quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Cariocas estão acima da média no acesso à Internet via smartphone

Enquanto, no País, os donos de smartphones que acessam a rede representam 51% dos usuários, no Rio eles somam 55%, segundo o Ibope.

O número de cariocas que acessam a internet pelo smartphone é maior que a média nacional, segundo dados do TG.net, do IBOPE Media, mesmo registrando os mesmos índices do restante do país (16%) em relação à proporção de telefones inteligentes entre a maioria (85%) dos que possuem telefone móvel.

Enquanto, no País, os donos de smartphones que acessam a rede representam 51% dos usuários, no Rio eles somam 55%, segundo o Ibope.

O uso também tem fins levemente diferentes no Rio: 35% dos que possuem smartphones o utilizam para ler notícias na internet, 28% para baixar arquivos para o próprio telefone e 26% costumam jogar ou baixar jogos. Na média nacional, os índices representam 33%, 28% e 28%, respectivamente.

O estudo Especial Mobile, do IBOPE Nielsen Online, realizado entre entre abril e maio deste ano, já havia mostrado que a necessidade de estar conectado a qualquer lugar e hora é uma realidade para parte da população nas regiões metropolitanas do País. De acordo com os resultados, 49% dos usuários fazem uso exclusivamente pessoal dos aparelhos, 6% os utilizam somente para fins profissionais e 45% para ambos.

Outro ponto importante do levantamento é a identificação de que 53% dos entrevistados que possuem smartphones aderiram ao plano pré-pago de telefonia, enquanto 47% o pós-pago.

FONTE: IDGNow

Quanto custa um feriado?

Para quem não trabalha por conta própria, este ano está sendo indiscutivelmente uma beleza. Temos ainda os seguintes feriados: finados (02/11), Proclamação da República (15/11), Zumbi dos Palmares (20/11) e Natal (25/12).
Para um revendedor de Gás LP classe II ou III, isso pode significar uma perde de quase R$ 4.000,00 ( Quatro Mil Reais ) por feriado,isso , dependendo de sua venda diária, sem falar dos encargos, que continuam os mesmos . Levando em conta que temos os feriados estaduais e municipais, não fica a dúvida dos motivos de tantas empresas pequenas estarem fechando as portas.

Você já parou para pensar quanto custa cada feriado no Brasil?

No Brasil, nós temos oito dias de feriado nacional; enquanto a Alemanha tem nove; os Estados Unidos, dez; a Espanha, 11; a Argentina, 13; Portugal, 14; e Japão, 16. Além de menos feriados que os demais países, o brasileiro tem carga de trabalho maior do que de trabalhadores de outros países. Se olharmos comparativamente, o Brasil tem poucos feriados. Mas, ao contrário destes outros países, nós temos o hábito de “imprensar” os dias da semana que restam para completar um feriadão.

Para os trabalhadores assalariados – que tem o seu salário fixo garantido no final de cada mês – a grande quantidade de feriados sem dúvida é aliviadora… desde que seu emprego também esteja garantido.

No entanto, quem trabalha como empresários (da indústria), autônomo, vendedores comissionados e também comerciantes (exceto os que trabalham em pontos turísticos) sentem diretamente o peso dos feriados no bolso. Se você se enquadra em uma destas categorias, pense direitinho… quanto custa um feriado pra você?

Considere o que você está deixando de ganhar, e também o que você espera gastar em cada um destes feriadões.

A economista Luciana de Sá, que coordenou uma pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), disse que as perdas com os feriados em 2009, chegou ao valor assustador de R$ 155 bilhões. Para se ter uma ideia, é mais do que o orçamento do governo para educação, saúde e o Bolsa-Família juntos.

Mas pensando em salvar esta quantia de alguns bilhões nos cofres públicos, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou (por unanimidade) um projeto de lei, que estabelece o adiamento para as sextas-feiras, “dos feriados que caírem nos demais dias da semana, com exceção dos que ocorrem nos sábados e domingos” (e algumas outras exceções, tipo carnaval e sete de setembro).

Tudo em excesso causa danos. E em tempos de crise de capital – em que pouco dinheiro circula – esse excesso de feriados pode ser especialmente danoso.

