quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quase metade das mulheres solteiras procuram encontros no Facebook



Uma pesquisa do site Match.com entrevistou cerca de cinco mil norte-americanos sobre seus hábitos em relacionamentos online e revelou alguns dados bem interessantes. O principal deles foi que quase metade das mulheres solteiras procuram possíveis novos pretendentes no Facebook. Talvez seja por isso que 3/4 dos solteiros entrevistados têm perfis na maior rede social do mundo.

De acordo com o estudo, 48% das mulheres solteiras buscam parceiros na rede social, enquanto somente 38% dos homens têm o mesmo hábito. Mas tanto homens quanto mulheres costumam vasculhar o Facebook das pessoas que acabaram de conhecer, e também fazem uma verificação de seus próprios perfis: 27% dos solteiros e 26% das solteiras “limpam” seus feeds antes de adicionarem possíveis affairs.

O Match.com desenvolveu um infográfico com os dados coletados durante a pequisa. Um dos destaques destes números ficou por conta da prática do “sexting”, ou seja, o envio de mensagens de texto de cunho sexual para os seus parceiros. Aproximadamente 23% dos usuários de todas as idades já compartilharam imagens sexy e receberam outras de volta pelo celular.

“Se você está apaixonado, algumas partes do cérebro param de funcionar e você toma decisões ruins. O sexting entre os mais jovens é uma prova disso e serve para tentar conquistar as pessoas de quem você gosta”, explicou a doutora Helen Fisher, conselheira do Match.com.

* Via Mashable
FONTE: TechTudo

Quase um terço dos computadores no mundo está infectado, diz estudo


Segundo relatório feito pela PandaLabs em 2012, China lidera ranking com mais da metade das máquinas com malware. Brasil aparece acima da média mundial, com 32%.


Cerca de um terço (32%) dos computadores analisados em todo o mundo estavam infectados por malwares em 2012, de acordo com um relatório liberado pela PandaLabs na semana passada. No ano passado, o número de ameaças online no banco de dados da empresa de antivírus chegou a 125 milhões, sendo que a empresa estima ter encontrado 27 milhões de novas variantes de malware no período.

O número médio de novas ameaças criadas a cada dia chega a 74 mil, sendo que os Cavalos de Troia (Trojan) continuam representando a maioria. Em 2012, três em cada quatro infecções foram causados por Trojans (76,5%) - crescimento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Uma das razões para este crescimento é o aumento do uso de kits de exploração, como o Black Hole, informa o relatório. Esse tipo de kit não precisa da intervenção do usuário para atacar, ele apenas explora as vulnerabilidades de sistemas e compromete automaticamente os computadores quando o usuário visita uma página.

O segundo lugar entre "os maiores responsáveis por infecções" ficou com os vírus, representando 8%, seguido por worms (virus autorreplicantes), com 6%.

PAÍSES AFETADOS

O primeiro lugar entre países com mais computadores infectados ficou com a China (55%), seguido pela Coreia do Sul (54%) e Taiwan (42%). O Brasil não entrou para o top 10 dos países com maiores infecções, mas está entre as porcentagens acima da média mundial, com 32%.

Apesar dos altos índices de infecção, a proporção de computadores comprometidos em todo o mundo diminuiu, indo de 38,5% em 2011 para 32% no ano seguinte.

Os países com o menor número de infecções são: Suécia, em primeiro lugar, com 20,2% dos PCs infectados, seguida pela Suíça (20,3%) e Noruega (21%).

PRINCIPAIS VETORES DE INFECÇÕES
Vulnerabilidades em softwares serão os principais alvos de cibercriminosos em 2013, segundo o relatório. "Esse é, sem dúvida, o método preferido de infecção para comprometer os sistemas de forma transparente", diz o estudo.

Softwares populares, como Java e os da Adobe (Acrobat Reader, Flash, etc.), serão amplamente utilizados em ataques. "Vimos como o Java, que é instalado em milhões de dispositivos, foi repetidamente comprometido e usado ativamente para infectar milhões de usuários. Em segundo lugar a Adobe, com suas múltiplas falhas de segurança, é uma das ferramentas favoritas para infectar usuários em massa, bem como para ataques direcionados", diz o relatório.

Além disso, as redes sociais também continuam na mira de cibercriminosos. Segundo a PandaLabs, é muito fácil enganar usuários desavisados, visto que não há ferramentas de segurança voltadas para proteger as pessoas de si mesmas. Atenção especial ao Skype que, "depois de substituir o Messenger, pode se tornar um alvo para os cibercriminosos", diz o relatório.

