Aqui neste blog, já falamos de algumas bandas de rock que fizeram história, tanto nacional, como internacionalmente, e agora não será diferente, iremos falar sobre uma das maiores de todos os tempos: LED ZEPPELIN. Torcendo mais uma vez para que vocês gostem.
Fundada originalmente no berço do rock, Inglaterra, em 1968 pelo guitarrista Jimmy Page e pelo baixista Chris Dreja com o nome de "The New Yardbirds", onde chegaram a tocar algumas vezes. Com a recusa de Terry Reid, Page convidou Robert Plant para vocalista, conhecido pelo seu trabalho no grupo "The Band of Joy". Logo depois juntou-se ao grupo o baterista John Bonham, e Dreja saiu para se tornar fotógrafo, quando John Paul Jones, procurou Jimmy Page, e se ofereceu para tocar baixo, e assim a banda mudou de nome e se passou a chamar Led Zeppelin.
Célebre pela sua inovação, com seu som pesado orientado pelo blues-rock, o grupo é freqüentemente citado como um dos grandes pioneiros do heavy metal e do hard rock, embora o estilo da banda tenha sido inspirado por fontes diversas e tenha transcendido qualquer gênero musical definido.
Em 1969 o grupo editou o seu primeiro álbum chamado Led Zeppelin, passando a ser um recordista de vendas, inclusive também nos Estados Unidos, além de ser um dos grupos mais influentes na história do rock. Foram também os únicos a colocar todos seus álbuns no Top 10 da parada norte-americana Billboard.
O imediato sucesso do primeiro disco foi o pontapé de saída para a carreira da banda, especialmente no EUA, onde eles haveriam de atuar freqüentemente, e onde as suas vendas de discos apenas foram suplantadas pelos Beatles. O segundo álbum, chamado simplesmente Led Zeppelin II, editado ainda no mesmo ano, seguiu o mesmo estilo, e incluía o sucesso "Whole Lotta Love", que, conduzido pela secção rítmica, definia o som da banda, sendo inclusive muito elogiados pelas pegadas impressionantes no palco.
Conhecidos também pelos vários escândalos, envolvendo drogas, sexo, danos materiais a quartos de hotéis (onde muitas vezes alugavam pisos inteiros), magia negra. A banda também teve momentos tristes na sua trajetória, como um acidente de carro envolvendo o vocalista Robert Plant, tendo a banda ter que ficar um período fora dos palcos, e por isso, tiveram que dar atenção somente aos trabalhos de estúdio. Em setembro de 1980 John Bonham morreu asfixiado pelo próprio vômito em um quarto da mansão de Jimmy Page, onde logo depois disso a banda foi desfeita, pois não haveria mais condições de continuar com o nome Led Zeppelin.
Desde então, passaram a fazer aparições em shows beneficentes, como Live Aid, em 1985, com Phil Collins e Tony Thompson (Chic) na bateria. Mas em diversas outras aparições Jason Bonham (filho do baterista falecido) assumia a bateria. Lançaram também alguns álbuns, o DVD Led Zeppelin, que até o fim do ano de 2003 tinha vendido mais de 520.000 cópias.
Termino aqui falando da pena daqueles que não tiveram a oportunidade de curtir o Led Zeppelin nos bons e velhos tempos e também pela perda de um dos maiores bateristas do rock´n roll.
Na próxima, vamos de Barão Vermelho. Valeu e até a próxima.
AUTOR: Denílson Lopes da Costa
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Velocidade da banda larga terá que ser no mínimo 60% do contratado
Nova regulamentação vale para telefonia fixa e móvel
RIO - Se você é daqueles que contrataram planos de banda larga de 1 Mega (MBps), reclamaram por receber apenas 100 KBps e ao reclamar descobriu que isso estava previsto no contrato, saiba que a partir do ano que vem as regras vão mudar. A Anatel determinou que a partir de 2012 a velocidade de acesso à Internet deverá ser de 60% da velocidade nominal contratada, e não dos atuais 10%. A nova regulamentação vale tanto para telefonia fixa quanto móvel.
