A inadimplência com as empresas de telefonia fixa foi de 7,6%, enquanto com as de telefonia móvel atingiu 8,7%, entre outubro de 2010 e setembro de 2011. Os dados fazem parte do Estudo Serasa Experian do Setor de Telefonia, divulgado no último dia 30/01.
Entre os consumidores de ambas as modalidades de telefonia, o grupo Periferia Jovem, que contempla os segmentos sociais Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, Jovens na Informalidade, Trabalhadores de Baixa Qualificação, Excluídos do Sistema, Estudantes da Periferia e Famílias Assistidas da Periferia e que representa 20,9% da população brasileira, foi o que teve a maior representatividade em termos de inadimplência.
De todos os CPFs inadimplentes com as prestadoras de serviços de telefonia fixa, 28,4% eram de consumidores classificados no grupo Periferia Jovem. Da mesma forma, em relação aos serviços de telefonia móvel, 24,4% dos inadimplentes eram desse grupo.
“O jovem é novo não somente no crédito e consumo, mas também na sua relação com o dinheiro. A inexperiência justifica a importância do tema educação financeira. Além da pouca experiência em administrar seu orçamento, somadas compras financiadas, esse consumidor simultaneamente agrega novos hábitos de consumo em seus gastos, como celular, smartphone, TV a cabo, internet, etc.”, diz o presidente da Serasa Experian e Experian América Latina, Ricardo Loureiro.
Outros grupos e a inadimplência
A inadimplência também aparece alta entre os grupos Aspirantes Sociais, que correspondem a 17,4% na fixa e 18,1% na móvel, Assalariados Urbanos, com 13,2% de participação na fixa e 13,9% na móvel e Brasil Rural, com 11,5% em fixa e 11,3% em móvel. O grupo Aspirantes Sociais contempla os seguintes segmentos sociais: Profissionais em Ascensão Social, Boa Vida no Interior, Jovens em busca de oportunidades e Consumidores Indisciplinados. Já o grupo Assalariados Urbanos contempla Antigos Moradores, Jovens Promissores, Técnicos e Operários e Vida no Aperto.
Por fim, o Brasil Rural congrega A Pequena Alemanha no Brasil, Trabalhadores Rurais em Busca de Oportunidade, Trabalhadores e Proprietários de Terras, Jovens Empregados do Agronegócio, Jovens Trabalhadores do Nordeste Rural, Migrantes do Centro-Oeste e Ribeirinhos da Grande Amazônia.
O Estudo Serasa Experian do Setor de Telefonia observou uma amostra aleatória de 400 mil consultas efetuadas pelas empresas do setor de telefonia durante o período de outubro de 2010 a setembro de 2011. Foi apurada a ocorrência das negativações (eventos de inadimplência) ao longo dos 12 meses subsequentes ao término do período de apuração das consultas.
Os grupos fazem parte de uma classificação elaborada pelo Mosaic Brasil, solução da Serasa Experian para análise da sociedade em função da renda, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida, que organiza a população em 10 grupos e 39 segmentos.
FONTE: Convergência Digital
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Mulheres são maioria entre os brasileiros no Facebook
De acordo com números da consultoria Social Bakers, 38 milhões de brasileiros, ou metade dos internautas no País, está na rede social.
Quase 38 milhões de internautas brasileiros – metade dos ativos – são usuários do Facebook, o que faz do País o 4º no ranking da maior rede social do mundo, atrás da Indonésia (43 milhões), Índia (43,4 milhões) e, claro, EUA (156 milhões). Destes, 54% são mulheres. Os números são da consultoria de mídias sociais Social Bakers.
Outro dado interessante é que quase 20 milhões de brasileiros se inscreveram na rede somente nos últimos 6 meses.
São Paulo é a cidade com mais usuários: 4 milhões, aparecendo em 15º no ranking mundial, liderado por Jacarta (Indonésia), com 17,4 milhões, Istambul (Turquia), com 9,6 milhões, e Cidade do México, onde 9,3 milhões de usuários estão na rede.
