domingo, 28 de outubro de 2012

Anatel divulga cronograma para inclusão do nono dígito em celulares brasileiros

Mudança tem o objetivo de estabelecer um padrão capaz de abranger os números usados em todo o território nacional.

A Anatel divulgou na última quinta-feira (25) o cronograma oficial que os estados do Brasil deverão seguir para adicionar um nono dígito aos números de celulares utilizados no país. A mudança, que já foi aplicada à cidade de São Paulo, deve afetar todo o território brasileiro até o final de 2016.

O objetivo do nono dígito é aumentar o número de linhas disponíveis no país, evitando que o crescimento do mercado de dispositivos móveis passe por problemas. Confira a lista completa das datas-limites estipuladas pelo órgão regulador:

- Dezembro de 2013 — interior do estado de São Paulo;

- Dezembro de 2014 — Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro e Roraima;

- Dezembro de 2015 — Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte;

- Dezembro de 2016 — Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.

A principal justificativa da Anatel para a mudança é o fato de que ela ter sido aplicada aos usuários de DDD 11 causou uma “situação de despadronização”. Com isso, criou-se uma situação que prejudicava a compreensão dos consumidores, que poderia ter como consequência o encaminhamento de chamadas para destinos indesejados.

* Com informações: Folha de S. Paulo
FONTE: Tecmundo

Como se livrar de situações delicadas com o chefe

SÃO PAULO – Mesmo o melhor dos relacionamentos com o chefe tem lá seus dias ruins e algumas situações no dia a dia corporativo são verdadeiros abacaxis.
Negar ou não concordar com ele nunca é uma tarefa fácil. Gerenciar um mundo de tarefas, todas urgentes, também é complicado. E o que fazer quando o chefe não cumpre o que promete?

Confira as respostas de especialistas com dicas para se sair bem com o chefe nestas três situações e não prejudicar sua carreira:

1 - COMO DIZER NÃO - Tem gente que sua frio e já começa a tremer diante da tarefa desafiadora de ser o porta-voz do não para o chefe. Sandra Oliveira, representante da Dale Carnegie no Brasil, sugere que você deixe o temido ´não´ para o fim da conversa.

Antes de entrar na sala do chefe, levante os todos os motivos que o levaram a não poder atender ao pedido dele. Ao começar a conversa, explica Sandra, apresente as causas e deixe a consequência – nesse caso, o ´não´ - para depois.

Perguntar para o chefe se ele pode ajudá-lo a encontrar outra maneira de executar a tarefa, ao fim da conversa, também é uma dica da especialista.

2 - QUANDO TUDO É PARA ONTEM - Algumas atividades são mais urgentes do que outras, mas nem todos os gestores pensam assim e cobram tudo como se fosse “para ontem”.

Para o especialista em administração do tempo, Fernando Serra, diretor da HSM School of Management e autor do livro “O tempo na sua vida” (Editora Saraiva) se o gestor não prioriza, esta tarefa cabe a você.

A regra de ouro, diz ele, é entender quais projetos se alinham mais com o que o seu chefe precisa naquele momento e dar prioridade a eles.

Outras atividades terão que ser delegadas ou deixadas de lado até você cumprir o que considerar mais importante. Para isso, você precisa entender como o gestor pensa, o que, de acordo com o especialista, acontece com o tempo.

3 - O CHEFE PROMETE, MAS NÃO CUMPRE - A felicidade que vem depois de dedicar-se a uma negociação com o chefe e conseguir a promessa de que o seu pedido será atendido vai por água abaixo quando ele não cumpre o acordo.

Segundo Sandra Oliveira, pode ser apenas esquecimento. Se for esse o caso, de acordo com a especialista, a solução é simples e uma conversa pode refrescar a memória do gestor.

FONTE: INFO

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Professora é presa após enviar fotos nuas e ter feito sexo com alunos

A professora Ashley Nicole-Anderson, de 24 anos, pode pegar pena de 20 anos de prisão por ter enviado fotos dela nua pela Internet e por ter feito sexo com, pelo menos, quatro de seus alunos – três deles menores de idade. A jovem está sendo investigada, mas vai responder ao processo em liberdade após pagar fiança de US$ 5 mil (R$ 10 mil).