Quer dizer que quem contratar 10 Mega terá que receber sempre 6MB no mínimo? Não necessariamente. Os dois regulamentos que tratam da qualidade do serviço (comunicação multimídia e móvel pessoal, para fixo e celular respectivamente) foram baseados em estudo do Comitê Gestor da Internet (Cgi) e do Inmetro com participação da Anatel e se fundamentam em dois critérios para medição de velocidade. São eles a "taxa de transmissão instantânea", que se refere à taxa de transmissão em um determinado momento, e a taxa de transmissão média, que é a média das taxas instantâneas ao longo do mês. A taxa de transmissão instantânea terá que ser no mínimo de 20%, enquanto a taxa de transmissão média tem que ser de 60%.
A combinação dessas duas taxas significa que eventualmente a velocidade de conexão pode ser de apenas 20% da contratada, mas como será necessário manter uma média mensal, haverá alguma compensação. Além disso, os percentuais serão elevados para 30% e 40% (instantânea) e 70% e 80% (média) a cada 12 meses.
As medições serão feitas por uma entidade a ser financiada pelas operadoras (Entidade Aferidora de Qualidade) que terá equipamentos próprios. As operadoras também terão que oferecer gratuitamente os usuários um software para medição. Essa medição feita pelo internauta servirá como indicativo. Para efeito de reclamações junto à Anatel, valerá a medição da entidade aferidora.
A Anatel acredita que os investimentos necessários para os novos padrões de qualidade não terão impacto sobre o preço do serviço para o consumidor.
As operadoras não poderão limitar a velocidade de acordo com o serviço utilizado, salvo em caso de segurança e estabilidade da rede. Por exemplo, uma operadora que oferece telefonia e banda larga não pode limitar o uso de transmissão de voz pela Internet (VoIP, como o Skype) e induzir o uso do telefone.
FONTE: O Dia Online
RIO - Se você é daqueles que contrataram planos de banda larga de 1 Mega (MBps), reclamaram por receber apenas 100 KBps e ao reclamar descobriu que isso estava previsto no contrato, saiba que a partir do ano que vem as regras vão mudar. A Anatel determinou que a partir de 2012 a velocidade de acesso à Internet deverá ser de 60% da velocidade nominal contratada, e não dos atuais 10%. A nova regulamentação vale tanto para telefonia fixa quanto móvel.
Quer dizer que quem contratar 10 Mega terá que receber sempre 6MB no mínimo? Não necessariamente. Os dois regulamentos que tratam da qualidade do serviço (comunicação multimídia e móvel pessoal, para fixo e celular respectivamente) foram baseados em estudo do Comitê Gestor da Internet (Cgi) e do Inmetro com participação da Anatel e se fundamentam em dois critérios para medição de velocidade. São eles a "taxa de transmissão instantânea", que se refere à taxa de transmissão em um determinado momento, e a taxa de transmissão média, que é a média das taxas instantâneas ao longo do mês. A taxa de transmissão instantânea terá que ser no mínimo de 20%, enquanto a taxa de transmissão média tem que ser de 60%.
A combinação dessas duas taxas significa que eventualmente a velocidade de conexão pode ser de apenas 20% da contratada, mas como será necessário manter uma média mensal, haverá alguma compensação. Além disso, os percentuais serão elevados para 30% e 40% (instantânea) e 70% e 80% (média) a cada 12 meses.
As medições serão feitas por uma entidade a ser financiada pelas operadoras (Entidade Aferidora de Qualidade) que terá equipamentos próprios. As operadoras também terão que oferecer gratuitamente os usuários um software para medição. Essa medição feita pelo internauta servirá como indicativo. Para efeito de reclamações junto à Anatel, valerá a medição da entidade aferidora.
A Anatel acredita que os investimentos necessários para os novos padrões de qualidade não terão impacto sobre o preço do serviço para o consumidor.