FONTE: IJ Assessoria Empresarial

sábado, 10 de novembro de 2012

Cientistas desenvolvem Viagra feminino na forma de spray nasal

Novo medicamento promete aumentar a libido de mulheres com disfunções sexuais.
De acordo com uma notícia publicada pelo site io9, um novo medicamento, dirigido a mulheres com dificuldades para chegar ao orgasmo, já entrou em fase de testes no Canadá e na Austrália.

Batizada de Tefina, a droga funciona na forma de um spray nasal que deve ser administrado uma hora antes do ato sexual. O medicamento, desenvolvido pelo laboratório Trimel Pharmaceuticals, contém testosterona e, depois de aplicado, permanece nas fossas nasais, supostamente aumentando a libido e o prazer feminino.

Embora alguns especialistas aleguem que as disfunções sexuais femininas sejam complexas demais para serem solucionadas através de um simples spray nasal, outros profissionais acreditam que a novidade pode ajudar a milhares de mulheres a superarem seus problemas na hora de sentirem prazer durante as relações sexuais.

* Com informações: io9
FONTE: Tecmundo

Orelhões: Anatel alega pouco uso para reduzir base no Brasil

Pressionada pelas operadoras, a Anatel já trabalha nos estudos que deverão embasar uma nova proposta de redução da densidade dos telefones de uso público, os famosos orelhões. Segundo a Superintendência de Universalização da agência, as análises técnicas para tal medida deverão ser encaminhadas para o Conselho Diretor nos próximos meses.

“Queremos concluir as análises técnicas até o fim do ano para enviar ao Conselho Diretor”, afirma o superintendente de universalização, José Gonçalves Neto, que nesta terça-feira, 6/11, participou do 31o Encontro Telesíntese, promovido pela Momento Editorial em Brasília.

A última redução é bastante recente – no ano passado, quando editada a nova versão do Plano Geral de Metas de Universalização, a densidade de orelhões caiu de 6 para 4 por mil habitantes. O argumento das concessionárias, aparentemente acatado pela Anatel, é de que eles são pouco utilizados.

“Metade dos orelhões faz 60 ligações por mês, ou apenas duas por dia”, sustenta o superintendente. Tal comportamento, defendem as empresas, se deve à massificação dos telefones celulares – atualmente com cerca de 260 milhões de acessos, ou chips habilitados, o que seria uma melhor descrição.

Segundo Neto, hipóteses discutidas na área técnica preveem, por exemplo, que a redução da densidade possa vir acompanhada de obrigações, como a de que uma parcela dos orelhões ofereça outros serviços, como acesso à Internet – talvez em casos em que estejam instalados no interior de instituições, não nas ruas.

O movimento não é somente curioso por conta da redução recente na densidade, mas por constatações da própria agência – levantamento feito no ano passado identificou que praticamente metade dos orelhões do país não funcionava – somente 44% deles em Alagoas, 46% na Paraíba, 51% no Maranhão e 61% em estados como Paraná e Santa Catarina, para citar alguns casos.

A ideia de uma nova redução também se aproveita de um trecho incluído no Decreto do PGMU (7512/2011), que prevê que “a densidade mínima poderá ser alterada, considerando-se os resultados e informações advindos do acompanhamento e gestão da ocupação da planta de TUP [telefone de uso público no jargão oficial]”.

Vale lembrar, ainda, que apesar de o país ter mais chips de celulares do que habitantes, a distribuição não é equilibrada. Das 40 mil localidades atendidas com telefonia, em mais da metade (22 mil), o único serviço telefônico disponível é o orelhão.

FONTE: Convergência Digital

Crianças expõem vida pessoal nas redes sociais, diz pesquisa

BRASÍLIA - Sexta-feira, fim da tarde. Crianças e adolescentes se divertem embaixo do bloco em um condomínio fechado de classe média alta da capital federal. É o anúncio da chegada do fim de semana.
Entre as velhas brincadeiras, futebol e polícia e ladrão são algumas das preferidas. Mas, além de se divertirem como na época dos pais, a turma entre 9 e 13 anos tem outra mania: as redes sociais."Pelo menos, uma vez por dia, acesso [o Facebook] para conversar com meus amigos, jogar e compartilhar links com imagens de quadrinhos ou gravuras engraçadas", diz Guilherme Lima, de 11 anos.

