Quando tinha os meus 13 ou 14 anos de idade, nos meados dos anos 80 (e isso já faz tempo) ainda no colegial, ainda na formação no caráter de homem, de ser humano, curtindo as novidades, o Zico no Maracanã, as festinhas americanas, as paqueras, o disco de vinil, enfim, tudo voltado para aquele momento, e como estamos em ano de Rock in Rio, eu não poderia deixar de exaltar as bandas de rock QUEEN (esteve na primeira edição do festival) e LEGIÃO URBANA, que foram marcantes não só para mim, mas como também para milhares de pessoas.
Na próxima falaremos da Legião e Renato Russo.
Neste momento falaremos do Queen, que foi fundada na Inglaterra, o berço do rock, no final dos anos 60, mais exato no ano de 1967, pelos estudantes Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor, com o nome de Smille, onde em 1970, Steffell sai do grupo mas apresenta Farrokh Bulsara, nascido em Zanzibar, e mais tarde conhecido como Freddie Mercury, e assim mudando o nome da banda para Queen, John Deacon juntou-se ao grupo em 1971, completando o quarteto.
O Queen vendeu mais de 300 milhões de cópias no mundo inteiro, foi uma das mais populares bandas britânicas dos anos 1970 e 1980, contribuiu diretamente para vários filmes como Flash Gordon, Highlander, Coração de Cavaleiro entre outros, teve participações também no teatro, é considera uma das melhores bandas de rock de todos os tempos. Ao longo desses mais de 20 anos, foram muitos sucessos, como Love Of My Life, aquela somente na voz e violão que muitos dançaram com os rostinhos colados nos velhos tempos, Bohemian Rhapsody, lembra uma ópera, We Are The Champions, aquela que sempre toca no final de um grande evento, seja uma Copa do Mundo, ou uma Champions League, ou uma Libertadores, entre outros sucessos.
Em 1991 Freddie Mercury vem a falecer vítima da Aids, foi uma grande perda, mas os outros integrantes continuaram na estrada com diversos projetos, até que nos meados dos anos 2000, John Deacon saí, mas em contra-partida Paul Rodgers se junta ao grupo para os vocais, realizando assim diversas turnês e eventos beneficentes.
Concluo falando da pena daqueles que não tiveram a oportunidade de curtir o Queen nos bons e velhos tempos e também pela perda de uma das maiores figuras do rock´n roll.
Valeu e até a próxima.
Autor: DENILSON LOPES DA COSTA

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