A polícia da cidade de Iowa, nos Estados Unidos, recebeu uma denúncia de que a professora teria abusado sexualmente de um garoto de 18 anos da escola Aplington-Parkersburg High School, onde lecionava matemática. Posteriormente, houve novas acusações de que ela teria praticado sexo oral com outros três jovens que também foram seus alunos na instituição. Dois de 16 anos e um de 17.

“Podemos afirmar que nossos estudantes serão sempre nossa prioridade e por isso seguimos todas as políticas da escola neste caso. Colaboramos com a polícia e a decisão que for tomada vai ser respeitada”, disseram Dave Meyer, diretor, e Jon Thompson, superintendente da escola, em nota oficial sobre o caso.

A professora admitiu todos os relacionamentos, confirmou que enviou fotografias e que teve encontros sexuais com os alunos em questão entre os dias 1 de agosto de 2011 e 30 de junho de 2012. Depois de pagar fiança e ser liberada da cadeia de Butler County, a senhorita Anderson vai a julgamento acusada de quatro crimes, entre eles, exploração sexual, podendo pegar cinco anos na cadeia por cada um deles.

Via Daily Mail
FONTE: TecTudo

Bom chefe vale mais que aumento de salário, diz pesquisa

SÃO PAULO – Um chefe melhor vale mais que um aumento de salário. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela psicóloga Michelle McQuaid.

De acordo com o estudo, 65% dos entrevistados consideram que um bom chefe traria mais felicidade do que um vencimento mais polpudo no fim do mês.

Apenas 36% dos entrevistados disseram estar feliz no trabalho. Cerca de 70% disseram que teriam uma vida profissional mais satisfatória se o relacionamento com o chefe fosse melhor. Entre os mais jovens, na faixa de 20 a 30 anos, o percentual sobre para 80%, de acordo com a pesquisa.

Metade dos entrevistados acredita que teria mais sucesso na carreira se tivesse um bom relacionamento com a chefia. A promessa de uma relação mais agradável com os superiores seria motivo suficiente para 60% dos entrevistados mudarem de emprego.

Isso porque 31% disseram que não se inspiram em seus líderes, sentindo-se pouco apreciados por eles. Quase 15% consideram que seus chefes são os culpados por se sentirem miseráveis, entediados e sozinhos durante o expediente.

FONTE: INFO

Dormir pode ajudar a resolver grandes problemas

Pesquisa comprova que o sono faz com que você tenha um novo ponto de vista quando acordar.
Talvez alguém já tenha dito para você que dormir faz a cabeça ficar “fresca”, tornando os problemas mais fáceis de serem resolvidos. Acontece que isso foi confirmado por uma pesquisa séria, realizada por estudiosos da Universidade de Lancaster e publicada no jornal Memory and Cognition.

Segundo o estudo, o sono faz com que você tenha um novo ponto de vista em relação a uma situação problemática. Dessa maneira, grandes decisões podem ser tomadas de forma bem mais fácil. Contudo, essa “soneca restauradora” só funciona com questões difíceis — ou seja, não adiantar dormir para tentar resolver coisas muito simples.

E COMO FOI A PESQUISA?

Para comprovar esta teoria, os pesquisadores selecionaram alguns grupos de pessoas e passaram questões de diferentes níveis de dificuldade a eles. Como já era de se esperar, os problemas mais complicados não foram resolvidos rapidamente.

Dessa maneira, um grupo dormiu antes de responder aos problemas complexos, enquanto o outro continuou trabalhando neles ou apenas descansando por um momento. As pessoas que realmente dormiram conseguiram resolver as questões difíceis com uma facilidade muito maior do que as outras.

No entanto, essa melhora só foi constatada em decisões mais complicadas — o que é lógico, afinal de contas você não precisa de tempo para resolver situações que não são problemáticas.

* Com informações: Springerlink
FONTE: Tecmundo

domingo, 21 de outubro de 2012

Venda irregular de gás aumenta em Macaé

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Responsabilidade Social, existem mais de 40 pontos de revenda ilegal.
Em Macaé, muitos estabelecimentos revendem gás de cozinha de forma irregular.

Há cerca de quatro anos, o presidente do Instituto Brasileiro de Responsabilidade Social (IBRS), José Antônio Borges, denunciou a grande quantidade de gás de cozinha sendo revendido de forma irregular em Macaé. De 2008 até 2012, ano em que José Antônio retornou à cidade, nada mudou.

