O número total de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 82,4 milhões no primeiro trimestre de 2012. O crescimento foi de 3% sobre os 79,9 milhões do mês anterior e de 5% sobre os 78,2 milhões do primeiro trimestre do ano passado, revela o IBOPE Online.
O número de usuários ativos em casa ou no local de trabalho em abril foi de 48,9 milhões, o que significou diminuição de 1,7% na comparação com o mês de março e crescimento de 14% sobre os 42,8 milhões de abril de 2011. Já o número de usuários ativos em residências no mesmo período, segundo o Ibope, foi de 40 milhões de pessoas, que correspondeu a uma diminuição de 2,2% sobre o mês anterior e um crescimento acumulado de 14,2% sobre abril de 2011.
Na comparação com o mês anterior, em abril houve crescimento proporcional da audiência dos sites de hotéis (3,2%), gastronomia (5,5%), eventos (14,2%) e das multicategorias notícias de finanças (4,3%) e estilos de vida (8,2%). Os sites de hotéis também lideram em crescimento no período de um ano.
O aumento foi de 198%, puxado sobretudo pelos sites que oferecem descontos em serviços de hotéis no estilo compras coletivas. Também vem crescendo a audiência de sites de humor, principalmente nos últimos dois meses, acumulando em um ano evolução de 72%. As páginas de humor que estão fazendo mais sucesso são as que têm suas piadas e charges distribuídas em sites de redes sociais.
FONTE: Convergência Digital
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Samsung desmente criação de 'Facebook' próprio
A Samsung foi a público nesta quinta (14) para desmentir os rumores de que estaria criando um concorrente da rede social Facebook, qualificando o rumor como "infundado".
"É verdade que estamos trabalhando na [rede de compartilhamento] Family Story, pois queremos sempre oferecer aos consumidores experiências melhoradas, mas isso está longe do 'Samsung Facebook' que se está dizendo por aí."
Relatada pelo jornal "The Korea Times", a notícia de que a coreana estaria criando seu próprio Facebook foi divulgada na terça (12).
FONTE Folha.com
"É verdade que estamos trabalhando na [rede de compartilhamento] Family Story, pois queremos sempre oferecer aos consumidores experiências melhoradas, mas isso está longe do 'Samsung Facebook' que se está dizendo por aí."
Relatada pelo jornal "The Korea Times", a notícia de que a coreana estaria criando seu próprio Facebook foi divulgada na terça (12).
FONTE Folha.com
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Em 2013, endereços web poderão terminar em ".sex", ".pizza" e ".ninja"
Propostas para domínios web com terminações ".pizza", ".sex", ".porn" e ".ninja" estão entre as cerca de 2.000 submissões por empresas como parte da maior expansão no sistema de endereçamento on-line, que deve passar a valer no ano que vem.
Empresas como Apple, Sony e American Express estão entre as companhias buscando endereços com suas marcas.
Sete companhias brasileiras pediram sufixos: Bradesco, Globo, Ipiranga, Itaú, Natura, Uol e Vivo, além da entidade NIC.br. Solicitações brasileiras incluem ".ltda", ".final", ".bom" e ".rio" --feito pela prefeitura do Rio de Janeiro.
A reguladora ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) anunciou as propostas durante uma conferência em Londres nesta quarta (13/06). O maior volume de requisições é oriunda da América do Norte e da Europa.
A partir de agora, o público (que inclui as empresas) pode fazer objeções contra endereços que, por exemplo, violem marcas registradas.
Cada registro de sufixo custa US$ 185 mil, como mostra reportagem da BBC --rede que pleiteia o endereço ".bbc" em detrimento do atual, ".co.uk".
O Google aplica por dezenas de endereços, conforme outra reportagem da rede britânica, que incluem ".google", ".youtube", ".boo", ".dad", ".new" e ".music" --este último é solicitado por outras sete empresas, entre as quais está a Amazon.
O endereço mais disputado é ".app", com 13 requerentes.
Se aprovados, os novos sufixos acompanharão os atuais 300 atualmente em uso, que incluem ".com", ".org", ".net".
O ICANN deve pôr no ar os endereços em lotes de 500, espaçados temporalmente, a partir de março de 2013.
FONTE: Folha.com
Empresas como Apple, Sony e American Express estão entre as companhias buscando endereços com suas marcas.