As operadoras não poderão limitar a velocidade de acordo com o serviço utilizado, salvo em caso de segurança e estabilidade da rede. Por exemplo, uma operadora que oferece telefonia e banda larga não pode limitar o uso de transmissão de voz pela Internet (VoIP, como o Skype) e induzir o uso do telefone.
FONTE: O Dia Online
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
IDEC: Serviços de compra coletiva desrespeitam o consumidor
Febre no Brasil desde 2009, os sites de compra coletiva foram alvo de uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), que constatou: de maneira geral, os serviços do tipo não respeitam o consumidor brasileiro.
Em um universo que envolve quase 2 mil sites, a pesquisa avaliou as quatro maiores empresas do segmento: Groupon, Peixe Urbano, ClickOn e Groupalia. Os problemas constatados foram os mais diversos, mostrando o porquê de haver um número cada vez maior de reclamações contra companhias do ramo.
A instituição descobriu, por exemplo, que nenhum dos referidos sites se responsabiliza por defeitos em produtos ou falhas em serviços. No entanto, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, os sites precisam responder de maneira solidária por qualquer problema relacionado às empresas que efetivamente realizam as vendas. Entre as outras práticas tidas como irregulares pelo IDEC estão:
• Cadastro obrigatório de e-mail sem acesso anterior ao contrato;
• Compartilhamento indevido de dados pessoais;
• Desconto “maquiado”, onde um produto é anunciado com preço original maior do que a média;
• Falta de clareza quanto à política de arrependimento;
• Falta de clareza quanto às informações dos próprios serviços e dos fornecedores;
• Canais de atendimento ao consumidor insuficientes.
A matéria completa da pesquisa, contendo inclusive as respostas das mencionadas empresas e orientações para uso de sites de compras coletivas, pode ser acessada no site do IDEC.
FONTE: InfoWester
Em um universo que envolve quase 2 mil sites, a pesquisa avaliou as quatro maiores empresas do segmento: Groupon, Peixe Urbano, ClickOn e Groupalia. Os problemas constatados foram os mais diversos, mostrando o porquê de haver um número cada vez maior de reclamações contra companhias do ramo.
A instituição descobriu, por exemplo, que nenhum dos referidos sites se responsabiliza por defeitos em produtos ou falhas em serviços. No entanto, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, os sites precisam responder de maneira solidária por qualquer problema relacionado às empresas que efetivamente realizam as vendas. Entre as outras práticas tidas como irregulares pelo IDEC estão:
• Cadastro obrigatório de e-mail sem acesso anterior ao contrato;
• Compartilhamento indevido de dados pessoais;
• Desconto “maquiado”, onde um produto é anunciado com preço original maior do que a média;
• Falta de clareza quanto à política de arrependimento;
• Falta de clareza quanto às informações dos próprios serviços e dos fornecedores;
• Canais de atendimento ao consumidor insuficientes.
A matéria completa da pesquisa, contendo inclusive as respostas das mencionadas empresas e orientações para uso de sites de compras coletivas, pode ser acessada no site do IDEC.
FONTE: InfoWester
Certificação digital integra sistema de emissão de registro de nascimento
A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (ARPEN-SP) está trabalhando em uma nova sistemática na emissão de certidões de nascimento, por meio de um sistema que utiliza a certificação digital da ICP-Brasil, fornecido gratuitamente a todos os registradores civis do país que manifestem interesse em adquiri-lo. Como há municípios que não possuem maternidade, muitos partos no Brasil ainda ocorrem longe do domicilio familiar, obrigando que os pais dirijam-se a outras cidades no momento do nascimento de seus filhos e realizem ai mesmo a emissão da certidão de nascimento da criança.
Com o sistema, unidades interligadas às maternidades podem recolher os dados de registro para conferência e assinatura dos pais e encaminhá-los ao cartório da cidade de origem da família. Em minutos, é entregue aos responsáveis a certidão de nascimento emitida pelo cartório localizado na cidade onde a família mora. Assim, se em algum momento for preciso emitir segunda via ou incluir os dados de um genitor, bastará aos responsáveis que compareçam ao cartório do município de domicílio.