Outro ponto importante é o uso cada vez maior de dispositivos Android. Em 2012, o sistema operacional do Google se tornou dominante e, por sua flexibilidade e o fato de não precisar de uma licença, seu uso será ampliado para além dos smartphones e tablets - sendo adotado, por exemplo, por smart TVs e outros tipos de eletrodomésticos. Essa facilidade da Internet das Coisas também abrirá as portas para possíveis ataques ainda desconhecidos.

FONTE: IDGNow

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Cresce consumo de mídia pela internet no Brasil

Setor teve alta anual de 15%, impulsionado pelos vídeos.
O consumo de mídia pela internet tem crescido no Brasil, principalmente o de vídeos. Dados divulgados pelo Ibope nessa quinta-feira, 7, mostram que o setor teve uma alta de 15% entre os dezembros de 2011 e 2012.

Segundo o Netview, do Ibope Media, a quantidade de pessoas que assistem a vídeos ou ouvem músicas pela rede foi de 17,2 milhões em 2011 para 19,8 milhões no ano passado. Os números se referem a usuários únicos e contam a categoria de broadcast media, que inclui informações, produtos e/ou serviços de mídia via streaming.

Contando apenas os acessos a sites de vídeo, como YouTube, o aumento foi ainda mais expressivo, de 18,34% - indo de 33,8 milhões para 40 milhões.

FONTE: Olhar Digital

Estudo mostra que crianças estão a 'três cliques' de material pornô no YouTube

Um estudo mostrou que crianças que pesquisam por conteúdo no YouTube com as palavras “Peppa Pig” e “Vila Sésamo” podem estar a cerca de três cliques de material adulto. A pesquisa foi feita pela Kaspersky para o Safer Internet Day (dia da Internet segura, em português), que celebrou 10 meses na última terça-feira (05/02). Segundo o levantamento, as crianças estariam com acesso extremamente fácil a materiais pornográficos, violência e nudez.
Segundo os pesquisadores da Kaspersky, a lista lateral de recomendações do YouTube - disponível na parte direita da página durante a exibição de um vídeo da Vila Sésamo, por exemplo - exibe material pornográfico ou adulto. Em outubro de 2011 a conta oficial do seriado foi invadida por hackers e alguns episódios foram substituídos por vídeos pornôs.

Outro estudo separado foi feito com 24 mil crianças em diferentes faixas de idade. Cerca de 27% tinham entre sete e 11 anos de idade. Aproximadamente metade das crianças tinha entre 11 e 19 anos. Os dois grupos encontraram material “desagradável” online em um ano de pesquisa.

Um dos exemplos encontrados pela pesquisa foi o de um clipe musical com palavrões e armas, que estava a dois cliques de distância de um vídeo do desenho infantil "Rastamouse", graças aos “vídeos sugeridos” do YouTube.

O site tem um modo de segurança que pode bloquear materiais inadequados, como pornografia e comentários desagradáveis. No entanto, o Google admite que esse recurso pode não ser “100% preciso”, porque precisa de ajuda dos usuários para identificar vídeos impróprios. O modo de segurança trabalha com os materiais indicados como conteúdo explícito.

Assim como o Facebook, o uso do YouTube deveria ser feito apenas por telespectadores com 13 anos ou mais idade. No entanto, as duas empresas admitem que isso não pode ser totalmente controlado. A pesquisa da Kaspersky mostra que mais de um terço de crianças com sete anos e 45% dos jovens com idade entre 16 e 19 anos navegam sem supervisão alguma de responsáveis.

A empresa afirmou ainda que este tipo de estudo traz à tona a discussão sobre a regularização da Internet. "A facilidade de acesso ao conteúdo online inapropriado é parte do grande debate se a Internet deveria ser controlada ou censurada".

Via Guardian
FONTE: TechTudo

Computadores podem deixar casais estressados

Algumas pessoas dizem que o PC é mais desgastante do que discutir a relação.
É muito provável que você conheça algum casal que já tenha brigado pelo menos uma vez por conta do computador — se é que isso não aconteceu com você mesmo. A lista de motivos é enorme, já que uma das duas pessoas pode ficar com ciúmes do que é escrito em redes sociais ou não gostar dos amigos “digitais” da outra.

Para provar que o PC e os seus recursos são muitos desgastantes em relacionamentos, uma pesquisa divulgada pela empresa Crucial.com entrevistou dezenas de adultos norte-americanos que estavam namorando. Como você já deve imaginar, o resultado não foi nada bom para os computadores.

