segunda-feira, 4 de junho de 2012

Crimes na Web: 64% das empresas brasileiras perderam dados para hackers

Pesquisa da Check Point, realizada com o Instituto Ponemon,divulgada nesta segunda-feira, 04/06, revela ainda que o o custo médio de um ataque criminoso virtual varia entre US$100.000 e quase US$300.000 por incidente de segurança. O levantamento mostra também que aproximadamente 40% das empresas brasileiras consideram vírus, worms e cavalos de Tróia os tipos mais perigosos de crime virtual para a organização.

O estudo constata que 35% das empresas brasileiras recebem entre 26 e 50 ataques por semana e que a mobilidade virou alvo no país: 23% dos dispositivos móveis foram infectados no Brasil. Apura ainda que 64% das empresas brasileiras perderam informações importantes devido a crimes virtuais, incluindo propriedade intelectual e segredos de negócios.

E que, de acordo com os participantes da pesquisa, o custo médio de um ataque criminoso virtual varia entre US$100.000 e quase US$300.000 por incidente de segurança. Os principais modos de ataques, sugere o levantamento, foram: Ataques com Negação de Serviço - 55%; Infecções por malware - 37%;Injeções de SQL - 31% e Infecções de bo- 24%.

Entre as metas dos hackers, constata ainda o levantamento da Check Point/Ponemon, estão as fraudes financeiras - 57%, interrupção das operações - 42% e roubo de dados dos clientes - 35%. A Check Point não revela com quantas empresas o estudo foi realizado.

FONTE: Convergência Digital

Usuários de computador não se sentem seguros navegando em sites de mídias sociais

Pesquisa da Avira revela que 80% deles temem que suas informações pessoais sejam roubadas ou indevidamente utilizadas. Apenas 14% se manifestaram seguros nas redes sociais.
A Avira, empresa especialista sem segurança digital, realizou uma pesquisa com usuários de computadores em todo o mundo, que mostrou que 80% deles temem que suas informações pessoais sejam roubadas ou indevidamente utilizadas quando estão navegando em sites de mídia social como, Facebook, Google Plus e Twitter. A sondagem revelou que 44 por cento dos entrevistados estão mais preocupados sobre o Facebook e Google +, enquanto que para outros 40% a preocupação é com todos os demais sites de mídia social.

O questionamento foi direcionado aos mais de 100 milhões de clientes da Avira em todo o mundo e os resultados são baseados em 2.710 respondentes, com uma margem de erro de + / – 1,88 por cento.

Para a pergunta, ‘qual dos seguintes sites de mídia social o preocupa mais em relação à segurança de suas informações pessoais?”, o resultado foi o seguinte:

A) 25% – Facebook
B) 19% – Google +
C) 2% – Twitter
D) 40% – Todos os itens acima – “Eu não me sinto seguro quando estou navegando em um site de mídia social”;
E) 14% – Nenhuma das opções acima – “Eu me sinto seguro on-line usando sites de mídia social”.

“Esta pesquisa é muito interessante porque demonstra que, apesar de sites de mídia social serem muito populares, os usuários de computador de todo o mundo têm as mesmas preocupações”, disse Sorin Mustaca, especialista em segurança de dados da Avira, que é representada no Brasil pela Nodes Tecnologia. “Eles estão receosos quanto à segurança de suas informações pessoais e teme que elas possam ser usadas indevidamente através de sites de mídia social. Para utilizar estes sites é altamente recomendável que as informações privadas não sejam armazenadas nestes serviços. Nunca se esqueça que quando qualquer informação é publicada em um site público, ela na verdade, não lhe pertence mais”, reforça o especialista.

Para ajudar aos usuários de computador a superar este desafio, a Avira adquiriu o SocialShield, um serviço de monitoramento dos pais para manter as crianças e adolescentes seguros durante o uso dos sites de mídias sociais. A solução já começou a ser oferecida gratuitamente aos clientes Avira.

FONTE: Techlider

sábado, 2 de junho de 2012

Nova tarifa do telefone popular entra em vigor na próxima semana

O serviço, que cobrará menos de 10 reais mensais, estará inicialmente disponível para famílias com renda mensal de até um salário mínimo.

Segundo um anúncio feito pelo Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a nova tarifa do telefone popular entrará em vigor a partir desta segunda-feira (04/06/2012), oferecendo um plano de telefonia às famílias de baixa renda que passa de R$ 24,14 para R$ 9,50 (mais os tributos) — resultando em uma franquia mensal de 90 minutos.

Com esta nova tarifa, o governo pretende beneficiar 22 milhões de famílias cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal. O pacote de telefonia popular faz parte da modalidade AICE — Acesso Individual de Classe Especial — com validade de quatro anos, de acordo com a regulamentação da Anatel.

