A presidente Dilma Rousseff sancionou nessa segunda-feira (11) a lei que cria a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli), iniciativa que protege o patrimônio pessoal do empresário individual. O texto está publicado nesta terça-feira (12) no Diário Oficial.
A nova lei permite que a empresa seja constituída por uma única pessoa, sem necessidade de sócio. Ele deve ser titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não pode ser menor do que 100 vezes o valor do salário mínimo vigente. A legislação diz que o patrimônio social da empresa responde pelas dívidas do negócio, ficando de fora os bens dos sócios.
A lei sancionada também possibilita que quem já possui um negócio em sociedade possa se tornar empresa individual, ao permitir a concentração das quotas de outra modalidade societária numa única pessoa. O empresário só pode ter um único empreendimento nesta categoria.
“A mudança significa avanço no Código Civil e segurança aos empresários”, afirma o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick. Sua avaliação é de que essa nova figura jurídica traz simplificação, estímulo e transparência ao processo de formação de empresas no país.
“Simplifica porque, com a nova lei, quem quiser abrir uma empresa não precisa mais procurar um sócio, o que também acaba estimulando o empreendedorismo”, explica o gerente. Segundo ele, esse estímulo é reforçado pelo fato de o empresário não ter que expor seu patrimônio aos riscos do negócio. Bruno avalia que a lei também confere transparência à abertura de empresa. “Será possível saber quem realmente é sócio da empresa, pois hoje muitos não são de fato”, conclui.
FONTE: SEBRAE
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Bradesco troca senha por biometria nos caixas eletrônicos
A partir desta terça-feira, 12/07, os clientes do Bradesco poderão utilizar o sistema biométrico de leitura da palma da mão como única senha de acesso às transações bancárias em toda a rede de autoatendimento do banco.
Atualmente mais de cinco milhões de clientes do Bradesco já utilizam a leitura biométrica para efetuar suas transações, mas ainda era necessário digitar a senha de seis números, agora, de acordo com informe divulgado pelo banco, não precisará mais ser utilizada.
O sistema de biometria está instalado em todas as 3.672 agências do Bradesco e nos pontos externos da rede de autoatendimento Bradesco Dia e Noite, em todo o Brasil, informa o comunicado.
No caso dos equipamentos do Bradesco, o recurso de biometria utilizado é a leitura das veias da palma da mão do cliente. O sistema funciona como um scanner que captura a imagem do padrão vascular da palma da mão, que é único. Os terminais do banco trarão mensagens de como os clientes podem aderir à biometria.
FONTE: Convergência Digital
Atualmente mais de cinco milhões de clientes do Bradesco já utilizam a leitura biométrica para efetuar suas transações, mas ainda era necessário digitar a senha de seis números, agora, de acordo com informe divulgado pelo banco, não precisará mais ser utilizada.
O sistema de biometria está instalado em todas as 3.672 agências do Bradesco e nos pontos externos da rede de autoatendimento Bradesco Dia e Noite, em todo o Brasil, informa o comunicado.
No caso dos equipamentos do Bradesco, o recurso de biometria utilizado é a leitura das veias da palma da mão do cliente. O sistema funciona como um scanner que captura a imagem do padrão vascular da palma da mão, que é único. Os terminais do banco trarão mensagens de como os clientes podem aderir à biometria.
FONTE: Convergência Digital
Yahoo é acusada de "espionar" e-mails de usuários
Segundo a organização de defesa dos consumidores Which?, a mudança nos termos do serviço viola a privacidade dos internautas.
A Yahoo está sendo acusada de, ao mudar seus termos de uso do serviço de e-mail, permitir que as mensagens dos usuários sejam "espionadas” pela companhia, violando a privacidade dos usuários.
Segundo o jornal Daily Mail, a alteração recente leva o assinante do serviço a autorizar que a empresa analise o conteúdo das mensagens, informações que seriam utilizadas para a venda de publicidade direcionada.
