quinta-feira, 5 de abril de 2012

Yahoo! demite 2 mil funcionários para otimizar atividades

A empresa Yahoo! divulgou, nesta quarta-feira, a informação de que 2 mil funcionários (14% da equipe total) serão desligados da companhia, como parte das mudanças em curso.

O executivo-chefe do Yahoo!, Scott Thompson, explicou, em nota, o motivo das demissões, considerando a medida "um passo importante em direção a um novo e ousado" site, "menor, mais ágil, mais rentável e mais bem equipado para atender às inovações que nossos clientes e a indústria demandam".

Segundo Thompson, o objetivo é colocar os "usuários e anunciantes em primeiro lugar", mesmo que seja necessário agir "agressivamente". A empresa prevê, com as dispensas, uma economia de US$ 375 milhões por ano, que ajudaria a cobrir a queda de 3% na receita registrada no quarto trimestre de 2011.

O Yahoo! enfrenta ainda a concorrência do Google e do Facebook, além de um conflito interno envolvendo o gestor de fundo de hedge, Daniel Loeb.

FONTE: Monitor Mercantil Digital

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Wikipédia abrirá seu primeiro escritório no Brasil

"Por que a comunidade de editores da Wikipédia em português não cresce no Brasil e quais as áreas prioritárias que devemos focar para gerar um crescimento?"

Essa foi a principal pergunta a que a paulistana Oona Castro, 31 (foto), teve de responder no processo seletivo para se tornar a representante da Wikimedia Foundation (fundação responsável pela Wikipédia e outros projetos) no Brasil.

A idéia não era obter uma resposta definitiva, ainda que a pergunta seja baseada em dados reais e represente "o maior desafio que a diretora no Brasil enfrentará", segundo a própria fundação.

O objetivo era testar a capacidade dos candidatos de interagir com a comunidade de usuários (agrupada no movimento voluntário Wikimedia Brasil) para chegar a uma resposta -a colaboração é central na filosofia wiki.

"No fundo, é uma resposta que ninguém tem. Eu procurei mostrar que provavelmente existem motivos externos para isso, culturais, de hábitos das pessoas na internet", explica Oona.

"O teste foi uma chance de ver se você agüenta o tranco, uma semana de intensivão de relacionamento com a comunidade, foi muito legal."

Com uma larga experiência de trabalho com movimentos colaborativos e de cultura livre --seu último emprego foi como diretora-executiva do instituto (e site) Overmundo, onde esteve por mais de quatro anos-, Oona diz que seu papel será o de uma "catalizadora".

"Centralização é um tiro no pé. Eu cheguei para trabalhar com a comunidade, não vim para substituí-la. Meu papel é pensar, com a fundação e com os usuários, o que cabe ou não para o Brasil."

SÃO PAULO OU RIO?

Contratada no mês passado como consultora, ela deverá ser nomeada diretora após estruturar formalmente o primeiro escritório do grupo no Brasil (e o segundo fora dos EUA, depois do da Índia).

Ele deve ser aberto em até seis meses, provavelmente em São Paulo, ainda que Oona também cogite o Rio, onde reside, tendo em mente o "boom" que a cidade vive por conta da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016.

Paralelamente, começa a formar uma equipe que terá mais três ou quatro pessoas, uma delas já selecionada -Everton Zanella Alvarenga, o Tom, membro da Wikimedia Brasil e consultor no projeto Wikipédia na Universidade.

Segundo Oona --cujo nome homenageia a mulher de Charles Chaplin, Oona O'Neill--, a presença da fundação no Brasil deve ser temporária: projeta-se, por ora, um período de dois anos.

Nesse tempo, terá de cumprir dois objetivos principais: fortalecer a comunidade de editores e aumentar o número de leitores e usuários da Wikipédia e de outros projetos da fundação, como o dicionário colaborativo Wiktionary e a Wikimedia Commons, repositório de imagens, vídeos e sons de uso gratuito. Ela também destaca a vontade de ter maior participação feminina.