PIOR DO QUE CONTAS PARA PAGAR!
Segundo as respostas adquiridas através do estudo de um instituto chamado Harris Interactive, a grande maioria dos casais que têm acesso à internet se incomoda com o tempo passado por uma das pessoas na frente do computador — e isso pode atrapalhar de diversas maneiras, como a falta de compromisso com o namoro, por exemplo.

Para piorar, até mesmo o desempenho do PC parece incomodar o relacionamento, já que uma das pessoas fica nervosa e isso atrapalha o namoro. Por conta de tudo isso, parte dos entrevistados afirmou que o computador chegar a ser pior do que problemas com contas para pagar ou discutir a relação.

* Com informações: Mashable
FONTE: Tecmundo

Apenas 21% dos internautas brasileiros protegem seus dados, diz pesquisa

Estudo da Microsoft mostra também que 42% dos entrevistados no país mantém seus PCs atualizados e 31% realiza os updates de segurança em celulares.

No Dia Internacional da Internet Segura, ou Safer Internet Day, a Microsoft divulgou os resultados do seu relatório semestral Microsoft Computing Safety Index (MCSI) que mostra que mais da metade dos entrevistados (55%) enfrentam diversos riscos online e somente 16% protegem seus dados. No Brasil, este índice é de 21% - mesmo que 87% dos entrevistados tenham informado que já enfrentaram algum tipo de ameaça na Web.

De acordo com a Microsoft, menos da metade dos participantes brasileiros da pesquisa (42%) realiza as atualizações de segurança em seus PCs. Esse número é ainda menor (31%) entre os updates para celulares.

"Dispositivos móveis muitas vezes têm tantas informações valiosas pessoais armazenadas - se não mais - quanto o próprio computador, tornando esses equipamentos igualmente atrativos para os criminosos que roubam dados", afirmou a chefe de segurança online da Microsoft, Jacqueline Beauchere. "O último MCSI demonstrou que não importa onde e como a pessoa acessa a Internet, exercitar hábitos online seguros são essenciais. Existem algumas medidas e tecnologias que as pessoas podem adotar para ajuda-las a se prevenir para que não se tornem vítimas de criminosos."

A pesquisa também mostrou que 63% dos entrevistados se preocupam com vírus em seus computadores - sendo que desses, 47% utilizam firewalls e 55% possuem antivírus em seus PCs.

Dos participantes, 38% afirmaram visitar sites seguros e 39% evitam o acesso a redes Wi-Fi públicas por meio dos seus dispositivos móveis.

Roubo de senhas ou informações da conta foram citados como uma preocupação por 45% dos entrevistados brasileiros, mas apenas 47% dos participantes atualizam as informações que os ajudam a prevenir roubo de identidade e somente 25% contam com um PIN (personal identification number) ou senha para destravar seus dispositivos móveis.

O MCSI entrevistou mais de 10 mil usuários de PCs, smartphones e tablets em mais de 20 países sobre suas impressões pessoais relacionadas à segurança na web. Os respondentes atribuíram notas em uma escala de 0 a 100. A pontuação global media foi de 34 para segurança online em PCs e 40 para dispositivos móveis - no Brasil, esses números foram 37 e 45, respectivamente.

Países que participaram da pesquisa: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Egito, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão, Malásia, México, Rússia, Singapura, Turquia e Reino Unido.

FONTE: IDGNow

Crimes na Web: Receita volta a alertar sobre e-mails falsos

Mensagem falsa de correio eletrônico voltou a circular na internet em nome da Receita Federal com intuito de enganar os contribuintes sobre supostas divergências na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, desta vez, do exercício de 2012.

O alerta é da própria Receita Federal, que lembra aos internautas que não manda e-mails aos contribuintes. A única forma utilizada pelo Fisco para esse tipo de comunicação é por meio de caixa postal específica disponível para quem é cadastrado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Outra forma de o contribuinte receber mensagens da Receita, para os que já possuam certificado digital, é a utilização do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE).

Segundo a Receita, e-mails falsos sempre são enviados por quadrilhas especializadas em crimes pela internet para obter informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras dos contribuintes.

A Receita alerta ainda que os contribuintes não devem abrir os arquivos anexados a essas mensagens, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário. Caso receba algum e-mail em nome da Receita, o órgão pede que o contribuinte exclua imediatamente a mensagem.

* Com informações: Receita Federal
FONTE: Convergência Digital