Os dados também revelam o perfil do usuário nacional: 61% tem entre 18 e 34 anos (32%, entre 18 e 24). Já os adolescentes (entre 13 e 17 anos) são apenas 13%.
As marcas mais "curtidas" pelos brasileiros no FB são Guaraná Antárctica (3,7 milhões), Skol (3 milhões), L'Oréal Paris Brasil (2,4 milhões), Hotel Urbano (1,4 milhão) e "BrahmaFla" (1,45 milhão).
No mundo, a marca mais curtida é a Coca-Cola, cuja fanpage tem 38,1 milhões de Likes. Em seguida, Starbucks, com 28 milhões e Red Bull, com 26 milhões.
A consultoria também revela que entre os cinco lugares com mais "check-ins", quatro são aeroportos: Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP)lideram a lista, seguidos do Parque do Ibirapuera (SP), Viracopos (Campinas) e Pinto Martins (Fortaleza).
FONTE: IDG Now
Quase 38 milhões de internautas brasileiros – metade dos ativos – são usuários do Facebook, o que faz do País o 4º no ranking da maior rede social do mundo, atrás da Indonésia (43 milhões), Índia (43,4 milhões) e, claro, EUA (156 milhões). Destes, 54% são mulheres. Os números são da consultoria de mídias sociais Social Bakers.
Outro dado interessante é que quase 20 milhões de brasileiros se inscreveram na rede somente nos últimos 6 meses.
São Paulo é a cidade com mais usuários: 4 milhões, aparecendo em 15º no ranking mundial, liderado por Jacarta (Indonésia), com 17,4 milhões, Istambul (Turquia), com 9,6 milhões, e Cidade do México, onde 9,3 milhões de usuários estão na rede.
Os dados também revelam o perfil do usuário nacional: 61% tem entre 18 e 34 anos (32%, entre 18 e 24). Já os adolescentes (entre 13 e 17 anos) são apenas 13%.
As marcas mais "curtidas" pelos brasileiros no FB são Guaraná Antárctica (3,7 milhões), Skol (3 milhões), L'Oréal Paris Brasil (2,4 milhões), Hotel Urbano (1,4 milhão) e "BrahmaFla" (1,45 milhão).
No mundo, a marca mais curtida é a Coca-Cola, cuja fanpage tem 38,1 milhões de Likes. Em seguida, Starbucks, com 28 milhões e Red Bull, com 26 milhões.
A consultoria também revela que entre os cinco lugares com mais "check-ins", quatro são aeroportos: Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP)lideram a lista, seguidos do Parque do Ibirapuera (SP), Viracopos (Campinas) e Pinto Martins (Fortaleza).
FONTE: IDG Now
Bill Gates conta como a morte de Jobs impactou sua vida
Em entrevista, fundador da Microsoft falou sobre seu relacionamento com o inovador executivo, e como a morte de Jobs reforçou o desejo pelo trabalho filantrópico
Bill Gates foi inspirado a se dedicar ainda mais a seu trabalho filantrópico depois que a morte de Steve Jobs teria lembrado o fundador da Microsoft de que ele tem “tempo limitado” na Terra. A declaração de Gates foi dada durante o programa Nightline, durante uma entrevista sobre seu relacionamento com Jobs e como a morte do cofundador da Apple o afetou.
Apesar de eles não terem sido bons amigos, Walter Isaacson, biógrafo de Jobs apontou que “as pessoas podem, às vezes, amar e odiar umas às outras ao mesmo tempo”. Gates revelou ter feito uma visita à casa de Jobs semanas antes do cofundador da Apple morrer.
“Ele e eu sempre gostamos de conversar. Falávamos sobre as outras companhias que surgiam, falávamos sobre nossas famílias e como ambos tínhamos sorte em relação às mulheres com as quais nos casamos. Eram conversas bem relaxantes”, relembrou Gates.