Na avaliação do diretor de Informática da ARPEN-SP, Luis Carlos Vendramin Júnior, a certificação digital é a ferramenta que criou um novo paradigma na segurança da informação e na legalidade de operações eletrônicas. “A certificação digital da ICP-Brasil veio para ficar. Temos certeza que com seu uso os dados enviados e recebidos para emitir uma nova certidão de nascimento estarão plenamente em segurança”, avaliou.
Vendramin destacou que o sistema, que interliga 425 Cartórios de Registro Civil a mais de 200 maternidades no Estado de São Paulo, permite estabelecer conexão com outros estados do país. “Se o cartório estiver adequado a esta tecnologia, não há nenhum impedimento. Não há dúvidas de que se trata de um passo importantíssimo para a erradicação de problemas sociais gerados pelo subregistro”, finalizou o diretor.
Como funciona o sistema
O procedimento para o registro de nascimento realizado eletronicamente pelas Unidades Interligadas nas maternidades é bem simples. Primeiro, o atendente seleciona no sistema o Cartório de Registro Civil mais próximo do local de residência dos pais do recém nascido. Em seguida, preenche os dados de registro que irão compor o termo de nascimento, que é impresso para a conferência e assinatura dos genitores.
O passo seguinte é a digitalização dos documentos de identificação dos pais e o envio para o Cartório que irá efetuar o registro. Os arquivos são conferidos e a certidão retorna à unidade interligada da maternidade para ser impressa e entregue aos pais. Ambos procedimentos são assinados eletronicamente com certificados digitais da ICP-Brasil. Estima-se que todo o processo de registro dure em torno de 10 minutos.
FONTE: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação
Com o sistema, unidades interligadas às maternidades podem recolher os dados de registro para conferência e assinatura dos pais e encaminhá-los ao cartório da cidade de origem da família. Em minutos, é entregue aos responsáveis a certidão de nascimento emitida pelo cartório localizado na cidade onde a família mora. Assim, se em algum momento for preciso emitir segunda via ou incluir os dados de um genitor, bastará aos responsáveis que compareçam ao cartório do município de domicílio.
Na avaliação do diretor de Informática da ARPEN-SP, Luis Carlos Vendramin Júnior, a certificação digital é a ferramenta que criou um novo paradigma na segurança da informação e na legalidade de operações eletrônicas. “A certificação digital da ICP-Brasil veio para ficar. Temos certeza que com seu uso os dados enviados e recebidos para emitir uma nova certidão de nascimento estarão plenamente em segurança”, avaliou.
Vendramin destacou que o sistema, que interliga 425 Cartórios de Registro Civil a mais de 200 maternidades no Estado de São Paulo, permite estabelecer conexão com outros estados do país. “Se o cartório estiver adequado a esta tecnologia, não há nenhum impedimento. Não há dúvidas de que se trata de um passo importantíssimo para a erradicação de problemas sociais gerados pelo subregistro”, finalizou o diretor.
Como funciona o sistema
O procedimento para o registro de nascimento realizado eletronicamente pelas Unidades Interligadas nas maternidades é bem simples. Primeiro, o atendente seleciona no sistema o Cartório de Registro Civil mais próximo do local de residência dos pais do recém nascido. Em seguida, preenche os dados de registro que irão compor o termo de nascimento, que é impresso para a conferência e assinatura dos genitores.
O passo seguinte é a digitalização dos documentos de identificação dos pais e o envio para o Cartório que irá efetuar o registro. Os arquivos são conferidos e a certidão retorna à unidade interligada da maternidade para ser impressa e entregue aos pais. Ambos procedimentos são assinados eletronicamente com certificados digitais da ICP-Brasil. Estima-se que todo o processo de registro dure em torno de 10 minutos.