Mesmo com o consentimento do usuário, a mudança tem provocado protestos de associações que defendem os direitos dos consumidores. Segundo a Which?, organização de defesa dos internautas, a atitude é uma clara violação da privacidade.
Segundo a Yahoo, o rastreamento do conteúdo tem como objetivo apenas oferecer recursos e conteúdos personalizados e relevantes, além de fornecer detecção de spam e de programas nocivos, protegendo o internauta.
FONTE: IDG Now!
A Yahoo está sendo acusada de, ao mudar seus termos de uso do serviço de e-mail, permitir que as mensagens dos usuários sejam "espionadas” pela companhia, violando a privacidade dos usuários.
Segundo o jornal Daily Mail, a alteração recente leva o assinante do serviço a autorizar que a empresa analise o conteúdo das mensagens, informações que seriam utilizadas para a venda de publicidade direcionada.
Mesmo com o consentimento do usuário, a mudança tem provocado protestos de associações que defendem os direitos dos consumidores. Segundo a Which?, organização de defesa dos internautas, a atitude é uma clara violação da privacidade.
Segundo a Yahoo, o rastreamento do conteúdo tem como objetivo apenas oferecer recursos e conteúdos personalizados e relevantes, além de fornecer detecção de spam e de programas nocivos, protegendo o internauta.
FONTE: IDG Now!
Pesquisa mostra que 84% dos motoristas falam ao celular, embora saibam dos riscos de acidente
Rio de Janeiro – Embora 100% dos motoristas achem que falar ao telefone celular aumenta as chances de acidentes, 84% admitem usar o aparelho quando estão dirigindo. Os dados fazem parte de pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. O levantamento foi divulgado no dia 07 de julho durante o Fórum Internacional Década de Ações para Segurança no Trânsito.
Os números mostram também que 48% dos entrevistados dizem que já passaram por alguma situação de risco ao volante, causada por uma distração, e em 23% dos casos o celular foi o responsável pelo incidente. Já 77% dos pedestres disseram atravessar a rua fora do sinal.
Para o coordenador da pesquisa, Sérgio Franco, os números mostram a falta de fiscalização, de punição mais severas e de educação no trânsito. “Só a fiscalização a curto prazo, para doer no bolso, e educação a longo prazo serão capazes de mudar essa cultura. Ainda falta muito para fazer no que diz respeito a políticas públicas para o trânsito, mas não podemos transferir todas as responsabilidades para o governo. Se cada um fizer sua parte, o problema está resolvido.”
O presidente da Sbot, Evandré Lech, chamou a atenção para a falta de uma política de Estado voltada à prevenção. “Já passamos de um limite tolerável no número de óbitos, que é de mais de 35 mil mortes por ano. O Brasil vê a questão do trânsito de maneira muito burocrática. Não temos uma política ampla para os diferentes “Brasis”. A proliferação de ONGs [organizações não governamentais] de pais de jovens que morreram em acidentes de trânsito demonstra a falha do Poder Público nessa questão”, criticou Lech. Ele também condenou a lei que reconhece a profissão de motoboy, argumentando que ela tem ajudado a elevar o numero de motociclistas no país.
O presidente da ONG Trânsito Amigo, Fernando Diniz, que perdeu um filho em um acidente em 2003, disse que pelo menos 60 mil pessoas morrem vítimas de desastres de trânsito por ano no Brasil, quase o dobro dos cerca de 35 mil óbitos oficiais divulgados pelas autoridades. “O número de pessoas feridas no trânsito que acabam morrendo depois do acidente, e que não engordam as estatísticas, é enorme. O que estamos fazendo ainda é pouco. Precisamos de números mais precisos e políticas mais eficazes.”
Entre as propostas sugeridas durante o evento para diminuir as mortes no trânsito, está a inclusão da disciplina educação no trânsito no currículo escolar.
O diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde do Ministério da Saúde, Otaliba Libâneo, disse que o governo tem investido em trabalhos de prevenção. Ele citou a Operação Lei Seca, criada em março de 2008, como exemplo bem-sucedido, que já salvou milhares de vidas desde sua criação e tem cortado gastos públicos.
“O Ministério da Saúde fez estudos que mostram a redução drástica no número de mortes e de internações, principalmente no primeiro ano após a Lei Seca. Isso levou a uma economia muito grande de custos com internações hospitalares, próteses, cirurgias e reabilitação. Só nas internações houve redução de mais de 20%.”
De acordo com Otaliba, em 2010 o Ministério da Saúde gastou R$ 187 milhões apenas com internações hospitalares por acidente de trânsito, sem contar outros gastos, como os de atendimento ambulatorial.
FONTE: Agência Brasil
Os números mostram também que 48% dos entrevistados dizem que já passaram por alguma situação de risco ao volante, causada por uma distração, e em 23% dos casos o celular foi o responsável pelo incidente. Já 77% dos pedestres disseram atravessar a rua fora do sinal.
Para o coordenador da pesquisa, Sérgio Franco, os números mostram a falta de fiscalização, de punição mais severas e de educação no trânsito. “Só a fiscalização a curto prazo, para doer no bolso, e educação a longo prazo serão capazes de mudar essa cultura. Ainda falta muito para fazer no que diz respeito a políticas públicas para o trânsito, mas não podemos transferir todas as responsabilidades para o governo. Se cada um fizer sua parte, o problema está resolvido.”
O presidente da Sbot, Evandré Lech, chamou a atenção para a falta de uma política de Estado voltada à prevenção. “Já passamos de um limite tolerável no número de óbitos, que é de mais de 35 mil mortes por ano. O Brasil vê a questão do trânsito de maneira muito burocrática. Não temos uma política ampla para os diferentes “Brasis”. A proliferação de ONGs [organizações não governamentais] de pais de jovens que morreram em acidentes de trânsito demonstra a falha do Poder Público nessa questão”, criticou Lech. Ele também condenou a lei que reconhece a profissão de motoboy, argumentando que ela tem ajudado a elevar o numero de motociclistas no país.
O presidente da ONG Trânsito Amigo, Fernando Diniz, que perdeu um filho em um acidente em 2003, disse que pelo menos 60 mil pessoas morrem vítimas de desastres de trânsito por ano no Brasil, quase o dobro dos cerca de 35 mil óbitos oficiais divulgados pelas autoridades. “O número de pessoas feridas no trânsito que acabam morrendo depois do acidente, e que não engordam as estatísticas, é enorme. O que estamos fazendo ainda é pouco. Precisamos de números mais precisos e políticas mais eficazes.”
Entre as propostas sugeridas durante o evento para diminuir as mortes no trânsito, está a inclusão da disciplina educação no trânsito no currículo escolar.
O diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde do Ministério da Saúde, Otaliba Libâneo, disse que o governo tem investido em trabalhos de prevenção. Ele citou a Operação Lei Seca, criada em março de 2008, como exemplo bem-sucedido, que já salvou milhares de vidas desde sua criação e tem cortado gastos públicos.
“O Ministério da Saúde fez estudos que mostram a redução drástica no número de mortes e de internações, principalmente no primeiro ano após a Lei Seca. Isso levou a uma economia muito grande de custos com internações hospitalares, próteses, cirurgias e reabilitação. Só nas internações houve redução de mais de 20%.”
De acordo com Otaliba, em 2010 o Ministério da Saúde gastou R$ 187 milhões apenas com internações hospitalares por acidente de trânsito, sem contar outros gastos, como os de atendimento ambulatorial.
FONTE: Agência Brasil
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Brasil terá cadastro na Interrnet de procurados pela Justiça
Tribunais têm seis meses para publicarem os mandados de prisão na web; medida deve facilitar ação da polícia em blitz.