Ainda segundo o plano de barateamento dos Serviços de Telecomunicações, o AICE será ofertado, inicialmente, às famílias que tenham renda mensal de até um salário mínimo. Daqui a um ano, serão beneficiadas as famílias com renda mensal de até dois salários mínimos e, a partir dos 24 meses do regulamento em vigor, serão contempladas as demais famílias inscritas no cadastro único.

Assim, os integrantes do cadastro que se encaixam na categoria inicial do plano — com renda mensal de até um salário mínimo —, e que já possuam telefone em casa, poderão solicitar a transferência para a nova tarifa do telefone popular, que deve ser feita no prazo de uma semana.

* Com informações Ministério das Comunicações
FONTE: Tecmundo

Comprovado: as mesas de trabalho dos homens são as mais sujas

Estudo sugere que os espaços de trabalho masculinos apresentam muito mais bactérias que os femininos.
De acordo com uma notícia publicada pelo site Live Science, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de San Diego sugere que as mesas de trabalho dos homens são muito mais sujas do que as mesas das mulheres.

Os cientistas avaliaram as mesas de homens e mulheres em escritórios de San Francisco, Tucson e Nova York, coletando amostras de bactérias presentes em teclados, cadeiras, telefones, mouse etc. Eles descobriram que os locais ocupados pelos homens apresentavam um número de bactérias e células em geral bem maior do que os espaços ocupados por mulheres.

Os pesquisadores acreditam que a causa pode estar em que os homens — normalmente — têm estruturas corporais maiores que as das mulheres, ocupando uma área maior para depositar suas bactérias. Entretanto, de acordo com estudos anteriores, eles também são mais sujinhos mesmo, lavando as mãos ou escovando os dentes com bem menos frequência do que elas.

*Com informações PLoS One e Live Science
FONTE: Tecmundo

Lanterna Verde é gay, revela DC Comics

Após a DC Comics manter suspense sobre qual personagem seria reintroduzido como gay, chegou a hora da revelação. O Lanterna Verde vai reaparecer como homossexual no segundo número da história em quadrinhos “Earth 2″, que será lançado nos EUA na próxima quarta-feira.
Alan Scott, o Lanterna Verde, além de membro fundador da Sociedade da Justiça, é um dos mais antigos dentro das histórias da DC Comics, criado em 1940. Essa novidade faz parte de uma atualização do personagem para tempos contemporâneos, “para refletirmos o mundo em que vivemos”, segundo publicação feita no site da DC Comics.

Em uma das cenas da nova história, Alan Scott aparecerá aos beijos com outro homem. No entanto, ele não é o único personagem que apresentará novidades. Essa é apenas uma de várias das histórias da DC Comics.

No ano passado, a editora resolveu recomeçar a contar as aventuras de seus super-heróis durante a juventude. Entre os personagens, está o Super-Homem, além da Mulher-Maravilha, do Batman e do Robin.

Crédito da imagem: Divulgação/DC Comics
FONTE: INFO

Só um em cada cinco celulares no Brasil usa redes 3G

Apesar de crescimento lento, receita de dados das operadoras teve aumento expressivo de 44,2% entre o trimestre final de 2011 e o primeiro deste ano.

Apenas um em cada cinco celulares no Brasil acessa a rede de dados 3G. No 1º. trimestre, a internet rápida estava presente em 20,3% da base e, pela primeira vez, a quantidade de acessos GSM (2G) em números absolutos caiu de 199,5 milhões, em dezembro de 2011, para 197,5 milhões, no final de março deste ano. Os dados são do estudo “Balanço Huawei da Banda Larga” (zip), divulgado pela fabricante nesta terça (29).

A banda larga móvel chegou a 52 milhões de acessos no primeiro trimestre do ano, entre aparelhos celulares e terminais de dados (modems). Dados mais recentes, do mês de abril, indicam que este número já atingiu 54,3 milhões ou, aproximadamente, 28% de penetração da banda larga móvel no Brasil.

Projeções da consultoria Teleco apontam que o Brasil deve terminar 2012 com 73 milhões de acessos de banda larga móvel, alcançando 124 milhões em 2014, ano da Copa do Mundo.

O estudo mostra também que, no 1º. trimestre, metade dos 5 565 municípios brasileiros tinha banda larga móvel, o equivalente a 85% da população. O número é superior à meta estabelecida pela Anatel para 2016. No período, 258 novos municípios, com 4,1 milhões de pessoas, começaram a ser atendidos.

A receita de dados continua a crescer aceleradamente, registrando aumento expressivo de 44,2% entre o trimestre final do ano passado e o primeiro deste ano, estimulado pelo aumento da venda de smartphones. A de voz também continua crescendo: a taxa foi de 8% na comparação entre os mesmos períodos.