"Atualmente, o produto é vendido em padarias, açougues, lanchonetes, bares, minimercados, farmácias e até em algumas residências, o que coloca em risco toda a população, já que essas pessoas não têm qualificação adequada para manuseio e armazenagem do produto. Hoje, pela grande confusão do mercado, ninguém consegue identificar o depósito legal, pois até mesmo os irregulares possuem os muros e lojas pintadas com as cores das distribuidoras, o que gera uma grande confusão", comenta José Antônio.

Borges lembra que, de acordo com o inciso I do Artigo 1º da Lei nº 8.176 de oito de fevereiro de 1991, constitui crime contra a ordem econômica "adquirir, distribuir e revender derivados de petróleo, gás natural e suas frações recuperáveis, álcool etílico, hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, em desacordo com as normas estabelecidas na forma da lei". A pena é detenção de um a cinco anos.

Ele cita alguns lugares, como o bairro Miramar, onde a venda continua: "Não se pode aceitar que as pessoas vendam o produto como se fosse banana, laranja, encarando a informalidade como algo natural. Quem não tem alvará de funcionamento, não tem a documentação formal, não paga seus tributos e lesa o município. Por que não há repressão?", questiona Borges. "Não é preciso olhar muito. Existem ruas em que até quatro estabelecimentos comercializam o GLP de forma ilegal", completou.

José Antônio não entende o motivo de não haver repressão a esse tipo de comércio: "Se existe um órgão fiscalizador e regras, elas têm de ser cumpridas", explicou. Para revender o GLP, é necessário um alvará de funcionamento, concedido pela prefeitura de cada município, e uma autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que incluiu uma espécie de sete passos para a instalação de depósitos para a revenda.

Segundo José Antônio Borges, em Macaé é quase impossível não se perceber caminhões descarregando o gás nos comércios locais: "A cidade não é igual a alguns locais do Rio de Janeiro, por exemplo, que têm várias entradas e saídas.

É fácil perceber um estacionamento enorme que vende GLP na entrada do município, e tenho certeza que o Corpo de Bombeiros não concede autorização através de vistoria para venderem o botijão dentro do estacionamento", argumentou.

Borges lembra que quem trabalha de forma irregular não oferece um único emprego formal: "Geralmente os motoqueiros que entregam o gás ganham em média R$ 1 por botijão. As motos, em sua maioria, são velhas, poluem a cidade e colocam a vida de pedestres em risco, além de não usarem nenhum equipamento de segurança", completou.

Apesar de tudo, ele acredita que grande parte das pessoas que vendem GLP de forma irregular, não sabe que estão praticando um crime: "Eles ajudam a empobrecer a cidade e tornam-se um subproduto de mercado. Se um motoqueiro desses cai e se machuca, ele não tem direito nenhum. No dia seguinte, já tem outro no lugar dele", finalizou.

FONTE: IJ Assessoria Empresarial

sábado, 20 de outubro de 2012

Internet se torna ferramenta de vingança para funcionários insatisfeitos

Trabalhadores utilizam serviços da internet para descontar raiva que sentem de seus empregadores.
Cada vez mais presentes na vida das pessoas, as redes sociais estão ganhando funções bastante inusitadas. Uma delas é a sua utilização por funcionários vingativos, ávidos por retribuir o 'sofrimento' pelo qual seus patrões os fizeram passar.

A matéria do The New York Times, traduzida pela Folha de S. Paulo, conta alguns casos de trabalhadores que decidiram se aproveitar dos recursos da internet para descontar o período em que se sentiram insatisfeitos em seus trabalhos.

O texto mostra o caso de Joey DeFrancesco, que viralizou no YouTube após postar um vídeo de seu pedido de demissão. O detalhe é que, ao entregar a carta ao patrão, ele levava consigo uma fanfarra da qual fazia parte. No momento em que ele disse "me demito", a banda começou a tocar e todos sairam desfilando alegremente pelos corredores da empresa.

"Meu gerente realmente me odiava, e eu queria uma grande despedida", contou DeFrancesco.

Outro exemplo dado é o de James Whitaker, ex-diretor de engenharia do Google. Ele decidiu descrever em um blog seus sentimentos nos meses que antecederam sua saída da empresa como "um turbilhão de desespero e tentativas vãs de recuperar minha paixão".

"Conforme eu escrevia, o processo se tornou catártico. Não acho que tenha entendido plenamente por que saí até que escrevesse aquilo", explicou Whitaker.

FONTE: Olhar Digital