A professora Fabíola Neves, mãe dele, diz que está sempre de olho no que o filho faz na rede. Com o consentimento dele, tenho as senhas de conta de e-mail e redes socais e sempre vejo com quem ele conversa e que tipo de conteúdo acessa", conta. Porém, admite que não é possível monitorá-lo por 24 horas. "Não sei que conteúdos ele acessa quando não está em casa [na escola ou na casa de amigos], mas acredito que sejam sempre os mesmos. Se ele já tivesse visto algo inadequado ou tivesse em contato com estranhos, eu saberia pelo comportamento", garante.

As meninas da mesma faixa etária adoram combinar os encontros pelas redes sociais. Nas rodinhas, equipadas com seus smartphones e iPods, elas postam mensagens nas redes em que contam o local onde estão e o que estão fazendo, o famoso check in, assim como fotos pessoais, de celebridades ou de roupas e esmaltes em alta no mundo da moda. "Gosto de compartilhar e curtir o que minhas amigas postam e de saber o que elas estão fazendo", diz Luísa Neves, de 13 anos.

A atividade online intensa das crianças e dos adolescentes preocupa os especialistas. "Você acaba deixando o que a gente chama de um rastro digital muito preciso ao informar com muito detalhe o seu cotidiano. Isso registrado na internet pode ser acessado por pessoas mal intencionadas, alerta o psicólogo e diretor de prevenção da organização não governamnetal SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012, divulgada no mês passado pelo Comitê Gestor da Internet no país, mostra a exposição dos pequenos no mundo virtual. Os indicadores revelam que, no país, 70% das crianças e dos adolescentes entrevistados têm perfil próprio nas redes sociais. Entre os menores de 13 anos, 42% dos entrevistados (na faixa de 9 e 10 anos) e 71% (de 11 e 12 anos) já fazem uso delas. A idade mínima exigida para ter um perfil na internet é 13 anos. Porém, grande parte altera a idade para ficar conectado.

A pesquisa, que entre abril e julho deste ano ouviu 1.580 crianças e adolescentes e o mesmo número de pais em todas as regiões brasileiras, também constatou que a maioria desses jovens coloca em seu perfil foto que mostra claramente o rosto (86%), expõe o sobrenome (69%) e pode navegar nas redes sociais quando quiser, sem acompanhamento dos pais (63%).

Um indicador que chama a atenção é que 53% dos pais afirmaram não usar a internet. No entanto, 71% acharam que as crianças usam a rede com segurança. Porém, a pesquisa mostra que entre crianças de 9 e 10 anos, 6% já tiveram contato na internet com alguém que não conhecia pessoalmente, entre 11 e 16 anos, o percentual sobe para 26%.

"Isso é muito sério porque esses mesmos pais que estão dizendo que é pouco provável que seus filhos tenham algum tipo de situação de perigo na internet, não conhecem exatamente que situações de vulnerabilidade seus filhos podem passar nesse ambiente. Há uma certa sensação de segurança dos pais que não obrigatoriamente se confirma na experiência concreta dos seus filhos que, às vezes, tem experimentado alguns conteúdos que podem trazer algum tipo de dano, acrescenta Rodrigo Nejm.

Na avaliação do psicólogo, a criança e o adolescente podem ter contato com conteúdo violento, pessoas estranhas e eventualmente até com criminosos. Apesar disso, ele destaca que mais importante é preparar esse público para lidar com situações de risco, que existem sempre, dentro e fora do ambiente virtual . "Quando a gente fala de conhecer novas pessoas, a gente tem que tomar cuidado para não fazer um pânico moral. É preciso olhar esses dados com cuidado, chamar a atenção para os perigos, mas também não é o caso de entrar em pânico e achar que a internet é superperigosa. Isso pode ser muito legal para questões de socialização, explica.

A proteção dos pequenos é uma das atribuições da Polícia Federal (PF), mas não em todos os casos. Para a PF investigar precisa haver a publicação ou a disponibilização de arquivos envolvendo pornografia infantil na internet, pois desse modo essa prática tem caráter transnacional. A rigor, quando o caso se restringe ao armazenamento desse tipo de material e ao abuso de crianças, quem assume é a Polícia Civil, explica o delegado da PF Júlio César Fernandes, responsável pelo grupo especial de combate aos crimes de ódio e pornografia infantil na internet. O grupo, criado em 2003, recebe e analisa as denúncias. As investigações são feitas pelas delegacias de defesa institucional nas superintendências ou pelas delegacias descentralizadas.