O relacionamento, entretanto, nem sempre foi tão cordial. Jobs ficou indignado quando soube que o antigo chefe da Microsoft tinha se tornado o homem mais rico do mundo, dizendo, “esse nunca foi meu objetivo. E, no fim, não sei se era o objetivo dele também”.
Isaacson conversou com Gates, como parte de sua pesquisa para a biografia de Jobs, e o fundador da Microsoft contou que o modelo de negócios da Apple “só funcionaria se houvesse Steve Jobs”. Quando contou isso a Jobs, ele respondeu que o modelo da Microsoft também funcionou, “mas apenas se você não se importar em oferecer produtos ruins”.
Gates não é mais o homem mais rico do mundo, tendo doado grande parte de seu dinheiro. Desde 1994, a Gates Foundation já forneceu subsídios que totalizam mais de 26 bilhões de dólares a diversas ações é projetos filantrópicos. Entretanto, a morte de Jobs serviu como um lembrete a Gates de que ele precisa se empenhar em seus esforços de caridade, conforme disse na entrevista.
“É muito estranho que alguém tão vibrante, que fez uma grande diferença e que com uma presença tão constante tenha morrido. Faz você pensar ‘nossa, estamos ficando velhos’. Espero ainda ter um pouco de tempo para focar no que faço hoje, que é o trabalho filantrópico. E há drogas que estamos investindo agora que não estarão prontas nos próximos 15 anos - para erradicação da malária, preciso de duas décadas para preencher essa oportunidade. Mas isso te lembra que você precisa escolher coisas importantes porque você têm um tempo limitado."
FONTE: Macworld
Bill Gates foi inspirado a se dedicar ainda mais a seu trabalho filantrópico depois que a morte de Steve Jobs teria lembrado o fundador da Microsoft de que ele tem “tempo limitado” na Terra. A declaração de Gates foi dada durante o programa Nightline, durante uma entrevista sobre seu relacionamento com Jobs e como a morte do cofundador da Apple o afetou.
Apesar de eles não terem sido bons amigos, Walter Isaacson, biógrafo de Jobs apontou que “as pessoas podem, às vezes, amar e odiar umas às outras ao mesmo tempo”. Gates revelou ter feito uma visita à casa de Jobs semanas antes do cofundador da Apple morrer.
“Ele e eu sempre gostamos de conversar. Falávamos sobre as outras companhias que surgiam, falávamos sobre nossas famílias e como ambos tínhamos sorte em relação às mulheres com as quais nos casamos. Eram conversas bem relaxantes”, relembrou Gates.
O relacionamento, entretanto, nem sempre foi tão cordial. Jobs ficou indignado quando soube que o antigo chefe da Microsoft tinha se tornado o homem mais rico do mundo, dizendo, “esse nunca foi meu objetivo. E, no fim, não sei se era o objetivo dele também”.
Isaacson conversou com Gates, como parte de sua pesquisa para a biografia de Jobs, e o fundador da Microsoft contou que o modelo de negócios da Apple “só funcionaria se houvesse Steve Jobs”. Quando contou isso a Jobs, ele respondeu que o modelo da Microsoft também funcionou, “mas apenas se você não se importar em oferecer produtos ruins”.
Gates não é mais o homem mais rico do mundo, tendo doado grande parte de seu dinheiro. Desde 1994, a Gates Foundation já forneceu subsídios que totalizam mais de 26 bilhões de dólares a diversas ações é projetos filantrópicos. Entretanto, a morte de Jobs serviu como um lembrete a Gates de que ele precisa se empenhar em seus esforços de caridade, conforme disse na entrevista.
“É muito estranho que alguém tão vibrante, que fez uma grande diferença e que com uma presença tão constante tenha morrido. Faz você pensar ‘nossa, estamos ficando velhos’. Espero ainda ter um pouco de tempo para focar no que faço hoje, que é o trabalho filantrópico. E há drogas que estamos investindo agora que não estarão prontas nos próximos 15 anos - para erradicação da malária, preciso de duas décadas para preencher essa oportunidade. Mas isso te lembra que você precisa escolher coisas importantes porque você têm um tempo limitado."
FONTE: Macworld
Não diga: Loja Apple brasileira é a mais cara do mundo
Pesquisa de consultoria da Alemanha com 37 lojas online da empresa apontou a brasileira como a mais cara; Canadá e EUA oferecem os menores preços.
Os brasileiros são os que mais gastam dinheiro quando o assunto é comprar produtos da Apple. A constatação veio de um estudo da consultoria alemã Idealo.
A empresa, especializada em comparação de preços, analisou os cinco produtos mais vendidos pela gigante de tecnologia em 37 países, depois somou os valores praticados nas lojas online – com impostos – e fez uma média.
A partir dos preços de iPad 2, MacBook Air, iPod Touch, MacBook Pro e iMac, constatou que a média do Brasil ficou em US$ 1.386, portanto, a maior do mundo.
República Tcheca, Tailândia, Noruega e Dinamarca também estão entre as mais caras.
Na outra ponta fica a Malásia, onde a média não passa de US$ 803. Os Estados Unidos aparecem só em quarto lugar, com US$ 819. Nas segunda e terceira posições vem Canadá e Hong Kong, respectivamente.
FONTE: Techlider
Os brasileiros são os que mais gastam dinheiro quando o assunto é comprar produtos da Apple. A constatação veio de um estudo da consultoria alemã Idealo.
A empresa, especializada em comparação de preços, analisou os cinco produtos mais vendidos pela gigante de tecnologia em 37 países, depois somou os valores praticados nas lojas online – com impostos – e fez uma média.
A partir dos preços de iPad 2, MacBook Air, iPod Touch, MacBook Pro e iMac, constatou que a média do Brasil ficou em US$ 1.386, portanto, a maior do mundo.
República Tcheca, Tailândia, Noruega e Dinamarca também estão entre as mais caras.
Na outra ponta fica a Malásia, onde a média não passa de US$ 803. Os Estados Unidos aparecem só em quarto lugar, com US$ 819. Nas segunda e terceira posições vem Canadá e Hong Kong, respectivamente.
FONTE: Techlider
Número de filmes brasileiros triplica na era Lula
Nacional lidera aumento de público, mas renda fica com estrangeiro.
O número de ingressos vendidos nas bilheterias dos cinemas brasileiros em 2011 foi o maior dos últimos dez anos, totalizando 143,9 milhões de bilhetes, com geração de renda bruta de R$ 1,44 bilhão. Sete filmes nacionais bateram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos, de acordo com os dados do Informe Anual de Acompanhamento de Mercado de 2011, divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).
No ano passado, 99 filmes brasileiros foram exibidos nas salas de cinema do país. "Esse número é três vezes maior do que a quantidade de filmes brasileiros em 2003", informou à Agência Brasil o presidente da Ancine, Manoel Rangel.
O informe mostra que houve incremento de 160,53% na quantidade de ingressos de filmes estrangeiros vendidos nas bilheterias de cinemas no Brasil entre 2002 e 2011 e crescimento de 71,36% na renda de filmes internacionais. Os filmes nacionais comandaram uma expansão de 304% na venda de ingressos, mas somente de 50,8% na renda. No total, as vendas de ingressos subiram 171,51%.
O avanço maior em 2011, porém, foi do cinema estrangeiro. O nacional teve apenas a terceira maior bilheteria dos últimos dez anos. Foram vendidos no ano passado cerca de 17,9 milhões de ingressos para o cinema nacional.
O número de filmes brasileiros no ano passado praticamente atingiu a meta estabelecida pelo Governo Federal em 2003, que era chegar a um patamar de produção e lançamento de 100 filmes brasileiros por ano. Segundo a Ancine, 66% da renda obtida com os filmes brasileiros (R$ 163,27 milhões) foram gerados por distribuidoras brasileiras.
Manoel Rangel explicou que, em 2010, a venda recorde de 25,6 milhões de bilhetes para produções nacionais resultou de um fenômeno de bilheteria, o filme Tropa de Elite 2, que levou aos cinemas de todo o país 11,4 milhões de pagantes.