FONTE: Instituto Nacional de Tecnologia da Informação
Empresas estão atoladas em informações digitais, diz consultoria
Em plena era da informação, nem mesmo as maiores empresas do mundo conseguem controlar bem o crescente volume de dados digitais e aproveitá-los para melhorar seus negócios.
A constatação é da pesquisa da consultoria EIU (Economist Intelligence Unit) feita com 586 executivos de empresas da América do Norte, Europa, Ásia e Pacífico e América Latina apresentada nesta semana.
Segundo o levantamento, apenas 18% dos executivos pesquisados admitiram que as empresas onde trabalham já coletam e analisam informações por meio de um plano estruturado de gestão de informação.
Outro número aponta que 53% dessas organizações usam apenas metade das informações que colhem em benefício dos negócios. O restante, fica perdido ou subutilizado.
O número é alarmante especialmente diante do grande volume de dados digitais gerados anualmente, sejam comentários de consumidores em redes sociais, relatórios de monitoramento de ações de marketing dos concorrentes e até iniciativas conduzidas dentro das próprias organizações.
Armazenamento recorde
No ano passado, consumidores e empresas ao redor do mundo armazenaram mais de 13 exabytes de informação em computadores e outros equipamentos. O volume é equivalente a 13 bilhões de pen drives de 1 Gbyte ou mais de 52 mil vezes as informações existentes em toda a biblioteca do Congresso americano, segundo a USC (Universidade do Sul da Califórnia).
"O baixo aproveitamento de dados é surpreendente especialmente no momento em que vivemos, com grande volume de informações digitais", disse Michael Singer, editor sênior da área de tecnologia da EIU durante evento do SAS Institute --empresa de software de inteligência de negócios-- que acontece na Flórida.
"No entanto, é necessário considerar que boa parte das companhias não está preparada para lidar com tanta informação porque seus próprios processos de negócio ainda são analógicos outras têm sérias restrições financeiras para investir nesse tipo de tecnologia agora."
Segundo Singer, alguns dos exemplos de companhias que ainda não estão preparadas para lidar de forma eficiente com o grande volume de informações vêm do setor de saúde.
"Muitos hospitais, clínicas ou até planos de saúde só agora começam a digitalizar seus registros. Isso significa que parte das informações dos últimos anos ainda não podem ser acessadas. Assim, nem todos os negócios já estão maduros para o assunto."
Velocidade da informação
Velocidade de acesso aos dados corporativos é outro problema, apontado por metade dos entrevistados. Em suas organizações, a lentidão de obtenção das informações de mercado, concorrentes e de clientes compromete o desempenho imediato dos negócios.
Embora sejam poucas, as empresas com planos bem estruturados de gestão da informação digital começam a colher os resultados.
Mais da metade dos executivos de empresas que utilizam esse controle (53%) declararam à pesquisa que seus resultados financeiros superaram o dos concorrentes. Quase um quarto delas entende que a compreensão dos dados digitais nos últimos cinco anos transformou completamente a forma de fazer negócios com seus clientes.
Para Singer, a preocupação crescente com a análise de dados será responsável por criar um mercado bilionário de software de análise de negócios nos próximos cinco anos.
FONTE: Folha Online – Camila Fusco
A constatação é da pesquisa da consultoria EIU (Economist Intelligence Unit) feita com 586 executivos de empresas da América do Norte, Europa, Ásia e Pacífico e América Latina apresentada nesta semana.
Segundo o levantamento, apenas 18% dos executivos pesquisados admitiram que as empresas onde trabalham já coletam e analisam informações por meio de um plano estruturado de gestão de informação.
Outro número aponta que 53% dessas organizações usam apenas metade das informações que colhem em benefício dos negócios. O restante, fica perdido ou subutilizado.
O número é alarmante especialmente diante do grande volume de dados digitais gerados anualmente, sejam comentários de consumidores em redes sociais, relatórios de monitoramento de ações de marketing dos concorrentes e até iniciativas conduzidas dentro das próprias organizações.
