terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Papa lança aplicativo e diz que apoia redes sociais e internet

O pontífice afirmou que a humanidade só tem a ganhar com a comunicação digital.
O Papa Bento XVI é polêmico em várias opiniões sobre temas da sociedade, mas fãs de internet e redes sociais podem ficar tranquilos: o pontífice é fã de computadores e acredita que a comunicação por meios virtuais é benéfica ao ser humano.

Para Bento XVI, redes sociais e mecanismos de busca em geral “são o ponto de partida para comunicação de muitas pessoas que buscam ideias, informações e respostas”. As conversas no mundo virtual também são apoiadas: segundo ele, elas “demonstram que o ser humano é incansável, não para de procurar pela verdades de alta ou baixa importâncias para oferecer sentido a suas vidas”.

O discurso do Papa ainda conta com sugestões sobre o que fazer na rede: prestar atenção em sites, aplicativos e redes que oferecem tempo para reflexão e questionamentos. Mas não dá para se esquecer da vida real – e, neste caso, as pessoas devem encontrar tempo para ficar em silêncio, orar e espalhar a palavra de Deus.

O Twitter, que Bento XVI começou a usar no ano passado, foi elogiado indiretamente: o pontífice disse que frases curtas, do tamanho de versículos da Bíblia, já podem fazer alguma diferença.

CADA VEZ MAIS POP
Aproveitando a onda digital, o Papa aproveitou a ocasião para lançar um aplicativo para smartphones. O "The Pope App" existe para Android e iOS e conta com notícias e vídeos sobre Bento XVI e o Vaticano em geral. O português é um dos idiomas disponíveis.

* Com informações: Time
FONTE: Tecmundo

Novos desafios para o e-mail marketing em 2013

Não faltam motivos para comemorarmos os resultados do e-commerce no Brasil. Somente no primeiro semestre de 2012 houve um aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado, o que representou R$ 10,2 bilhões em vendas. Os dados são do e-bit, que credita grande parte do fenômeno ao aumento de empregos, maior distribuição de renda, facilidade de acesso e baixos custos para navegação na web.
Em 2013, a tendência é que os números do e-commerce continuem subindo e mais uma vez, o e-mail marketing se destaca como um grande aliado das lojas virtuais. Ainda de acordo com o e-bit, durante o período analisado, 5,6 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra on-line.e grande parte desses novos consumidores tiveram uma campanha de e-mail marketing como principal fator motivacional, ou seja, só entraram na loja após se interessar por uma oferta recebida por e-mail.

O cenário do e-mail marketing e a importância estratégica que lhe pode ser atribuída já não permite margem para trabalhos amadores, sendo assim, a terceirização da ferramenta de envio de e-mails segue como o ponto de convergência entre os que tiveram sucesso na divulgação de suas ofertas e ampliaram as vendas. Cada vez mais, aqueles que não adotam serviços especializados se vêem para trás, encontrando problemas com a entrega de suas mensagens, baixas taxas de abertura e péssimos índices de engajamento. Muitas vezes isso acontece porque quando não existe estrutura, até mesmo campanhas legítimas, enviadas para pessoas cadastradas para receber, acabam sendo classificadas erroneamente como Spam pelos provedores de e-mail.

Para o ano que se inicia, as oportunidades para quem investir em uma comunicação eficaz para conquistar clientes via e-mail são enormes, já que, de acordo com o E-bit, os e-consumidores já somam 37,6 milhões de pessoas, ou seja quase metade do total de internautas brasileiros realiza compras online. Para se destacar e alcançar êxito com campanhas de e-mail marketing é preciso abandonar práticas ultrapassadas como a segmentação por clusterização simples, para investir em estratégias de relacionamento direto, one-to-one.

Há muito tempo o e-mail marketing deixou de ser uma ferramenta de comunicação em massa. Hoje, cada vez mais, as mensagens personalizadas, baseadas nos interesses e no perfil de navegação dos usuários têm muito mais chances de converter usuários em clientes efetivos.

Mensagens que geram engajamento são parte do caminho para o sucesso, inclusive para passar pelos filtros dos provedores de e-mail. Sabemos que estes estão adotando medidas cada vez mais refinadas para evitar que a caixa de entrada de seus usuários seja invadida por mensagens indesejadas e, por isso, estão analisando a resposta que os e-mails geram nesses usuários. Ou seja, de acordo com o nível de interação, as mesmas recebem a permissão para ocupar a caixa de entrada. Por outro lado, quando não há retorno, passam a ser classificadas como spam e direcionadas ao lixo eletrônico.