"Vamos sistematizar, encaminhar e construir processos que façam a Wikimedia crescer, aumentando a cultura de colaboração", diz ela.

FONTE: Folha.com

Estudo aponta que redes sociais são mais perigosas que sites pornô

De acordo com pesquisa da Kaspersky, sites como Facebook e Twitter abrigam atualmente 21% dos links maliciosos, contra 14% dos sites pornôs.

Uma pesquisa da Kaspersky divulgada nesta terça traz um dado surpreendente: as redes sociais estão abrigando mais links maliciosos que sites pornográficos. Segundo a empresa de segurança, mais de 20% dos links perigosos estão hospedados em serviços como Facebook, Twitter ou Google+.

Os cibercriminosos usam uma variedade de métodos para enganar as vítimas. Além de manipular resultados de busca (o chamado SEO poisoning), spam em redes sociais foi uma estratégia comum em 2011, que deve se manter este ano.

A maioria dos links maliciosos descobertos pelo time de analistas da Kaspersky Lab em redes sociais estão no Facebook e em seu clone russo VKontakte. Páginas com conteúdo pornográfico sempre foram usadas como iscas, porém estão perdendo popularidade, sobretudo depois do sucesso das redes sociais. Atualmente, estes sites representam 14% dos links maliciosos.

Em um ranking de métodos mais populares para disseminação de malware, os cibercriminosos preferem o YouTube, onde estão hospedados quase 1 em cada 3 (31%) dos links maliciosos encontrados pela Kaspersky Lab. Os serviços de busca continuam a ser um canal importante, com 22% dos golpes na internet, realizados por meio da manipulação de resultados no Google e de outros motores de busca.

FONTE: PCWorld

Você não está gordo, isso é coisa do Facebook

Estudo revela que a maior rede social do planeta influencia negativamente a consciência corporal das pessoas, podendo levá-las a desenvolver distúrbios alimentares.

Um estudo realizado pela instituição The Center for Eating Disorders at Sheppard Pratt apontou que as mídias sociais influenciam negativamente a percepção das pessoas sobre o tamanho do próprio corpo.

De acordo com a publicação do site PR Newswire, o centro de tratamento para transtornos alimentares observou um comportamento atípico nos usuários do Facebook e contratou uma empresa de pesquisas públicas para avaliar o quanto a rede social afeta a nossa noção de peso e consciência corporal.

No levantamento realizado com 600 internautas entre 16 e 40 anos, foi constatado que 51% dos entrevistados obtiveram uma consciência mais clara do seu corpo. Contudo, "quando as pessoas olham fotos de si mesmas e de outros contatos no Facebook, elas aumentam a insatisfação com sua imagem corporal", comentou Steve Crawford, diretor da instituição responsável pelo estudo.


Além disso, 75% das pessoas acreditam que precisam perder peso; aproximadamente 32% disseram se sentir tristes quando comparam os seus perfis com o de outros usuários; um pouco mais de 50% dos participantes da pesquisa afirmam comparar as suas vidas com base nas atualizações de seus contatos; e 43% relataram que evitam tirar uma foto caso não sintam que estão em sua melhor forma.

Tais dados podem indicar uma participação da rede social no desenvolvimento de distúrbios alimentares. "Se o Facebook está aumentando a sua insatisfação com o corpo, você precisa repensar o uso do site e até mesmo considerar parar de usá-lo por um tempo", sugere Crawford.

FONTE: Tecmundo

sábado, 31 de março de 2012

Pesquisa aponta que 93% das empresas devem aderir ao estilo móvel de trabalho até 2013

Cada vez mais, organizações entendem os benefícios que a mobilidade traz para seus negócios

De acordo com os principais tomadores de decisão de TI, empresas por todo o mundo estão aderindo aos estilos móveis de trabalho como uma maneira de fortalecer as inovações empresariais. O Índice de Workshifting Global da Citrix, divulgado hoje (30/03), revela que 93% das empresas terão implantado políticas de workshifting até o fim de 2013, muito acima dos 37% que já oferecem o workshifting para todos ou alguns funcionários.