Sete companhias brasileiras pediram sufixos: Bradesco, Globo, Ipiranga, Itaú, Natura, Uol e Vivo, além da entidade NIC.br. Solicitações brasileiras incluem ".ltda", ".final", ".bom" e ".rio" --feito pela prefeitura do Rio de Janeiro.
A reguladora ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) anunciou as propostas durante uma conferência em Londres nesta quarta (13/06). O maior volume de requisições é oriunda da América do Norte e da Europa.
A partir de agora, o público (que inclui as empresas) pode fazer objeções contra endereços que, por exemplo, violem marcas registradas.
Cada registro de sufixo custa US$ 185 mil, como mostra reportagem da BBC --rede que pleiteia o endereço ".bbc" em detrimento do atual, ".co.uk".
O Google aplica por dezenas de endereços, conforme outra reportagem da rede britânica, que incluem ".google", ".youtube", ".boo", ".dad", ".new" e ".music" --este último é solicitado por outras sete empresas, entre as quais está a Amazon.
O endereço mais disputado é ".app", com 13 requerentes.
Se aprovados, os novos sufixos acompanharão os atuais 300 atualmente em uso, que incluem ".com", ".org", ".net".
O ICANN deve pôr no ar os endereços em lotes de 500, espaçados temporalmente, a partir de março de 2013.
FONTE: Folha.com
Bancos apertam o cerco contra crimes cibernéticos
Instituições buscam na TI formas para evitar fraudes e lavagem de dinheiro. Indústria, em linha, tem aprimorado tecnologias para ajudá-las.
Segurança sempre foi assunto crítico para as instituições financeiras, especialmente no mundo virtual. Mas, ao que tudo indica, a questão tem avançado. Um exemplo é a aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto que tipifica os crimes cibernéticos. Outro passo importante é a criação de áreas internas para tratar o tema. Fraudes e prevenção contra lavagem de dinheiro estão nos centros das atenções dos bancos.
Não é para menos. De acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br), a modalidade que mais cresce é a fraude digital. De janeiro a março deste ano, o maior incidente reportado pelo órgão foram as tentativas de fraude por meio de páginas falsas de bancos, com 51,38%.
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 2011 foi o ano em que o internet banking tornou-se o canal preferido dos correntistas no País, respondendo por 24% das 66,4 bilhões transações, seguido pelos postos de autoatendimento (13,5%), cartões (12,5%), agências (7,5%) e correspondentes (5,2%). Os números mostram a confiança no canal, aponta a Febraban, resultado dos investimentos constantes em segurança da informação.
Na visão de Sandro Melo, coordenador do curso de redes da BandTec, o internet banking é tão seguro quanto andar na rua, quando tomadas as medidas adequadas de proteção. “Observar a URL, utilizar tecnologia token [gerador de senhas] e criar controles como avisos via SMS ajudam a estabelecer segurança”, ensina.
Para ele, os bancos estão bem preparados tecnologicamente, mas o outro lado da moeda, o usuário, é mais vulnerável. “A popularização do dinheiro digital explodiu e o crime organizado migrou para a web. Por isso, as instituições criaram equipes especializadas para tratar do tema”, aponta.
“Antes, as empresas do setor financeiro estabeleciam áreas de risco e agora de fraudes. TI nesse contexto pode ajudar muito”, observa Marcos Tabajara, diretor de vendas para o mercado enterprise da Sourcefire, fabricante de soluções de cibersegurança.
A busca por soluções para endereçar as questões fez os negócios da companhia saltarem no primeiro trimestre do ano, tanto no segmento público quanto no privado, afirma. “A solução da Sourcefire defende a infraestrutura com inteligência para prevenir ataques. Nossa capacidade de detecção é de 99%, índice atestado pelo NSS Labs, órgão independente de pesquisa e testes em segurança”, assegura Tabajara.
Na opinião de Hugo Costa, gerente geral da ACI Worldwide no Brasil, os bancos também têm de se equipar para evitar fraudes no mundo real. O executivo prega ainda uma gestão pró-ativa dos riscos e não apenas quando incidentes acontecem. “Quanto mais cedo melhor. Assim evita-se que tanto o cliente como o banco sejam lesados”, aponta.
Costa diz que a ACI tem uma abordagem diferenciada para tratar a questão. “Há dez anos, era comum o uso de uma solução para monitorar cartão de débito, outra para cartão de crédito e assim por diante. Não existia uma ferramenta para efetuar a gestão de risco do cliente, que é a nossa proposta com o ACI PRM (Proactive Risk Manager).”