Assim, se houver o investimento correto no disparo de e-mails marketing e se a economia continuar crescendo alheia às crises internacionais, o faturamento gerado pelas vendas virtuais devem atingir R$ 22,5 bilhões.

Outra tendência, afirma o levantamento, é o fortalecimento do setor de mobile, que vem revolucionando o mercado o mercado e fazendo os e-commerces se reinventarem. Espera-se que as vendas mobile motivem cerca de 1,3% de transações somente no primeiro semestre de 2013. Desenvolver campanhas de e-mail marketing específicas à tecnologia mobile será fator determinante para o sucesso ou fracasso das ações.

Portanto, as perspectivas são as melhores possíveis, mas a manutenção do crescimento do comércio on-line em 2013 dependerá do relacionamento com os clientes. Invista não só no discurso correto, mas também na linguagem adequada, oferecendo o que o cliente deseja e agregando valor ao que oferece. Segurança, manutenção de valor, engajamento e, acredite, foco nos relacionamentos e no fator emocional, serão as chaves para o sucesso em 2013.

FONTE: Techlider

Para mais de 40% dos jovens, redes sociais prejudicam namoros

Estudo da McAfee revelou que modo preferido de procurar um parceiro ainda é offline, mas muitos jovens casais se conheceram no Facebook.

A empresa de segurança McAfee publicou nesta semana pesquisa sobre o comportamento dos adolescentes brasileiros em relação aos namoros virtuais.

Cerca de três quartos (74%) dos entrevistados acessam o Facebook várias vezes ao dia e também compartilham os posts via Twitter, Tumblr e Google+. Os 26% restantes utilizam o Twitter como plataforma preferida para interagir seus amigos. Considerando o total de posts e tuítes, 26% dos adolescentes já se arrependeram de ter postado um comentário sobre o fato de terem “ficado” com alguém e 47% dos participantes já tiveram algum problema via rede social.

Intitulado “Os adolescentes e seus namoros on-line”, o estudo mostra que, apesar de serem unanimidade entre os jovens, as redes sociais podem tanto ajudar como prejudicar o relacionamento, devido ao seu caráter expositivo. De acordo com a pesquisa, 44% dos adolescentes comprometidos acreditam que as redes prejudicam o relacionamento e 23% já tiveram mensagens ou declarações para os parceiros, que deveriam ter permanecido em âmbito privado, publicadas na Internet.

Além disso, 35% dos jovens em relacionamento sério acreditam que as redes sociais influenciam as expectativas dos parceiros em termos de aparência ou comportamento. Desse número, 16% pensam que o uso das redes sociais gera mal-entendidos e 9% afirmam que essa utilização causa ciúme. Entre eles, 48% consideram o telefone como principal ferramenta para se comunicar com o parceiro, sendo que o SMS é visto como um aliado dos namorados: mais de dois terços acreditam que a função melhora o relacionamento por facilitar a comunicação.

Para os que não estão em um relacionamento, a Internet tem papel fundamental na construção e manutenção dos relacionamentos. Aproximadamente 35% dos pesquisados afirmam que o fato de estarem na web atrai atenção positiva do sexo oposto, e cerca de um terço dos solteiros procura relacionamentos no Facebook. Em contrapartida, 38% dos entrevistados acreditam que a Internet atrai mais acessos do que gostariam, proporcionando uma sensação de invasão de privacidade. Embora a maneira preferida de a maioria (46%) procurar um parceiro ainda seja offline , 13% dos que estão em um relacionamento amoroso se conheceram via FB.

A pesquisa, encomendada pela McAfee à empresa global de pesquisa de mercado TNS, foi realizada no segundo semestre de 2012 no formato online, e contou com respostas de 400 adolescentes de 13 a 17 anos, das classes A, B, e C, residentes nas cidades de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador.

FONTE: IDGNow

Brasileira não vive sem computador, diz estudo; 23% tiram dúvidas com o marido

Mais de 70% das brasileiras dizem que não conseguiriam viver sem o computador, parcela que sobe para 86% se dessas forem consideradas somente jovens com até 29 anos, segundo uma pesquisa inédita, realizada com mil mulheres de todas as regiões do país.

Segundo o levantamento, feito pelo Grupo Troiano de Branding, grande parte das brasileiras recorre a outra pessoa quando se depara com uma dúvida tecnológica: enquanto 22% vão em busca da solução na internet, 23% perguntam ao namorado ou marido e 24% a um filho ou filha.