Demorou, mas, finalmente, o Brasil terá um banco de dados online que reunirá mandados de prisão expedidos em todo o País. Segundo informações da Agência Brasil, a resolução foi aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dá seis meses para que os tribunais cadastrem na Internet todas as ordens de prisão em vigor.
A ideia é oferecer agilidade na troca de informações sobre pessoas procuradas pela Justiça, o que não acontece atualmente. “Os tribunais não se comunicam e geralmente quem reúne informações é a polícia, mas de forma muito rudimentar”, explica o conselheiro Walter Nunes, do CNJ, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ele, o sistema atual não funciona por conta das grandes proporções do país, por falta de padronização no registro dos procurados e pela grande quantidade de homônimos. Atualmente, é comum a pessoa presa em flagrante já ser procurada pela Justiça de outro Estado e não se ter notícia disso.
Os registros online devem conter todos os dados que identifiquem o procurado, com foto e número do mandado de prisão, para que não haja confusão entre homônimos. “O sistema poderá ser acessado por policiais em blitz e até por empresas antes de contratarem funcionários”, afirma Nunes.
Para acrescentar um novo mandado ou retirar do ar aquele que tenha sido revogado, o prazo máximo é 24 horas.
FONTE: IDGNow
Demorou, mas, finalmente, o Brasil terá um banco de dados online que reunirá mandados de prisão expedidos em todo o País. Segundo informações da Agência Brasil, a resolução foi aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dá seis meses para que os tribunais cadastrem na Internet todas as ordens de prisão em vigor.
A ideia é oferecer agilidade na troca de informações sobre pessoas procuradas pela Justiça, o que não acontece atualmente. “Os tribunais não se comunicam e geralmente quem reúne informações é a polícia, mas de forma muito rudimentar”, explica o conselheiro Walter Nunes, do CNJ, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ele, o sistema atual não funciona por conta das grandes proporções do país, por falta de padronização no registro dos procurados e pela grande quantidade de homônimos. Atualmente, é comum a pessoa presa em flagrante já ser procurada pela Justiça de outro Estado e não se ter notícia disso.
Os registros online devem conter todos os dados que identifiquem o procurado, com foto e número do mandado de prisão, para que não haja confusão entre homônimos. “O sistema poderá ser acessado por policiais em blitz e até por empresas antes de contratarem funcionários”, afirma Nunes.
Para acrescentar um novo mandado ou retirar do ar aquele que tenha sido revogado, o prazo máximo é 24 horas.
FONTE: IDGNow
E-mails fraudulentos fingem ser convites para o Google+
postado em Segurança por Emerson Alecrim | tags: google
A rede social Google+ foi lançada na semana passada, mas até hoje muita gente ainda não conseguiu participar do serviço. O motivo? Pelo menos inicialmente, é necessário receber um convite para usufruir da novidade. O problema é que, tal como acontece com qualquer assunto que vira destaque, essa situação se transformou em pretexto para golpes virtuais.
De acordo com a empresa de segurança Sophos, e-mails fraudulentos estão em circulação se passando por convites para o Google+. Para convencer o usuário, as mensagens possuem aparência e endereço de remetente que fazem alusão ao serviço do Google. Nos e-mails verificados pela Sophos, se o usuário clicar no link do suposto convite, será direcionado para uma página que vende medicamentos.
Como se não bastasse, variações desse tipo de mensagem podem direcionar para atividades ainda mais perigosas. Por isso, o usuário deve ter bastante atenção. No caso do Google+, ao receber um convite para o serviço, verifique se o link de destino leva, de fato, para um endereço dentro de http://plus.google.com.
Referência: Naked Security.
FONTE: Info Wester
A rede social Google+ foi lançada na semana passada, mas até hoje muita gente ainda não conseguiu participar do serviço. O motivo? Pelo menos inicialmente, é necessário receber um convite para usufruir da novidade. O problema é que, tal como acontece com qualquer assunto que vira destaque, essa situação se transformou em pretexto para golpes virtuais.