Segundo o executivo, com essa ferramenta, o banco consegue identificar alterações comportamentais, sinais de possíveis fraudes, em tempo real, também por meio do ATM [caixa eletrônico], por exemplo, e agir mais rapidamente, tendo mais eficiência na tomada de decisão, como bloquear de uma única vez todos os cartões que foram utilizados. Costa indica que cerca de dez bancos em solo nacional usam a tecnologia.
“Ela muda a forma de atuar e de analisar do banco. É uma alteração radical”, assinala. A diminuição do número de fraudes varia muito, aponta. Mas, em média, pode evitar de 30% a 70%.
FONTE: Computerworld
Segurança sempre foi assunto crítico para as instituições financeiras, especialmente no mundo virtual. Mas, ao que tudo indica, a questão tem avançado. Um exemplo é a aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto que tipifica os crimes cibernéticos. Outro passo importante é a criação de áreas internas para tratar o tema. Fraudes e prevenção contra lavagem de dinheiro estão nos centros das atenções dos bancos.Não é para menos. De acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br), a modalidade que mais cresce é a fraude digital. De janeiro a março deste ano, o maior incidente reportado pelo órgão foram as tentativas de fraude por meio de páginas falsas de bancos, com 51,38%.
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 2011 foi o ano em que o internet banking tornou-se o canal preferido dos correntistas no País, respondendo por 24% das 66,4 bilhões transações, seguido pelos postos de autoatendimento (13,5%), cartões (12,5%), agências (7,5%) e correspondentes (5,2%). Os números mostram a confiança no canal, aponta a Febraban, resultado dos investimentos constantes em segurança da informação.
Na visão de Sandro Melo, coordenador do curso de redes da BandTec, o internet banking é tão seguro quanto andar na rua, quando tomadas as medidas adequadas de proteção. “Observar a URL, utilizar tecnologia token [gerador de senhas] e criar controles como avisos via SMS ajudam a estabelecer segurança”, ensina.
Para ele, os bancos estão bem preparados tecnologicamente, mas o outro lado da moeda, o usuário, é mais vulnerável. “A popularização do dinheiro digital explodiu e o crime organizado migrou para a web. Por isso, as instituições criaram equipes especializadas para tratar do tema”, aponta.
“Antes, as empresas do setor financeiro estabeleciam áreas de risco e agora de fraudes. TI nesse contexto pode ajudar muito”, observa Marcos Tabajara, diretor de vendas para o mercado enterprise da Sourcefire, fabricante de soluções de cibersegurança.
A busca por soluções para endereçar as questões fez os negócios da companhia saltarem no primeiro trimestre do ano, tanto no segmento público quanto no privado, afirma. “A solução da Sourcefire defende a infraestrutura com inteligência para prevenir ataques. Nossa capacidade de detecção é de 99%, índice atestado pelo NSS Labs, órgão independente de pesquisa e testes em segurança”, assegura Tabajara.
Na opinião de Hugo Costa, gerente geral da ACI Worldwide no Brasil, os bancos também têm de se equipar para evitar fraudes no mundo real. O executivo prega ainda uma gestão pró-ativa dos riscos e não apenas quando incidentes acontecem. “Quanto mais cedo melhor. Assim evita-se que tanto o cliente como o banco sejam lesados”, aponta.
Costa diz que a ACI tem uma abordagem diferenciada para tratar a questão. “Há dez anos, era comum o uso de uma solução para monitorar cartão de débito, outra para cartão de crédito e assim por diante. Não existia uma ferramenta para efetuar a gestão de risco do cliente, que é a nossa proposta com o ACI PRM (Proactive Risk Manager).”
Segundo o executivo, com essa ferramenta, o banco consegue identificar alterações comportamentais, sinais de possíveis fraudes, em tempo real, também por meio do ATM [caixa eletrônico], por exemplo, e agir mais rapidamente, tendo mais eficiência na tomada de decisão, como bloquear de uma única vez todos os cartões que foram utilizados. Costa indica que cerca de dez bancos em solo nacional usam a tecnologia.
“Ela muda a forma de atuar e de analisar do banco. É uma alteração radical”, assinala. A diminuição do número de fraudes varia muito, aponta. Mas, em média, pode evitar de 30% a 70%.