A dependência de aparelhos tecnológicos é inversamente proporcional à idade das mulheres, segundo o levantamento, feito ora on-line (parte quantitativa) ora pessoalmente.

Dado que os números relativos à relação das mulheres brasileiras com a tecnologia são oriundos de uma enquete virtual, a alta proporção das que dizem ser dependentes do computador não é surpreendente.

Diferentemente dos homens, diz a pesquisa, mulheres usam seus aparelhos não porque gostam, mas porque precisam.

ACUDA!
Entre as mulheres com 55 anos ou mais, mais da metade (55%) recorre a um filho ou uma filha ao enfrentar dificuldades com o manejo do computador, cifra superior à das mulheres com entre 30 e 54 anos (24%) e à das com até 29 anos (1%).

A faixa mais jovem analisada pede ajuda principalmente para o Google: 32% recorrem à internet para resolver um problema informático, 27% ao marido, 11% a amigos, 11% a parentes e 16% a ninguém.

Brasileiras com entre 30 e 54 anos pedem ajuda mais frequentemente ao marido (25%), aos filhos (24%), buscam na internet (21%), a amigos (10%), a parentes (7%) ou a ninguém (9%).

CELULAR
Outra questão da enquete virtual foi sobre o que sentem as mulheres quando percebem estar fora de casa sem o celular.

Entre as com até 29 anos de idade, 46% sentem vontade de voltar para casa e buscar o dispositivo (ou de fato o faz) e 13% ficam "bastante ansiosa". Outros 38% delas sentem que o aparelho vai fazer falta, mas não se preocupa tanto.

Na faixa entre 30 e 54 anos, 43% têm o sentimento de falta, mas sem demasiada preocupação --ante 53% que compartilham essa sensação em pessoas acima dos 55 anos.

Sentem vontade de ir para casa buscá-lo outros 39% dentro da faixa mediana, fração que cai para 24% nas mulheres acima de 55 anos.

FONTE: Folha de São Paulo

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cientistas europeus estudam falta de desejo sexual masculino

LISBOA - O cansaço e o estresse no trabalho são as causas que mais minam o "mal compreendido" desejo sexual masculino, segundo um estudo realizado por três pesquisadores europeus e apresentado nesta segunda-feira em Lisboa.

A pesquisa, feita a partir de entrevistas pela internet com 5.255 homens heterossexuais em países de "grandes diferenças culturais" como Portugal, Croácia e Noruega, oferece dados empíricos sobre um campo dominado por mitos, explicou à Agência Efe Ana Alexandra Carvalheira, coordenadora do estudo.

"Estamos cheios de crenças, por exemplo, de que o homem está sempre pronto ou que tem mais desejo sexual que a mulher; assim a sociedade acredita, apesar de não haver avaliações científicas suficientes para dar aval", declarou Carvalheira.

Após o cansaço e o estresse, os problemas na relação (casais pouco disponíveis, conflitos...) são os fatores mais comuns para 14,4% de entrevistados, que admitiram falta de desejo sexual durante pelo menos dois meses no último ano, o que gerou situações como ejaculação precoce ou, sobretudo, incapacidade para manter a ereção.

Por grupos de idade, os homens entre 30 e 39 anos são os que mais reconhecem esta diminuição do desejo (24,1%), um caso que, segundo Carvalheira, também presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, se explica por se tratar da época em que mais eventos estressantes se concentram.

"Nesse período da vida é quando se casam, têm filhos, se divorciam ou realizam um maior investimento na carreira profissional", afirmou a pesquisadora.

Do lado oposto, apenas 10% dos homens com mais de 60 anos reconheceram perda de interesse sexual, seguido do grupo entre 18 e 29 anos (16,7%), de 50 a 59 (21,4%) e de 40 a 49 (21,5%).

De acordo com a pesquisadora, que realizou o estudo junto com Aleksandar Stulhofer (Universidade de Zagreb) e Bente Traem (Universidade de Oslo), a crise econômica pode afetar a vida sexual masculina ou encontrar no sexo "a maneira de aliviar o estresse que ela produz".

Além disso, a especialista portuguesa encontra na banalização do papel do sexo na sociedade um aspecto que condiciona muitos destes fatores, como a diminuição do desejo em casais de longa duração, razão também presente no estudo junto com a masturbação excessiva ou o uso de muita pornografia.