Em entrevista à Agência Brasil, o delegado disse ainda que o perfil dos aliciadores é variado, sem faixa etária definida, mas a maioria é homem e solteiro. As principais investigações envolvendo pornografia infantil estão na região Centro-Sul do Brasil. "Ainda não sabemos se isso ocorre porque há um maior volume de casos ou porque lá as unidades estão mais especializadas. As unidades que têm mais volume também têm os responsáveis que estão há mais tempo à frente dessa área temática. Os trabalhos mais emblemáticos foram desenvolvidos pelas delegacias de defesa institucional do Paraná e do Rio Grande do Sul", destaca.

ALGUNS CUIDADOS NAS REDES SOCIAIS:
1) Pense bem nas informações que vai publicar em seu perfil;
2) Lembre-se de que as informações compartilhadas não ficam restritas somente a você e a seus amigos. Informações pessoais nas redes sociais se tornam públicas. O que é divulgado na rede dificilmente será removido depois;
3) Cuidado com estranhos;
4) Não compartilhe sua senha, nem mesmo com namorado (a). Ela pertence somente a você;
5) Evite dar endereços de lugares que frequenta, onde mora ou estuda. Muito cuidado com o check in;
6) Se tiver algo de íntimo para dizer a alguém e queira guardar segredo, use o telefone ou fale pessoalmente;
7) Sempre que criar uma senha faça com que ela seja forte – mesclando números, letras e outros caracteres.

FONTE: INFO

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Vitorioso nas urnas, Obama tem a foto com mais 'likes' da história do Facebook

Presidente reeleito dos EUA também tem tuíte com mais RTs.
Barack Obama derrotou o candidato republicano Mitt Romney nas eleições para a presidência dos Estados Unidos e também bateu recordes nas redes sociais.

Pouco após a definição da sua vitória, Obama postou uma foto no Twitter abraçando a primeira-dama Michelle Obama com a frase "Four more years" (mais quatro anos). A mensagem se tornou rapidamente a mais retuitada da história do microblog e, às 9h desta quarta-feira, 7, já tinha mais de 570 mil RTs e foi favoritada 190 mil vezes.

No Facebook, Obama também bateu um recorde. A mesma foto com a mesma legenda foi colocada na rede social para anunciar a sua vitória. Ela se tornou a imagem com mais "likes" da rede social - eram mais de 2,6 milhões na manhã de quarta-feira. "Obama Wins" (Obama vence) também foi a frase mais vezes mencionada na rede social após a vitória do democrata.

FONTE: Olhar Digital

A internet torna estudantes distraídos, diz estudo

Para os professores, o Google habituou os estudantes a obter respostas rápidas, tornando-os menos aptos a realizar pesquisas trabalhosas.
SÃO PAULO — É inegável que a Wikipedia, o Google e as inúmeras fontes de informação na internet facilitam as pesquisas escolares. Mas os professores de escolas secundárias americanas veem, também, efeitos maléficos dessas tecnologias. Quase dois terços deles afirmam que elas fazem mais para distrair os estudantes que para ajudá-los nos estudos.

É uma avaliação dura (alguns diriam pessimista), que faz parte de um estudo da respeitada organização americana Pew Research Center. Dos professores entrevistados pelos pesquisadores, 87% dizem que a tecnologia está criando uma geração que se distrai facilmente e é incapaz de se concentrar por períodos longos.

Outro problema, apontado por 76% dos entrevistados, é que os mecanismos de busca da web, como oGoogle, condicionaram os estudantes a esperar encontrar a informação desejada de forma fácil e rápida. Assim, eles estariam menos inclinados a realizar pesquisas mais trabalhosas quando isso é necessário.

Uma parcela grande dos professores – 60% – também se diz preocupada com a qualidade das informações na web. Para eles, a internet tornou mais difícil, para os estudantes, encontrar fontes de informação realmente confiáveis. Cerca de metade dos entrevistados acha que os estudantes deveriam receber aulas sobre como pesquisar melhor usando meios digitais.

Mas nem tudo é negativo nas conclusões do estudo. 99% dos professores concordam que a internet permite obter informações mais amplas e variadas do que seria possível conseguir sem ela (o que parece óbvio). E 65% acham que a grande rede torna os estudantes atuais mais autossuficientes ao realizar pesquisas.

FONTE: INFO