Quanto aos planos de serviço oferecidos pelas operadoras, no pós-pago, todas estão cobrando por volume de dados. Em geral, ao consumir a franquia de dados o usuário continua com acesso ao serviço, mas com uma velocidade reduzida. Planos pré-pagos também estão sendo oferecidos por todas as operadoras; algumas adotaram pacotes por dia, por semana, por quinzena ou por mês.

A média de preços no Brasil para pacotes de 500MB, 1 e 2GB está muito acima dos valores praticados em outros países. A carga tributária e a taxa de câmbio afetam esta comparação.

BANDA LARGA FIXA

O Balanço indica também que, com 16,5 milhões de acessos fixos ao final de 2011, o Brasil é o 9º. país em quantidade de banda larga fixa no mundo. Mas com a densidade de 8,8 acessos por 100 habitantes, ainda está muito aquém da média dos países desenvolvidos (25,7 acessos por 100 habitantes) e também da China que dispõe de 11,6 acessos de banda larga fixa a cada 100 habitantes.

Em 2011, praticamente todas as sedes dos municípios brasileiros estavam atendidos por banda larga fixa e as projeções estimam que este serviço deve continuar crescendo a uma taxa média anual de 20%, atingindo 20 milhões de acessos em 2012 e 30 milhões em 2014.

FONTE: PCWorld

Debate discute regulação do uso da internet proposta por PL na Câmara

Criar regras na internet sem que se configure, com isso, censura. Os limites e desafios para se alcançar esse equilíbrio, na criação do Marco Civil da Internet (PL 2.126/11), foram discutidos no último dia 01/06, no Rio de Janeiro, ao vivo pela internet. O debate, intitulado Fórum TI Rio Marco Civil na Internet, teve o objetivo de buscar definir os princípios que devem nortear a internet no Brasil.

De autoria do Executivo, o projeto, que estabelece direitos e deveres de usuários e provedores, tramita atualmente em comissão especial na Câmara dos Deputados. Para o conselheiro do Comitê Gestor da Internet e diretor executivo da Associação Brasileira de Internet (Abranet), Eduardo Parajo, é fundamental estabelecer patamares e premissas básicas para garantir maior segurança aos usuários e provedores. "É importante deixar claro que, como garantir a proteção dos dados pessoais, a governança da internet e que quem fornece a ferramenta não é responsável pelo que os usuários postam, por exemplo", observou.

Parajo lembrou que milhares de ações que tramitam nos tribunais tentam responsabilizar os provedores, que oferecem a plataforma, pelos conteúdos postados, como ocorre com o Twitter e Facebook.

- O provedor não deve exercer o papel de polícia, a não ser em relação à pedofilia e ao racismo, que são facilmente identificáveis.

O relator do projeto, deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), defendeu que a nova lei será uma espécie de "Constituição da internet", que deverá garantir o direito ao acesso à informação, a neutralidade da rede, a liberdade do cidadão e a proteção da privacidade.

- Estamos avançando para acolher o maior número de sugestões para melhorar o marco civil, que deve ser um grande guarda-chuva. E espero que, a partir dessa lei, outras sejam criadas para aprofundar os direitos dos cidadãos no uso da internet.

Molon citou problemas referentes à internet que acabam nos tribunais, como o uso, a fiscalização e a venda de informações sobre os usuários para oferecer produtos e serviços comerciais.

- Por isso, é importante criar regras claras que não deixem dúvidas e brechas na lei sobre esses direitos e deveres e a liberdade de expressão.

Outro ponto do projeto de lei aborda a privacidade no ambiente de trabalho, proibindo o empregador ter acesso irrestrito ao e-mail corporativo do empregado.

- O e-mail, mesmo que seja o do trabalho, é uma forma de comunicação do usuário, e sua privacidade deve ser respeitada e a inviolabilidade das comunicações está na Constituição. Mas, na prática, esse direito não é garantido na internet - disse o coordenador de Direito da Escola de Graduação e Pós-graduação Ibmec, Bruno Lewicki, que elogiou a iniciativa de um marco que estabeleça princípios e diretrizes do uso da internet com foco nos direitos do cidadão: "é um projeto exemplar, que incluiu a sociedade por meio das consultas públicas, e é um projeto contemporâneo, pois foge dessa ótica puramente criminalizante, desconectada da realidade prática."

Até o momento, ocorreram cinco seminários e estão previstos mais três para a elaboração final do projeto, previsto para ser apresentado no dia 22 deste mês e votado até julho em comissão especial da Câmara dos Deputados criada para análise da proposta. Caso aprovado na comissão, o projeto irá à votação no plenário.

* Com informações Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital