quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Você pode ser um criminoso virtual sem nem saber

Pesquisa revela que pelo menos metade dos usuários de internet já cometeram ilegalidades.

Quando estamos sentados à frente de um computador, é difícil não pensar que estamos seguros. Afinal de contas, fechados no escritório ou em casa, ninguém pode nos alcançar. Mas nunca é demais lembrar que as mesmas leis do “mundo real” também regulam o ambiente online e, de acordo com pesquisa do site Know The Net, pelo menos metade dos internautas já cometeu crimes na rede.

As acusações variam muito. É possível encontrar pessoas violando leis de direitos autorais, invadindo a privacidade alheia, incitando tumultos ou postando comentários ofensivos, difamatórios ou preconceituosos. Todos crimes passíveis de processo e, em alguns casos, até mesmo prisão.

A pesquisa foi compilada após entrevistar 2 mil ingleses, entre 14 e 21 anos. O mais impressionante é que 42% dos consultados afirmaram não saber que as leis também se aplicam à web e mais da metade deles confessou não imaginar que poderiam ser processados por difamação por causa de comentários em redes sociais.

E aí, você toma cuidado com o que anda escrevendo ou publicando na rede?

FONTE: Tecmundo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Brasil atinge 35 milhões de usuários no Facebook e ultrapassa México

País com maior crescimento de usuários do Facebook, o Brasil atingiu recentemente a marca das 35 milhões de pessoas que utilizam a rede social. Apenas no último mês, o aumento foi de 15,43%, que levou a ultrapassagem do México, que conta atualmente com 30 milhões de usuários. Os dados são da consultoria SocialBakers e vão ao encontro de pesquisas recentes divulgadas, como a do Ibope Nielsen, que aponta aumento de 14% em usuários únicos no Brasil durante o último ano; e da comScore, que mostra o uso de redes sociais por 90,8% usuários de internet no país.

Para Gabriel Borges, diretor da LikeStore, o bom momento econômico e a maior inclusão digital fez com que mais gente chegue à internet.

- Nos próximos meses o Brasil deve ultrapassar a Índia e Indonésia, que estão respectivamente no terceiro e segundo lugar da lista, e atingir a vice-liderança. Este crescimento é positivo também para a fomentação do social commerce no país, já que 70% dos internautas brasileiros estão atrás de lojas virtuais - estima o executivo.

FONTE: Monitor Mercantil Digital

domingo, 8 de janeiro de 2012

MOMENTO ROCK Barão Vermelho

Nos meados dos anos 80, quando tinha os meus 14 ou 15 anos de idade, ainda no colegial, batendo meu futebol descalço na rua, curtindo as festinhas americanas, as paqueras, o disco de vinil, onde nas discotecas, tocava-se Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs, e também não poderia deixar de falar no Barão Vermelho, fundada em 1981, na cidade do Rio de Janeiro.
Os estudantes Guto Goffi (bateria), com 19 anos e Maurício Barros (teclado) com 17 anos de idade, após assistirem um show do Queen no Morumbi, em São Paulo, surgiu o desejo em formar uma banda de rock. Logo depois, a dupla se uniu a Dé, baixo, e Frejat, guitarra, faltava somente o vocalista.

Os ensaios ocorriam sempre na casa dos pais de Maurício, onde através de uma amiga de escola, convidaram um vocalista chamado Léo Guanabara (que veio a ser conhecido como Léo Jaime), devido ao timbre da voz, incompatível com o projeto, fez com que ele não fosse aprovado pela banda, mas indicou Cazuza, e assim nasce o BARÃO VERMELHO, em homenagem ao aviador alemão Manfred von Richthofen, principal inimigo dos Aliados na Primeira Guerra.

Em 1982, o produtor musical Ezequiel Neves e o diretor da Som Livre, Guto Graça Mello, juntos, eles lançaram a banda e, com uma produção baratíssima, foi gravado o primeiro álbum do Barão, que recebeu o nome da banda, fazendo inclusive alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1983 é lançado o LP "Barão Vermelho 2".

Embora tocando pouco nas rádios, somente depois que Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz", aí sim, passam a tocar a versão original, e nessa mesma época também, Caetano Veloso reconheceu Cazuza como um grande poeta e incluiu a música "Todo amor que houver nessa vida" no repertório do seu show, e a partir desse momento então, o Barão Vermelho decolou de vez.

Em 1984, começaram a ter o destaque que mereciam, sendo convidados para compor a trilha sonora do filme Bete Balanço, e aproveitando o embalo, o lançou o terceiro disco, Maior Abandonado, conseguindo vender mais de 100 mil cópias em apenas seis meses.

Tocaram com a Orquestra Sinfônica Brasileira, e em 1985, foi convidado para abrir os shows internacionais do Rock in Rio. Depois de tanto sucesso, estava claro para todos que a carreira da banda estava consolidada.

Mas quando parecia estar tudo bem, Cazuza deixa a banda, levando consigo algumas músicas para o seu primeiro disco solo. A saída, no entanto, anunciada primeiramente ao público no final de um show, foi conturbada, causando uma ruptura na forte amizade que unia Cazuza e Frejat e que só veio a ser reconciliada anos depois. A banda superou, lançando a música "Torre de Babel", agora com Frejat no vocal.

Depois de Cazuza, foi à vez do tecladista Maurício deixar a banda, e entraram o guitarrista Fernando Magalhães e o percussionista Peninha. Logo depois foi a vez do baixista Dé, dando lugar a Dadi, ex integrante dos "Novos Baianos" e do "A Cor do Som", onde então vem a ser substituído por Rodrigo Santos.

Em 2001, após apresentar-se no Rock in Rio 3 Por Um Mundo Melhor, os integrantes resolveram dar uma "pausa" na banda a fim de desenvolverem projetos pessoais, retornando em 2004, onde nesse meio tempo, lançam um novo álbum, "Barão Vermelho", um livro sobre sua carreira e o DVD com o histórico show no Rock in Rio I, até que em janeiro de 2007, a banda faz seu último show no Rio de Janeiro, antes de nova parada "de férias".

Nestes 30 anos de estrada, o Barão Vermelho ganhou vários prêmios, em diversas categorias, com 12 álbuns lançados, com 05 álbuns ao Vivo, 03 coletâneas, um livro, com uma história belíssima, onde o baixista Rodrigo Santos e o vocalista Roberto Frejat cogitam a volta do Barão aos palcos a partir de 2012.

Nós, fãs do velho e bom rock and roll, fãs do som com qualidade estamos torcendo que isso aconteça neste ano.

Valeu e até a próxima.

AUTOR: Denílson Lopes da Costa

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Planos para 2012: como construir a carreira dos sonhos?

Especialista dá três dicas de passos necessários para quem quer ter o controle sobre o próprio sucesso profissional
Muitas pessoas se dizem descontentes com seu trabalho atual. Não à toa, estudos indicam que 45% dos profissionais brasileiros estão dispostos a mudar de emprego. No entanto, quando conseguem fazer essa transição, na maior parte dos casos, em pouquíssimo tempo, voltam a ficar frustrados. O motivo para isso? É necessário fazer um planejamento adequado para conseguir e se manter no emprego dos sonhos.

A consultora especializada em carreira Erika Andersen, autora de diversos livros sobre o assunto, dá três dicas, em seu blog na revista Forbes, para fazer essa mudança de carreira e não se sentir frustrado no final do caminho:

Dica 1: Tenha objetivos razoáveis
O profissional precisa entender exatamente o que o inspira e qual o trabalho que pode dar mais prazer no futuro para definir um emprego ideal. “E você precisa ser realista em seus objetivos: se sua ambição é tornar-se um astrofísico e você já está formado em uma universidade e não tem qualquer afinidade com ciências, esta não é uma aspiração razoável”, exemplifica.

Ela aconselha que as pessoas pensem na carreira baseadas nos conhecimentos que já possuem, experiências e interesses, além de, obviamente, descobrirem ser têm os recursos necessários para trabalhar na área desejada.

“Foque no que você gostaria realmente de fazer e que acha ser possível”, pontua a especialista, aconselhando que o profissional escreva suas principais conclusões e, a partir daí, trace um plano de ação para atingir seus objetivos, em determinado tempo. “Se seu objetivo vai depender de voltar para a faculdade ou ganhar muito mais experiência profissional, pense em algo de longo prazo. Já se você quiser fazer um simples avanço em sua carreira atual, seu tempo para atingir o objetivo pode ser mais curto”, exemplifica.

Dica 2: Seja honesto sobre os obstáculos
Depois de ter uma clara ideia de qual a carreira que gostaria de seguir e quanto tempo vai ser necessário para atingir o trabalho dos sonhos, se prepare para as barreiras que podem surgir no caminho. “Eu sugiro que você enxergue obstáculos de mercado e pessoais”, cita a especialista.

Entre os exemplos de situações que precisam ser analisadas, ela destaca que o profissional deve enxergar se a cidade em que mora tem espaço para a carreira que quer seguir; se está disposto a abrir mão de parte do salário atual para entrar em uma nova área; se vai ter dificuldade para aprender novas coisas que serão fundamentais na área que pretende seguir, entre outros.

Dica 3: Organize o plano de ação e vá à luta
Após entender exatamente o que quer fazer e quais os obstáculos vai enfrentar pela frente, o profissional deve detalhar todos os esforços que serão necessários, na ordem correta, para atingir os objetivos.

“Por exemplo, se você descobre que precisa buscar conhecimentos adicionais [para atingir o emprego dos sonhos] deve traçar um plano de ação específico para isso, em ordem cronológica”, afirma Erika. Como exemplo, ela cita que o profissional em questão pode traçar uma ação em quatro passos: 1. falar com as pessoas no mercado para entender o que elas pensam que é mais importante em termos de conhecimento e formação; 2. pesquisar os cursos específicos; 3. definir quais são as opções razoáveis em termos de tempo e dinheiro; 4. determinar a melhor opção.

A especialista conclui dizendo que a decisão de definir os rumos da própria carreira serve como um estímulo para qualquer profissional. “Minha experiência é que muitas coisas boas se seguem a isso: mais energia, aumento da auto-confiança, moral elevada e uma excelente sensação de sucesso”, finaliza.

FONTE: Olhar Digital

Facebook é causa de um em cada três divórcios na Inglaterra

Segundo levantamento, 33% dos pedidos de divórcio no país citavam a rede social; mensagens inapropriadas e comentários maldosos para ex são as principais razões

Maridos e esposas do Reino Unido que se separam estão cada vez mais citando o Facebook em suas petições, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site local especializado Divorce-Online.

Lançado nesta semana, o levantamento revelou que 33% dos pedidos de divórcio no país continham a palavra Facebook. Esse é um aumento significativo em relação a última vez que o site realizou a pesquisa em 2009. Naquela época, a rede social foi mencionada em 20% dos pedidos amostrados pelos pesquisadores.

Apesar de os advogados de divórcio estarem vasculhando o Facebook em busca de sinais de infidelidade, eles também procuram por comentários depreciativos feitos pelos esposos e esposas sobre o outro após terem se separado e estarem brigando judicialmente, explica o site. A página descobriu que as razões mais comuns para citar o Facebook em um processo de divórcio são:

- Mensagens inapropriadas para membros do sexo oposto

- Casais separados postando comentários maldosos um sobre o outro

- Amigos do Facebook informando o comportamento do ex-companheiro(a)

Leia também:

- Novo recurso do Facebook entrega até infidelidade, diz especialista

Já o microblog Twitter foi citado em apenas 20 dos 5.000 processos analisados pelo site.

Como as redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação, tornaram-se o lugar mais fácil para as pessoas terem um caso ou flertarem com alguém do sexo do oposto, afirma o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

“Além disso, o uso do Facebook para fazer comentários sobre os parceiros(as) para amigos tornou-se algo extremamente comum, com os dois lados usando o site para mostrar suas mágoas um contra o outro”, completou.

Com cerca de 800 milhões de usuários, a maior rede social do mundo também virou terreno fértil para achar evidências em processos de divórcio nos Estados Unidos. Por exemplo, um estudo realizado em fevereiro de 2010 pelo membros da American Academy of Matrimonial Lawyers revelou que 81% desses profissionais viram um aumento em relação aos cinco anos anteriores no uso de evidências a partir de redes sociais nos processos de divórcio. Mais ainda, 66% afirmou que o Facebook era uma fonte primária para encontrar evidências para o divórcio.

FONTE: IDGNow

TVs brasileiras devem chegar cheias de Ginga em 2012

Aparelhos produzidos no Brasil deverão contar com software que os transforma em TVs inteligentes.

O GINGA, software público e desenvolvido no Brasil, deverá estar presente em pelo menos 75% dos televisores com tela de cristal líquido fabricados na Zona Franca de Manaus em 2012. Já em 2013, todos os aparelhos passarão obrigatoriamente a ter o programa.

Apesar de encarecer os produtos em cerca de R$ 80, o software trará muitos benefícios, uma vez que ele é capaz de dar mais abrangência às ferramentas da TV digital.

Com ele, os telespectadores podem desfrutar melhor de toda a interatividade trazida pela tecnologia, como navegação por aplicativos, consultas inteligentes à programação ou mesmo ter acesso à conta bancária, por exemplo. O valor, espera-se, será absorvido pelas fabricantes.

A implantação se deve ao fato de que o Ministério das Comunicações deverá ter autorizado até o fim deste ano a transmissão do sinal digital para todas as 400 geradoras do país – responsáveis diretas pela produção de conteúdo.

Ainda segundo o ministério, até 2016, todos os canais com sinal analógico devem ser digitalizados.

FONTE: Tecmundo

Pequenas empresas desconhecem vantagens da web

Em pesquisa realizada pelo Comitê Gestor, a maioria dos microempresários (64%) alega não necessitar da rede para seus negócios.

A Internet continua a ser uma ferramenta muito pouco, ou quase não usadas pelos microempresários brasileiros, segundo a pesquisa TIC Microempresas 2010, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e divulgada nesta quarta-feira (28/12) pelo Comitê Gestor da Informática (CGI.br).

Os dados do levantamento realizado entre setembro e novembro de 2010, com mais de 1.500 empresas brasileiras que empregam até 10 funcionários, atualizam o levantamento de 2007. Os resultados revelam estabilidade no número de microempresas informatizadas _ em 2007, 69% tinham computadores com acesso à Internet e este patamar se manteve estável em 2010 _ mas a presença na Web é muito baixa _ 73% das microempresas pesquisadas não possuem site e 83% delas sequer figuram em canais online de parceiros ou terceiros. Pior, aquelas que têm página na Internet oferecem somente recursos básicos, como catálogos e listas de preços de produtos.

Na prática, a maioria dos microempresários entrevistados (64%) alega não necessitar da Internet para seus negócios. E mesmo aqueles que declaram usá-la, limitam-se a funções básicas, como envio de e-mail (97%) ou buscas online (88%). Atividades que exijam maior familiaridade com a Internet, como usar serviços bancários online, oferecer serviços ao consumidor, e o uso em treinamento, têm índices ainda relativamente baixos, principalmente quando comparados a empresas com mais de 10 funcionários: 58% das microempresas utilizam serviços bancários, 51% fazem uso de mensagens instantâneas, e apenas 40% oferecem serviços ao consumidor.

Outro indicador importante avaliado na consulta foi o uso que essas empresas fazem de sites governamentais. O índice, bastante significativo e similar ao que foi apresentado por empresas maiores, aponta que 71% das microempresas acessam páginas do governo. Entretanto, somente 7% das empresas com 1 a 9 funcionários adquirem bens ou serviços de organizações governamentais via Internet e apenas 37% fazem pagamentos pela rede a esses órgãos.

FONTE: Computerworld