O workshifting é um estilo móvel de trabalho alterando o local, horário e recursos para otimizar o tempo do profissional. Para algumas pessoas, isso significa levar o trabalho para lugares onde elas encontram inspiração e podem ser mais produtivas. Para as empresas, isso significa reduzir os custos dos negócios e de TI e, ao mesmo tempo, oferecer a flexibilidade de trabalhar em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo.

De acordo com os tomadores de decisão de TI, os benefícios do workshifting incluem: - a capacidade do usuário de escolher o melhor horário, local e dispositivo para trabalhar. 71% dos entrevistados apontaram que usam o workshifting para deixar as pessoas trabalharem em qualquer lugar e 63% para que elas trabalhem em casa quando necessário;

- acesso constante aos desktops e aplicativos. 94% dos tomadores de decisão de TI seniores concordam que a continuidade de vários negócios é muito importante, e 93% dos entrevistados concordam que a virtualização do desktop foi uma solução muito eficaz;

- a redução dos custos foi apontada como fator por 45% dos entrevistados. 39% mencionaram a possibilidade de recrutar mão de obra em regiões de menor custo, 38% fizeram referência à redução de custos imobiliários e 26% se referiram à sustentabilidade ambiental;

- atrair e manter os melhores profissionais através do trabalho flexível, remoto e estratégias de locais de trabalho alternativos. 51% dos tomadores de decisão de TI indicaram que adotam políticas de workshifting para ajudar a atrair e manter grandes talentos. Quase a metade dos entrevistados também apontou que o workshifting oferece acesso a um grupo de trabalhadores muito maior, facilitando a colaboração com e entre os parceiros terceirizados, empreiteiros, parceiros de negócios, funcionários temporários e consultores.

Virtualização do Desktop é a Plataforma Tecnológica do Workshifting

A virtualização do desktop está emergindo como uma tecnologia fundamental para flexibilizar o local de trabalho: 91% das empresas planejam implantar a tecnologia até o fim de 2013. Entre as empresas que estão adotando a virtualização de desktops, 57% apontam que estão implantando ou irão implantar a tecnologia para permitir o workshifting. A virtualização de desktops permite que funcionários acessem aplicativos e dados da empresa em qualquer lugar, a qualquer hora e em um dispositivo de sua escolha. Além disso, os benefícios de segurança da virtualização do desktop garantem que as informações confidenciais da empresa estejam protegidas contra perda e roubo. De acordo com os entrevistados, 92% das empresas adotaram ou estão adotando a virtualização de desktops para aprimorar a segurança da informação. As pessoas também podem se beneficiar de reuniões on-line e serviços de compartilhamento de arquivos, fomentando a colaboração independentemente da localização de cada indivíduo.

FONTE: Olhar Digital

Estudo revela: 13% fingem falar ao celular para evitar encontros desagradáveis

Mais de 2 mil americanos foram entrevistados. E você, faz parte dessa parcela que evita encontros sociais com o telefone?

O celular pode ter muitos usos, mas lançar mão do aparelho para evitar alguma pessoa, fingindo estar fazendo ou recebendo uma ligação - vamos combinar - é uma das mais úteis do portátil. E uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project aponta que isso é algo bastante comum: 13% dos entrevistados assumiram já ter lançado mão do truque para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Cerca de 2,2 mil americanos foram entrevistados. 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. Mas um outro número espanta: 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu amado celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

FONTE: Olhar Digital

Será que a pornografia realmente faz mal?

Debate sobre a relação entre pornografia e comportamento violento é reaceso nos Estados Unidos.