Armazenamento recorde
No ano passado, consumidores e empresas ao redor do mundo armazenaram mais de 13 exabytes de informação em computadores e outros equipamentos. O volume é equivalente a 13 bilhões de pen drives de 1 Gbyte ou mais de 52 mil vezes as informações existentes em toda a biblioteca do Congresso americano, segundo a USC (Universidade do Sul da Califórnia).
"O baixo aproveitamento de dados é surpreendente especialmente no momento em que vivemos, com grande volume de informações digitais", disse Michael Singer, editor sênior da área de tecnologia da EIU durante evento do SAS Institute --empresa de software de inteligência de negócios-- que acontece na Flórida.
"No entanto, é necessário considerar que boa parte das companhias não está preparada para lidar com tanta informação porque seus próprios processos de negócio ainda são analógicos outras têm sérias restrições financeiras para investir nesse tipo de tecnologia agora."
Segundo Singer, alguns dos exemplos de companhias que ainda não estão preparadas para lidar de forma eficiente com o grande volume de informações vêm do setor de saúde.
"Muitos hospitais, clínicas ou até planos de saúde só agora começam a digitalizar seus registros. Isso significa que parte das informações dos últimos anos ainda não podem ser acessadas. Assim, nem todos os negócios já estão maduros para o assunto."
Velocidade da informação
Velocidade de acesso aos dados corporativos é outro problema, apontado por metade dos entrevistados. Em suas organizações, a lentidão de obtenção das informações de mercado, concorrentes e de clientes compromete o desempenho imediato dos negócios.
Embora sejam poucas, as empresas com planos bem estruturados de gestão da informação digital começam a colher os resultados.
Mais da metade dos executivos de empresas que utilizam esse controle (53%) declararam à pesquisa que seus resultados financeiros superaram o dos concorrentes. Quase um quarto delas entende que a compreensão dos dados digitais nos últimos cinco anos transformou completamente a forma de fazer negócios com seus clientes.
Para Singer, a preocupação crescente com a análise de dados será responsável por criar um mercado bilionário de software de análise de negócios nos próximos cinco anos.
FONTE: Folha Online – Camila Fusco
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Saúde Bucal da 3ª Idade
Como nossa expectativa de vida de um modo geral aumentou, devido a novas descobertas da medicina, nível de vida melhor, tais como rede de água potável, esgotos, de um modo geral a rede de infra-estrutura.
Isto reflete diretamente no aumento do nível sócio econômico e conseqüentemente na busca de uma melhoria de padrão de vida, objetivando o encontro de prazeres que a vida pode nos proporcionar.
O tratamento dentário não foge a esta regra, visto que cada vez mais a procura por um bem estar social e conseqüente reingresso na sociedade o torna mais procurado.
Quando pensamos em 3ª idade nos vem à mente a figura de um velho com expressões faciais bem demarcadas, com edentulismo funcional (com pelo menos 20 dentes próprios) ou com um par de dentaduras ou bem feito ou praticamente no final de uso.
Mas seguindo as nossas expectativas este público alvo já se interessa por medidas que possam os tornar ativos e por que não, mais preocupados em estética e ao bem estar físico e emocional.
Segundo pesquisas em cerca de 97% dos casos que requerem ou optam pelo implante tem todas as chances de ocorrerem com sucesso uma vez que estes implantes são confeccionados com Titânio, material biocompatível com nosso organismo.
Sabemos que com a aproximação dos 60 anos ou até um pouco antes, nosso organismo começa a sentir mudanças na sua função causando uma série de desequilíbrios, sejam de fundo hormonal ou orgânico.
Um desses desequilíbrios está no fluxo salivar, o tornado mais espesso e com menos fluidez.
Esta situação é capaz de gerar distúrbios, como dificuldade para mastigar alimentos, proteção dos elementos dentários e até o funcionamento do sistema tampão.