FONTE: Computerworld
Samsung pode criar rede social nos moldes do Facebook
Rumor foi veiculado por jornal sul-coreano e projeto teria o codinome de Samsung Facebook.
A Samsung pode estar planejando lançar uma rede social nos mesmos moldes do Facebook. A informação foi veiculada nesta semana pelo jornal The Korea Times e cita um funcionário de alto escalão da empresa sul-coreana, mas sem identificá-lo.
Segundo a publicação, o projeto seria conhecido internamente pelo codinome de “Samsung Facebook” e seria disponibilizado visando concorrer diretamente com a rede social da Mark Zuckerberg. A nova plataforma estaria presente em todos os dispositivos habilitados para acessar a internet, como câmeras fotográficas, televisores e leitores de Blu-ray.
A rede social da Samsung seria supostamente construída a partir da plataforma de computação nas nuvens da Amazon e o serviço estaria sendo preparado para um lançamento já no primeiro trimestre de 2013. A iniciativa ampliaria o alcance da empresa sul-coreana, que já destacou que um dos seus objetivos é melhorar os serviços de comunicação social por meio dos mais diferentes dispositivos.
* Com informações The Korea Times
FONTE: Tecmundo
A Samsung pode estar planejando lançar uma rede social nos mesmos moldes do Facebook. A informação foi veiculada nesta semana pelo jornal The Korea Times e cita um funcionário de alto escalão da empresa sul-coreana, mas sem identificá-lo.Segundo a publicação, o projeto seria conhecido internamente pelo codinome de “Samsung Facebook” e seria disponibilizado visando concorrer diretamente com a rede social da Mark Zuckerberg. A nova plataforma estaria presente em todos os dispositivos habilitados para acessar a internet, como câmeras fotográficas, televisores e leitores de Blu-ray.
A rede social da Samsung seria supostamente construída a partir da plataforma de computação nas nuvens da Amazon e o serviço estaria sendo preparado para um lançamento já no primeiro trimestre de 2013. A iniciativa ampliaria o alcance da empresa sul-coreana, que já destacou que um dos seus objetivos é melhorar os serviços de comunicação social por meio dos mais diferentes dispositivos.
* Com informações The Korea Times
FONTE: Tecmundo
Decreto regulamenta programa Um Computador por Aluno
O Diário Oficial da União publicou no último dia 11/06 decreto que regulamenta o programa “Um Computador por Aluno” (Procura) e o “Regime Especial de Incentivo a Computadores para Uso Educacional” (Reicomp), que suspende a incidência de alguns tributos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), sobre o computador a ser comprado e suas matérias-primas.
O objetivo do Procura é promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino federal, estadual, distrital, municipal e nas escolas sem fins lucrativos de atendimento a pessoas com deficiência. O decreto substitui a Medida Provisória 563, publicada em abril.
No Reicomp terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto, sem custos de licenças, conforme as diretrizes das políticas educacionais do Ministério da Educação.
A medida é ato conjunto dos ministérios da Educação e da Fazenda, mas poderá ser alterada pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de portaria, sempre que fatores técnicos ou econômicos o determinem.
* Com informações Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
O objetivo do Procura é promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino federal, estadual, distrital, municipal e nas escolas sem fins lucrativos de atendimento a pessoas com deficiência. O decreto substitui a Medida Provisória 563, publicada em abril.
No Reicomp terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto, sem custos de licenças, conforme as diretrizes das políticas educacionais do Ministério da Educação.
A medida é ato conjunto dos ministérios da Educação e da Fazenda, mas poderá ser alterada pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de portaria, sempre que fatores técnicos ou econômicos o determinem.
* Com informações Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
Pagamentos móveis deverão transformar os bancos
De acordo com pesquisa da Carlisle and Gallagher, modalidade mudará a relação das instituições com seus clientes.
Instituições financeiras dos EUA enfrentam uma séria ameaça competitiva do aumento de pagamentos via apps pelos aplicativos de “carteiras móveis”, de acordo com estudo da Carlisle e Gallagher, empresa de consultoria especializada em serviços financeiros.
A carteira móvel é uma aplicação de smartphone que suporta várias opções de pagamento, incluindo cartões de crédito, além de potenciais ofertas de compra via cupom e listas de desejos. A Google Wallet é a mais conhecida, mas o PayPal exibiu sua oferta futura e espera-se que a Apple lance seu aplicativo em breve.
Uma pesquisa feita em abril pelo "Pew Internet e American Life Project" sugeriu que os pagamentos móveis irão ultrapassar os com cartão de crédito em 2020.
