig e Smava, primeiros provedores a oferecer o serviço com este enfoque. Outros, como o Bundle e o Mint, consolidam e fazem a gestão conjunta dos ativos investidos. Em todos os portais o vínculo com uma real instituição financeira é mínimo, ou quase inexistente.

No Brasil, lançado no final de 2010, a Fairplace, primeira comunidade de empréstimos do País, foi denunciada pelo Banco Central ao Ministério Público por transgredir a lei ao exercer o papel de instituição financeira sem ter autorização para isso. As operações foram interrompidas em dezembro e a Polícia Federal investiga seus idealizadores.

A característica destas comunidades consiste na atenção especial às pessoas que possuem um objetivo em comum: conseguir dinheiro. Algumas instituições financeiras aprenderam a lição e têm feito o mesmo. Em chats e fóruns de comunidades virtuais, como as do Bank of America, os debates giram em torno de questões como o financiamentos para pequenas empresas. No portal Red Innova Open Talent, do banco espanhol BBVA, é possível que os visitantes divulguem suas ideias de negócio e as melhores iniciativas, que apresentam alto potencial de crescimento, recebem apoio financeiro para a execução do projeto.

Exemplos como os citados mostram claramente que os bancos tradicionais precisam expandir sua atenção e suas práticas de negócio caso queiram abranger um modelo mais amplo de possibilidades. Existem novas formas de se conseguir dinheiro e as comunidades independentes se posicionam como opções decisivas quando se trata de crédito.

Os bancos continuam contando com uma série de vantagens: capacidade, experiência e segurança. Qualidades que, sem dúvida, também podem ser ofertadas nos seus serviços online. Contudo, esses atributos, não podem, e nem devem, ser limitados. A eles deve-se somar a abertura do diálogo com os usuários online. Se as comunidades independentes, por unanimidade, ofertam produtos competitivos, aos bancos, cabe o desenvolvimento de novos serviços aliados ao compromisso garantido pela instituição financeira.

É preciso esclarecer que a entidade financeira que se posicionar na Web 2.0 como um parceiro de confiança aos usuários se beneficiará de um importante crescimento e, sobre tudo, com a fidelização de seus clientes.

Para onde levará essa tendência? Será mesmo uma oportunidade ou uma ameaça às entidades financeiras?

Fonte: IDGNow

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pessoas entre 26 a 45 anos têm mais chances de sucesso ao montar um negócio

A partir de uma pesquisa com 800 mil profissionais, em 60 países, a consultoria Ernst & Young - em parceria com o Global Entrepreneurship Monitor e a Endeavor - mapeou o perfil dos empreendedores de todo o mundo. Uma das principais conclusões é que, de forma geral, os negócios mais bem-sucedidos são aqueles montados por pessoas na faixa etária entre 26 e 45 anos.

De acordo com a pesquisa, a idade para iniciar o próprio negócio é mais relevante do que outras questões, como diploma de ensino superior e trabalho com parceiros. Outra constatação do estudo é que somente 3 de cada 1.000 participantes da pesquisa encontraram um ramo de negócio com altas taxas de crescimento, acima dos 20% ao ano.

O estudo aponta também que os empreendedores com mais chance de sucesso têm características comuns, como pouco medo de errar e a vontade de abrir um negócio para agarrar uma oportunidade. Além disso, os que ganham mais dinheiro tendem a fundar outros empreendimentos.

Nos mercadores emergentes, como o Brasil, só 18% dos empreendedores apostam na exportação de produtos e serviços. O levantamento aponta também que aproximadamente 40% desses profissionais começaram o próprio negócio para aumentar lucros pessoais.

Fonte:
Olhar Digital

Publicidade: Internet é mídia que mais cresceu no 1º semestre de 2011

A Internet foi a mídia que mais cresceu em publicidade no primeiro semestre de 2011 em relação ao ano anterior, apontam os números da pesquisa Inter-Meios divulgados nesta segunda-feira (29/08) pelo Meio e Mensagem, que coordena o projeto.

No total, de acordo com o levantamento, a mídia brasileira faturou 12,86 bilhões de reais no primeiro semestre, 2,7% a mais que no mesmo período de 2010, marcado pela Copa do Mundo.

Segundo a pesquisa, o crescimento da Internet nos seis primeiros meses do ano foi de 16%, superando todos os outros meios. TV, por exemplo, cresceu 1,9% e revista, 3,25%. A publicidade em jornal permaneceu praticamente inalterada (0,04%); no rádio, houve queda de -2,16%.

Outro meio de destaque em crescimento foi o de TV por assinatura, cujo faturamento cresceu 9,86% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2010.

A participação no bolo publicitário, no entanto, ainda é liderada pela TV (63,37%), seguida por jornal (12,44%), revista (6,89%), Internet (4,86%) e rádio (4,06%).

Segundo o Meio e Mensagem, a pesquisa é auditada pela PriceWaterhouseCoopers e já inclui os descontos praticados no setor.

Fonte: IDGNow