A influência da pornografia em nossas vidas é um tema polêmico que voltou a ganhar destaque com um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos — o republicano Rick Santorum. Ele mencionou estudos experimentais que afirmam que a exposição à pornografia pode causar mudanças cerebrais profundas, atingindo adultos e crianças, chegando inclusive a induzir a violência contra mulheres.

Entretanto, Paul Wright, que estuda a influência do sexo na mídia, veio a público para dizer que não existem evidências de que essas mudanças realmente ocorram, embora o tema ainda seja motivo de muita discussão. Wright afirma que os estudos sobre a pornografia devem ser observados como um todo, pois é muito fácil mencionar uma pesquisa ou outra que defenda um dos lados desta disputa.

Resultados para todos os gostos

A maioria das pesquisas sobre o tema é experimental e está focada em estudantes universitários. Além disso, os próprios estudos, quando analisados individualmente, parecem apresentar resultados mistos. Enquanto alguns deles demonstram que os jovens expostos à pornografia apresentam um comportamento violento, outros tantos não conseguem apresentar nenhuma evidência disso.

Então, para entender os resultados de todos esses experimentos como se fossem um só, os psicólogos decidiram realizar uma meta-análise dos dados, ou seja, fizeram um estudo para avaliar os resultados de diversas pesquisas sobre um mesmo tema.

Esclarecendo algumas questões

A maneira como os experimentos são conduzidos também pode influenciar os resultados da pesquisa. Além disso, será que esses testes realmente podem ser aplicados na vida real?

Infelizmente, é impossível realizar experimentos controlados sobre pornografia na vida real, mas uma maneira de avaliar os índices de violência sexual é observar o que acontece em países que têm a pornografia descriminalizada. E os pesquisadores descobriram que o nível de criminalidade nesses cenários costuma cair, o que sugere que o maior acesso à pornografia pode funcionar como uma espécie de válvula de escape para homens com tendências violentas.

Na contramão dessa análise, há quem sugira que a descriminalização da pornografia também pode afetar o comportamento das mulheres, exercendo influências sociais que as levam a aceitar atos de violência e a não denunciar as agressões.

Pornografia e violência

Contudo, se os estudos realizados em laboratório estão corretos e os homens realmente se tornam mais violentos quando expostos à pornografia, ainda assim o efeito apenas varia de leve a moderado. Alguns estudos inclusive sugerem que apenas os homens com algumas tendências específicas — narcisismo, hostilidade contra mulheres, comportamento controlador e autoritário etc. — se tornam mais agressivos.

Além disso, muitos indivíduos que fizeram parte dos estudos também afirmaram que a pornografia não exercia nenhum tipo de influência negativa sobre eles. Inclusive, eles acreditavam que o acesso a esse tipo de material podia ser vantajoso e benéfico para suas vidas sexuais.

Reflexo cultural

O comportamento agressivo com relação às mulheres — principal foco dos experimentos sobre os efeitos da pornografia — parece, na verdade, também ser um reflexo da cultura.

Os pesquisadores compararam as poses que as mulheres adotavam em fotos expostas em sites pornográficos, revistas e portfólios de atrizes pornô da Noruega, Estados Unidos e Japão. Esses países aparecem em diferentes posições — 1ª, 15ª e 54ª, respectivamente — em uma escala da ONU que mede o grau de poder que as mulheres exercem nesses locais.

Ao analisar as poses nas quais as mulheres eram retratadas como poderosas ou submissas, os pesquisadores descobriram que as imagens não apareciam na mesma proporção nos três países. A Noruega somou a maior proporção de fotos com mulheres em posições de poder ou confiança, seguida pelos Estados Unidos. Isso denota um claro reflexo do lugar que as mulheres ocupam nessas sociedades, além de mostrar o que seria considerado sexy ou não nesses países.

O que realmente podemos afirmar sem sombra de dúvidas é que existem muitos fatores que podem induzir um comportamento violento, e talvez seja demais culpar apenas a pornografia por todos os problemas.

FONTE: Tecmundo