Conforme podemos observar, a nossa saliva exerce três funções primordiais: Umidificação, digestão e proteção.
Com a redução do fluxo de saliva nossa boca fica vulnerável a ação da placa bacteriana causando inflamação nas gengivas, levando ao local a se retrair e conseqüentemente a exposição da raiz, causando o que é muito comum, a carie de raiz.
Isto sem dúvidas leva a uma perda do elemento dentário, e que a seqüência destes fatos acabam por desmotivar por completo este indivíduo, afastando-se do convívio social, levando em muitas vezes a um quadro de depressão.
Quando ocorre este fato, este indivíduo é levado a procurar tratamento psiquiátrico, sendo recitado na maioria das vezes antidepressivos que com efeito colateral levam a xerostomia (boca seca). Contribuindo mais ainda para a redução do fluxo salivar.
Outros medicamentos podem também contribuir para esta redução de saliva, como os anti-hipertensivos.
Com podemos observar, vários são os fatores que contribuem para este quadro peculiar.
No próximo artigo vamos abordar uma orientação para os cuidadores (assim chamadas às pessoas que cuidam dos de 3ª idade), de como ajudarem na higienização e acompanhamento de seus pacientes.
“ A TODOS OS PROFISSIONAIS DA ODONTOLOGIA BRASILEIRA, O MAIS AFETUOSO ABRAÇO PELO DIA 25 DE OUTUBRO, QUE POSSAMOS TER O MESMO SORRISO QUE NOSSOS PACIENTES ESTAMPAM NO FINAL DO TRATAMENTO ”
AUTOR: Dr. Artur Baptista Accolti Gil - CRO-RJ 11101
Dentista Clínico e Consultor da Interodonto Sistema de Saúde Odontológico
Isto reflete diretamente no aumento do nível sócio econômico e conseqüentemente na busca de uma melhoria de padrão de vida, objetivando o encontro de prazeres que a vida pode nos proporcionar.
O tratamento dentário não foge a esta regra, visto que cada vez mais a procura por um bem estar social e conseqüente reingresso na sociedade o torna mais procurado.
Quando pensamos em 3ª idade nos vem à mente a figura de um velho com expressões faciais bem demarcadas, com edentulismo funcional (com pelo menos 20 dentes próprios) ou com um par de dentaduras ou bem feito ou praticamente no final de uso.
Mas seguindo as nossas expectativas este público alvo já se interessa por medidas que possam os tornar ativos e por que não, mais preocupados em estética e ao bem estar físico e emocional.
Segundo pesquisas em cerca de 97% dos casos que requerem ou optam pelo implante tem todas as chances de ocorrerem com sucesso uma vez que estes implantes são confeccionados com Titânio, material biocompatível com nosso organismo.
Sabemos que com a aproximação dos 60 anos ou até um pouco antes, nosso organismo começa a sentir mudanças na sua função causando uma série de desequilíbrios, sejam de fundo hormonal ou orgânico.
Um desses desequilíbrios está no fluxo salivar, o tornado mais espesso e com menos fluidez.
Esta situação é capaz de gerar distúrbios, como dificuldade para mastigar alimentos, proteção dos elementos dentários e até o funcionamento do sistema tampão.
Conforme podemos observar, a nossa saliva exerce três funções primordiais: Umidificação, digestão e proteção.
Com a redução do fluxo de saliva nossa boca fica vulnerável a ação da placa bacteriana causando inflamação nas gengivas, levando ao local a se retrair e conseqüentemente a exposição da raiz, causando o que é muito comum, a carie de raiz.
Isto sem dúvidas leva a uma perda do elemento dentário, e que a seqüência destes fatos acabam por desmotivar por completo este indivíduo, afastando-se do convívio social, levando em muitas vezes a um quadro de depressão.
Quando ocorre este fato, este indivíduo é levado a procurar tratamento psiquiátrico, sendo recitado na maioria das vezes antidepressivos que com efeito colateral levam a xerostomia (boca seca). Contribuindo mais ainda para a redução do fluxo salivar.