De acordo com a empresa de segurança Sophos, e-mails fraudulentos estão em circulação se passando por convites para o Google+. Para convencer o usuário, as mensagens possuem aparência e endereço de remetente que fazem alusão ao serviço do Google. Nos e-mails verificados pela Sophos, se o usuário clicar no link do suposto convite, será direcionado para uma página que vende medicamentos.
Como se não bastasse, variações desse tipo de mensagem podem direcionar para atividades ainda mais perigosas. Por isso, o usuário deve ter bastante atenção. No caso do Google+, ao receber um convite para o serviço, verifique se o link de destino leva, de fato, para um endereço dentro de http://plus.google.com.
Referência: Naked Security.
FONTE: Info Wester
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Operadoras brasileiras vão oferecer banda larga a R$ 35, em até 90 dias
Telefônica, Oi, Sercomtel e CTBC já assinaram um acordo para disponibilizar os serviços a 1 Mbps
Em até três meses, parte da população brasileira vai ter a possibilidade de contratar serviços de internet banda larga, com velocidade de 1 Mbps, por R$ 35 mensais. Quatro operadoras – CTBC, Oi, Sercomtel e Telefônica – assinaram um acordo com o Ministério das Comunicações, nesta quinta-feira (30/6), se comprometendo a cumprir essa meta.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que, apesar da oferta começar nos próximos 90 dias, ainda não há um cronograma de quais cidades serão beneficiadas e em que datas. Mas, segundo ele, o serviço deve estar disponível em cerca de 70% dos domicílios brasileiros até 2014 e a velocidade deve subir para até 5 Mbps.
Bernardo ressaltou que o valor de R$ 35 representa a metade do que é hoje cobrado, em média, por serviços similares no mercado brasileiro. “Achamos que isso vai ser muito atraente. Claro que se fosse mais barato seria melhor, mas não conseguiríamos fazer isso sem subsídio e não optamos por isso nesse momento. Este plano não terá recursos públicos”, disse o ministro, de acordo com reportagem da Agência Brasil.
O contrato com as quatro operadoras não estabelece, contudo, metas de qualidade dos serviços oferecidos nesses planos. Mas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve votar, até outubro, um regulamento para estabelecer regras que devem ser seguidas pelas empresas que oferecem a internet fixa e móvel.
Ainda de acordo com o ministro, para atender às metas de popularização da internet em banda larga, as operadoras poderão utilizar a rede fixa ou móvel.
FONTE: Olhar Digital
Em até três meses, parte da população brasileira vai ter a possibilidade de contratar serviços de internet banda larga, com velocidade de 1 Mbps, por R$ 35 mensais. Quatro operadoras – CTBC, Oi, Sercomtel e Telefônica – assinaram um acordo com o Ministério das Comunicações, nesta quinta-feira (30/6), se comprometendo a cumprir essa meta.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que, apesar da oferta começar nos próximos 90 dias, ainda não há um cronograma de quais cidades serão beneficiadas e em que datas. Mas, segundo ele, o serviço deve estar disponível em cerca de 70% dos domicílios brasileiros até 2014 e a velocidade deve subir para até 5 Mbps.
Bernardo ressaltou que o valor de R$ 35 representa a metade do que é hoje cobrado, em média, por serviços similares no mercado brasileiro. “Achamos que isso vai ser muito atraente. Claro que se fosse mais barato seria melhor, mas não conseguiríamos fazer isso sem subsídio e não optamos por isso nesse momento. Este plano não terá recursos públicos”, disse o ministro, de acordo com reportagem da Agência Brasil.
O contrato com as quatro operadoras não estabelece, contudo, metas de qualidade dos serviços oferecidos nesses planos. Mas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve votar, até outubro, um regulamento para estabelecer regras que devem ser seguidas pelas empresas que oferecem a internet fixa e móvel.
Ainda de acordo com o ministro, para atender às metas de popularização da internet em banda larga, as operadoras poderão utilizar a rede fixa ou móvel.
FONTE: Olhar Digital
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