Três filmes brasileiros ficaram entre as 20 maiores bilheterias do ano passado: De Pernas para o Ar, com 3,09 milhões de espectadores pagantes, Cilada.Com (2,99 milhões), e Bruna Surfistinha (2,16 milhões de ingressos vendidos).
FONTE: Monitor Mercantil Digital
O número de ingressos vendidos nas bilheterias dos cinemas brasileiros em 2011 foi o maior dos últimos dez anos, totalizando 143,9 milhões de bilhetes, com geração de renda bruta de R$ 1,44 bilhão. Sete filmes nacionais bateram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos, de acordo com os dados do Informe Anual de Acompanhamento de Mercado de 2011, divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).
No ano passado, 99 filmes brasileiros foram exibidos nas salas de cinema do país. "Esse número é três vezes maior do que a quantidade de filmes brasileiros em 2003", informou à Agência Brasil o presidente da Ancine, Manoel Rangel.
O informe mostra que houve incremento de 160,53% na quantidade de ingressos de filmes estrangeiros vendidos nas bilheterias de cinemas no Brasil entre 2002 e 2011 e crescimento de 71,36% na renda de filmes internacionais. Os filmes nacionais comandaram uma expansão de 304% na venda de ingressos, mas somente de 50,8% na renda. No total, as vendas de ingressos subiram 171,51%.
O avanço maior em 2011, porém, foi do cinema estrangeiro. O nacional teve apenas a terceira maior bilheteria dos últimos dez anos. Foram vendidos no ano passado cerca de 17,9 milhões de ingressos para o cinema nacional.
O número de filmes brasileiros no ano passado praticamente atingiu a meta estabelecida pelo Governo Federal em 2003, que era chegar a um patamar de produção e lançamento de 100 filmes brasileiros por ano. Segundo a Ancine, 66% da renda obtida com os filmes brasileiros (R$ 163,27 milhões) foram gerados por distribuidoras brasileiras.
Manoel Rangel explicou que, em 2010, a venda recorde de 25,6 milhões de bilhetes para produções nacionais resultou de um fenômeno de bilheteria, o filme Tropa de Elite 2, que levou aos cinemas de todo o país 11,4 milhões de pagantes.
Três filmes brasileiros ficaram entre as 20 maiores bilheterias do ano passado: De Pernas para o Ar, com 3,09 milhões de espectadores pagantes, Cilada.Com (2,99 milhões), e Bruna Surfistinha (2,16 milhões de ingressos vendidos).
FONTE: Monitor Mercantil Digital
Professores da rede pública receberão quase 600 mil tablets em 2012
Governo brasileiro vai gastar mais R$ 150 milhões com os equipamentos; portáteis serão usados em conjunto com lousas digitais.
No segundo semestre deste ano, o MEC (Ministério da Educação) deve iniciar a distribuição de quase 600 mil tablets para professores da rede pública de ensino, segundo informações da Agência Brasil. O objetivo é que esse equipamento chegue a 62.230 escolas.
Para que isso seja possível, o governo vai desembolsar entre 150 milhões e 180 milhões de reais. A licitação foi iniciada em dezembro de 2011, com o objetivo de adquirir 900 mil aparelhos de fabricação nacional, com telas entre 7 e 10 polegadas.
Digibras e Positivo venceram a licitação, mas o contrato só deve ser fechado somente em abril, pois o Inmetro ainda precisa avaliar se os produtos atendem às exigências do edital.
O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. Segundo o ministério, o equipamento de 7 polegadas custa cerca de R$ 800, normalmente.
O programa vai começar com a distribuição de equipamentos para os professores porque o MEC acredita que o projeto tem mais chances de sucesso se o docente dominar o equipamento, antes do tablet chegar ao aluno.
“A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil. Cursos de capacitação presencial e a distância vão ser oferecidos ao professor.