Outros medicamentos podem também contribuir para esta redução de saliva, como os anti-hipertensivos.
Com podemos observar, vários são os fatores que contribuem para este quadro peculiar.
No próximo artigo vamos abordar uma orientação para os cuidadores (assim chamadas às pessoas que cuidam dos de 3ª idade), de como ajudarem na higienização e acompanhamento de seus pacientes.
“ A TODOS OS PROFISSIONAIS DA ODONTOLOGIA BRASILEIRA, O MAIS AFETUOSO ABRAÇO PELO DIA 25 DE OUTUBRO, QUE POSSAMOS TER O MESMO SORRISO QUE NOSSOS PACIENTES ESTAMPAM NO FINAL DO TRATAMENTO ”
AUTOR: Dr. Artur Baptista Accolti Gil - CRO-RJ 11101
Dentista Clínico e Consultor da Interodonto Sistema de Saúde Odontológico
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Estudo: Pornografia em excesso na internet pode causar impotência sexual
Grande consumo de conteúdo pornográfico reduz a libido e sensação de prazer nos homens, revela pesquisa.
Um estudo da Universidade de Pádua, na Itália, afirma que o excesso de pornografia na internet pode causar disfunção erétil, além de diminuir a libido nos homens.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão pelo fato do conteúdo pornográfico na web ser muito vasto. Ao se tornar algo tão corriqueiro, a pornografia diminuiria a concentração de dopamina, neurotransmissor que ativa a sensação de prazer no cérebro. Ao serem ativados constantemente por vários tipos de imagens sexuais nas mais diversas posições, esses neurotransmissores são reduzidos, o que faz com que todas essas situações se tornem algo normal, sem o mínimo de capacidade de excitação.
A pesquisa contou com 28 mil voluntários italianos. De acordo com Carlo Foresta, da Sociedade Italiana de Andrologia e Medicina Sexual (SIAMS), muitos homens que iniciam desde cedo (por volta dos 14 anos de idade) um consumo excessivo de sites de pornografia e permanecem com o vício até os 20 anos, se habituaram a acessar imagens mais pesadas, principalmente após desenvolverem sua sexualidade.
"Tudo começa com links mais suaves, depois sites pornográficos pesados. Depois há uma queda geral na libido, e no final torna-se impossível obter uma ereção. No entanto, a condição não é irreversível, e com a assistência adequada é possível se recuperar dentro de alguns meses", afirma Foresta.
FONTE: Olhar Digital
Um estudo da Universidade de Pádua, na Itália, afirma que o excesso de pornografia na internet pode causar disfunção erétil, além de diminuir a libido nos homens.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão pelo fato do conteúdo pornográfico na web ser muito vasto. Ao se tornar algo tão corriqueiro, a pornografia diminuiria a concentração de dopamina, neurotransmissor que ativa a sensação de prazer no cérebro. Ao serem ativados constantemente por vários tipos de imagens sexuais nas mais diversas posições, esses neurotransmissores são reduzidos, o que faz com que todas essas situações se tornem algo normal, sem o mínimo de capacidade de excitação.
A pesquisa contou com 28 mil voluntários italianos. De acordo com Carlo Foresta, da Sociedade Italiana de Andrologia e Medicina Sexual (SIAMS), muitos homens que iniciam desde cedo (por volta dos 14 anos de idade) um consumo excessivo de sites de pornografia e permanecem com o vício até os 20 anos, se habituaram a acessar imagens mais pesadas, principalmente após desenvolverem sua sexualidade.
"Tudo começa com links mais suaves, depois sites pornográficos pesados. Depois há uma queda geral na libido, e no final torna-se impossível obter uma ereção. No entanto, a condição não é irreversível, e com a assistência adequada é possível se recuperar dentro de alguns meses", afirma Foresta.
FONTE: Olhar Digital
Assinar:
Postagens (Atom)