"O erotismo é o que mobiliza o desejo, é o motor e desaparece com a banalização do sexo. Temos que “re-erotizar”, pôr mais erotismo em nossa vida individual e em nossa relação de casal", aconselhou Carvalheira.

Mas, admitiu, isso requer um esforço que "não é igual para todo mundo".

FONTE: INFO

Coca-Cola vai lançar campanha sobre a obesidade nos EUA

Esta será a primeira vez que a gigante norte-americana tratará desse assunto polêmico através de publicidade.
A Coca-Cola é uma das marcas mais famosas do planeta, e grande parte dessa fama surgiu depois que a companhia começou a relacionar os seus produtos com a “felicidade”. Contudo, uma nuvem negra começou a pairar sobre a gigante de Atlanta depois que o alto consumo de refrigerantes passou a ser considerado como um dos fatores que contribuem para o alarmante aumento da obesidade nos EUA.

Assim, de acordo com o site SALON, a Coca-Cola decidiu lançar uma campanha publicitária sobre a obesidade, que deve começar com a veiculação de um comercial de dois minutos que irá ao ar durante os horários de maior audiência de diversos canais norte-americanos. Segundo a publicação, a campanha abre caminho para que a empresa possa participar mais ativamente do intenso debate sobre os refrigerantes e o impacto de seu consumo na saúde da população.

A Coca-Cola é uma das marcas mais famosas do planeta, e grande parte dessa fama surgiu depois que a companhia começou a relacionar os seus produtos com a “felicidade”. Contudo, uma nuvem negra começou a pairar sobre a gigante de Atlanta depois que o alto consumo de refrigerantes passou a ser considerado como um dos fatores que contribuem para o alarmante aumento da obesidade nos EUA.

Assim, de acordo com o site SALON, a Coca-Cola decidiu lançar uma campanha publicitária sobre a obesidade, que deve começar com a veiculação de um comercial de dois minutos que irá ao ar durante os horários de maior audiência de diversos canais norte-americanos. Segundo a publicação, a campanha abre caminho para que a empresa possa participar mais ativamente do intenso debate sobre os refrigerantes e o impacto de seu consumo na saúde da população.

PRESSÃO
No ano passado, a cidade de Nova York aprovou uma lei que restringe o tamanho dos copos de refrigerante comercializados em uma variedade de estabelecimentos, e outros estados também estão começando a tomar medidas semelhantes. Contudo, a Coca-Cola garante que a campanha não é uma reação à crescente pressão sobre a indústria de bebidas, mas sim uma ação para divulgar o que a companhia tem feito ao longo dos anos para lidar com a obesidade.

Os vídeos mostram uma série de atividades que — juntas — levam os consumidores do refrigerante a queimar as calorias presentes em uma única latinha. Entretanto, apesar de mostrar pessoas passeando, rindo e dançando alegremente, de acordo com o site SALON os comerciais são simples remanescentes da antiga “felicidade” que se via nas propagandas de antigamente. Uma campanha parecida já foi lançada aqui no Brasil.

Outra ideia que estaria sendo considerada é a de adicionar informações referentes à quantidade e ao tipo de atividades físicas necessárias para queimar calorias nas latinhas e garrafas, mas a Coca-Cola se negou a dar maiores detalhes sobre as demais novidades que pretende lançar durante a campanha.

* Com informações: SALON
FONTE: Tecmundo

Congressista americana quer abrandar leis para certos crimes virtuais

Zoe Lofgren, da Califórnia, sugeriu emenda em honra ao suicídio de Aaron Swartz.
35 anos de prisão pelo crime de baixar artigos científicos e distribuí-los livremente na internet. Era essa a pena a ser encarada por Aaron Swartz, cofundador do Reddit e inventor do RSS, o que o levou a tirar a própria vida na semana passada. Agora, para honrar a morte dele e impedir que o mesmo aconteça com outros usuários da internet, a congressista americana Zoe Lofgren, da Califórnia, sugere o abrandamento das leis que regem certos crimes virtuais.

A idéia da “Lei de Aaron”, como está sendo chamada, quer evitar que o governo aplique acusações e penas desproporcionais ao crime que foi cometido, como foi o caso de Swartz. Para Lofgren, as leis sobre o assunto são vagas e o governo se aproveita de leis de copyright e fraude para, potencialmente, criminalizar atividades cotidianas de quem utiliza a internet.

A proposta de emenda será apresentada ao governo norte-americano e depende de diversas aprovações para efetivamente entrar em vigor.

* Com informações: The Hill
FONTE: Tecmundo