Segundo o ministro, com o tablet o professor poderá preparar as aulas, acessar a Internet e consultar conteúdos como revistas pedagógicas e 60 livros que estarão instalados no equipamento. Estarão disponíveis conteúdos para aulas como física, matemática, biologia e química.
As aulas preparadas no tablet serão apresentadas por meio da lousa digital. No ano passado já foram entregues 78 mil desses equipamentos.
Depois dos professores do ensino médio, será a vez dos docentes do ensino fundamental. Ainda não há previsão sobre quando os alunos receberão o equipamento.
FONTE: IDG Now
No segundo semestre deste ano, o MEC (Ministério da Educação) deve iniciar a distribuição de quase 600 mil tablets para professores da rede pública de ensino, segundo informações da Agência Brasil. O objetivo é que esse equipamento chegue a 62.230 escolas.
Para que isso seja possível, o governo vai desembolsar entre 150 milhões e 180 milhões de reais. A licitação foi iniciada em dezembro de 2011, com o objetivo de adquirir 900 mil aparelhos de fabricação nacional, com telas entre 7 e 10 polegadas.
Digibras e Positivo venceram a licitação, mas o contrato só deve ser fechado somente em abril, pois o Inmetro ainda precisa avaliar se os produtos atendem às exigências do edital.
O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. Segundo o ministério, o equipamento de 7 polegadas custa cerca de R$ 800, normalmente.
O programa vai começar com a distribuição de equipamentos para os professores porque o MEC acredita que o projeto tem mais chances de sucesso se o docente dominar o equipamento, antes do tablet chegar ao aluno.
“A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil. Cursos de capacitação presencial e a distância vão ser oferecidos ao professor.
Segundo o ministro, com o tablet o professor poderá preparar as aulas, acessar a Internet e consultar conteúdos como revistas pedagógicas e 60 livros que estarão instalados no equipamento. Estarão disponíveis conteúdos para aulas como física, matemática, biologia e química.
As aulas preparadas no tablet serão apresentadas por meio da lousa digital. No ano passado já foram entregues 78 mil desses equipamentos.
Depois dos professores do ensino médio, será a vez dos docentes do ensino fundamental. Ainda não há previsão sobre quando os alunos receberão o equipamento.
FONTE: IDG Now
Incidentes de segurança virtual crescem três vezes em um ano no Brasil
As notificações de incidentes de segurança virtual cresceram quase três vezes em um ano, conforme dados divulgados nesta terça-feira (31) pelo CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil).
Segundo o centro, o número total de notificações recebidas em 2011 foi de 399.515. Dessas, as notificações de tentativas de fraude totalizaram 40.381 incidentes, o que corresponde a um aumento de 30% em relação a 2010.
Os cavalos de troia, geralmente utilizados para furtar informações e credenciais, cresceram apenas 1,5% em comparação com o ano passado.
O salto mesmo ficou por conta das páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico (prática conhecida como phishing), que em 2011 cresceram 62% em relação a 2010.
O centro de estudos também notou, em 2011, o aumento de 78% nas notificações de ataques a servidores em comparação com 2010, totalizando 15.491 notificações. Nesses ataques, criminosos exploram falhas na segurança que possam hospedar secretamente software malicioso e páginas falsas.
FONTE: Folha.com
Segundo o centro, o número total de notificações recebidas em 2011 foi de 399.515. Dessas, as notificações de tentativas de fraude totalizaram 40.381 incidentes, o que corresponde a um aumento de 30% em relação a 2010.
Os cavalos de troia, geralmente utilizados para furtar informações e credenciais, cresceram apenas 1,5% em comparação com o ano passado.
O salto mesmo ficou por conta das páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico (prática conhecida como phishing), que em 2011 cresceram 62% em relação a 2010.
O centro de estudos também notou, em 2011, o aumento de 78% nas notificações de ataques a servidores em comparação com 2010, totalizando 15.491 notificações. Nesses ataques, criminosos exploram falhas na segurança que possam hospedar secretamente software malicioso e páginas falsas.
FONTE: Folha.com
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