Quase metade dos 605 consumidores da Carlisle and Gallagher entrevistados expressou interesse em fazer pagamentos usando essa tecnologia. Destes, oito de dez considerariam usar PayPal, Google ou Apple como principal provedora de serviços financeiros, incluindo cartões bancários e de crédito, com o PayPal sendo o candidato mais forte. Cerca de 45% dos interessados em carteiras móveis disseram que iriam substituir seu banco pelo PayPal, e cerca de um quarto disse que escolheria a Google como sua principal instituição financeira.
Os resultados são um poderoso alerta para as instituições financeiras, dado que a maioria dos que responderam manifestaram altos níveis de satisfação com seus bancos atuais, disse Peter Olynick, líder de cartões e pagamentos da Carlisle and Gallagher.
Os consumidores não irão simplesmente se afastar de seus bancos ao adotar carteiras móveis, Olynick observou. Os aplicativos, no entanto, provavelmente irão mudar a relação das instituições com seus clientes assim que esses associarem a ferramenta com uma operação bancária, mais do que realmente indo a uma agência, disse ele. Peter Wannemacher, analista da Forrester Research, concorda.
“As instituições financeiras correm o risco de acabar como fontes de financiamento para carteiras móveis e produtos de pagamento pertencentes a outras marcas”, diz Wannemacher.
Os consumidores mais jovens e os mais ricos estavam mais propensos em mudar para carteiras móveis, constatou o estudo. Ambos são dados demográficos chave para as instituições financeiras, de acordo com Olynick. Os mais interessados em apps de carteiras móveis se dividiram em dois grupos: quem acha que isso irá tornar as compras mais fáceis e os que consideram o recurso "mais divertido".
* Cameron Scott, IDG News Service/San Francisco Bureau
FONTE: Computerworld
Instituições financeiras dos EUA enfrentam uma séria ameaça competitiva do aumento de pagamentos via apps pelos aplicativos de “carteiras móveis”, de acordo com estudo da Carlisle e Gallagher, empresa de consultoria especializada em serviços financeiros.
A carteira móvel é uma aplicação de smartphone que suporta várias opções de pagamento, incluindo cartões de crédito, além de potenciais ofertas de compra via cupom e listas de desejos. A Google Wallet é a mais conhecida, mas o PayPal exibiu sua oferta futura e espera-se que a Apple lance seu aplicativo em breve.
Uma pesquisa feita em abril pelo "Pew Internet e American Life Project" sugeriu que os pagamentos móveis irão ultrapassar os com cartão de crédito em 2020.
Quase metade dos 605 consumidores da Carlisle and Gallagher entrevistados expressou interesse em fazer pagamentos usando essa tecnologia. Destes, oito de dez considerariam usar PayPal, Google ou Apple como principal provedora de serviços financeiros, incluindo cartões bancários e de crédito, com o PayPal sendo o candidato mais forte. Cerca de 45% dos interessados em carteiras móveis disseram que iriam substituir seu banco pelo PayPal, e cerca de um quarto disse que escolheria a Google como sua principal instituição financeira.
Os resultados são um poderoso alerta para as instituições financeiras, dado que a maioria dos que responderam manifestaram altos níveis de satisfação com seus bancos atuais, disse Peter Olynick, líder de cartões e pagamentos da Carlisle and Gallagher.
Os consumidores não irão simplesmente se afastar de seus bancos ao adotar carteiras móveis, Olynick observou. Os aplicativos, no entanto, provavelmente irão mudar a relação das instituições com seus clientes assim que esses associarem a ferramenta com uma operação bancária, mais do que realmente indo a uma agência, disse ele. Peter Wannemacher, analista da Forrester Research, concorda.
“As instituições financeiras correm o risco de acabar como fontes de financiamento para carteiras móveis e produtos de pagamento pertencentes a outras marcas”, diz Wannemacher.
Os consumidores mais jovens e os mais ricos estavam mais propensos em mudar para carteiras móveis, constatou o estudo. Ambos são dados demográficos chave para as instituições financeiras, de acordo com Olynick. Os mais interessados em apps de carteiras móveis se dividiram em dois grupos: quem acha que isso irá tornar as compras mais fáceis e os que consideram o recurso "mais divertido".
* Cameron Scott, IDG News Service/San Francisco Bureau
FONTE: Computerworld
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