São Paulo é o local que mais carece de profissionais de TI (tecnologia da informação), mostra estudo da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação). No Estado, a contratação de profissionais por ano chega a 14 mil, mas as escolas formam 10 mil estudantes anualmente.
Outros Estados, como Rio Grande do Sul e Paraná, também necessitam de mão de obra especializada, mas em menor proporção.
Foram analisados São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul no estudo, elaborado pela RCR Consultoria e Gestão Empresarial, a partir da análise de dados da movimentação do mercado de trabalho nas funções associadas a TI, a oferta de profissionais para esse segmento e a participação do mesmo nos setores econômicos.
A avaliação indica que serão precisos 78 mil profissionais em 2014, mas 33 mil concluirão os cursos.
A carência de mão de obra reflete-se no salário, mostra o estudo. A área de TI tem salário acima da média - R$ 2.950 -- quase o dobro da nacional (R$ 1.499).
FONTE: Folha.com
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Pessoas contam mais mentiras na Internet do que na vida real, revela estudo
Segundo levantamento de universidade dos EUA, há maior probabilidade de comportamento mentiroso em troca de e-mails e mensagens instantâneas.
Conversar pela Internet pode tornar as pessoas mais inclinadas a mentir, afirma um novo estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, de acordo com informações do site Huffington Post. Intitulado “Liar, Liar, Hard Drive on Fire: How Media Context Affects Lying Behavior”, o levantamento descobriu que as pessoas mentiam mais ao enviar e-mails ou mensagens instantâneas (como MSN e Gtalk) em comparação ao seu comportamento quando falavam pessoalmente.
“Não é novidade que nós mentimos. O que é novo aí é que nós mentimos ainda mais online”, afirmou o pesquisador da universidade, Mattitiyahu Zimbler, sobre a descoberta que foi publicada recentemente na revista especializada Journal of Applied Social Psychology.
Como explica o jornal Times of India, o estudo colocou duplas de estudantes universitários que não se conheciam para conversarem, pessoalmente, por e-mail ou mensagens instantâneas. Por meio dessas situações, os pesquisadores chegaram à conclusão de que os participantes mentiam mais quando estavam enviando e-mail, seguido por mensagens instantâneas e, por último, em conversas presenciais.
“De modo geral, a descoberta mostra como é fácil mentir online, e que temos maior probabilidade de sermos receptores de afirmações falsas do que ao interagir face-a-face com os outros”, afirma Robert Feldman, outro pesquisador da universidade que também atua como professor de psicologia.
FONTE: IDGNow
Conversar pela Internet pode tornar as pessoas mais inclinadas a mentir, afirma um novo estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, de acordo com informações do site Huffington Post. Intitulado “Liar, Liar, Hard Drive on Fire: How Media Context Affects Lying Behavior”, o levantamento descobriu que as pessoas mentiam mais ao enviar e-mails ou mensagens instantâneas (como MSN e Gtalk) em comparação ao seu comportamento quando falavam pessoalmente.
“Não é novidade que nós mentimos. O que é novo aí é que nós mentimos ainda mais online”, afirmou o pesquisador da universidade, Mattitiyahu Zimbler, sobre a descoberta que foi publicada recentemente na revista especializada Journal of Applied Social Psychology.
Como explica o jornal Times of India, o estudo colocou duplas de estudantes universitários que não se conheciam para conversarem, pessoalmente, por e-mail ou mensagens instantâneas. Por meio dessas situações, os pesquisadores chegaram à conclusão de que os participantes mentiam mais quando estavam enviando e-mail, seguido por mensagens instantâneas e, por último, em conversas presenciais.
“De modo geral, a descoberta mostra como é fácil mentir online, e que temos maior probabilidade de sermos receptores de afirmações falsas do que ao interagir face-a-face com os outros”, afirma Robert Feldman, outro pesquisador da universidade que também atua como professor de psicologia.
FONTE: IDGNow
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
MOMENTO ROCK Guitarristas
Aqui neste blog, temos um espaço voltado para o rock, e não podíamos deixar de divulgar e comentar, onde no último dia 23/11, músicos e críticos elegeram para a revista americana Rolling Stone os dez maiores guitarristas de todos os tempos, onde concordamos totalmente, mas algumas feras ficaram de fora, isso até pela grandeza do velho e bom rock and roll.
Vamos à lista:
10º Lugar: PETE TOWNSHEND, do The Who, autor da Ópera Rock Tommy;
9º Lugar: DUANE ALLMAN, do Allman Brothers Band, um guitarrista de blues, parceiro das antigas de Eric Clapton;
8º Lugar: O holandês EDDIE VAN HALEN, que colocou o rock pesado na lista;
7º Lugar: CHUCK BERRY, o veterano roqueiro que influenciou John Lennon e Keith Richards;
6º Lugar: B. B. KING, o blues de raiz nessa relação;
5º Lugar: JEFF BECK, ex-YardBirds, um típico herói da guitarra inglês;
4º Lugar: KEITH RICHARDS, o monstro por trás de quase meio século de Rolling Stones;
3º Lugar: JIMMY PAGE, o piloto do Led Zeppelin;
2º Lugar: ERIC CLAPTON, ele toca tanto que já foi chamado até de Deus da Guitarra;
1º Lugar: JIMI HENDRIX (foto), com Jimi no páreo qualquer disputa de guitarristas começa pelo 2º lugar.
A riqueza é tanta, que aqui lembramos de outros bons guitarristas que não entraram nesta lista, como o BRIAN MAY, do Queen, o mexicano CARLOS SANTANA, o escocês naturalizado australiano ANGUS YOUNG, do ACDC, entre tantos outros.
No próximo MOMENTO ROCK, destaque ao Barão Vermelho, de Cazuza e Roberto Frejat.
Valeu e até a próxima.
* Com informações do Globo.com
AUTOR: Denilson Lopes da Costa
Vamos à lista:
10º Lugar: PETE TOWNSHEND, do The Who, autor da Ópera Rock Tommy;
9º Lugar: DUANE ALLMAN, do Allman Brothers Band, um guitarrista de blues, parceiro das antigas de Eric Clapton;
8º Lugar: O holandês EDDIE VAN HALEN, que colocou o rock pesado na lista;
7º Lugar: CHUCK BERRY, o veterano roqueiro que influenciou John Lennon e Keith Richards;
6º Lugar: B. B. KING, o blues de raiz nessa relação;
5º Lugar: JEFF BECK, ex-YardBirds, um típico herói da guitarra inglês;
4º Lugar: KEITH RICHARDS, o monstro por trás de quase meio século de Rolling Stones;
3º Lugar: JIMMY PAGE, o piloto do Led Zeppelin;
2º Lugar: ERIC CLAPTON, ele toca tanto que já foi chamado até de Deus da Guitarra;
1º Lugar: JIMI HENDRIX (foto), com Jimi no páreo qualquer disputa de guitarristas começa pelo 2º lugar.
A riqueza é tanta, que aqui lembramos de outros bons guitarristas que não entraram nesta lista, como o BRIAN MAY, do Queen, o mexicano CARLOS SANTANA, o escocês naturalizado australiano ANGUS YOUNG, do ACDC, entre tantos outros.
No próximo MOMENTO ROCK, destaque ao Barão Vermelho, de Cazuza e Roberto Frejat.
Valeu e até a próxima.
* Com informações do Globo.com
AUTOR: Denilson Lopes da Costa
Pesquisa aponta que ficar sem celular é o pior castigo para um adolescente
Estudo foi feito com jovens de 11 a 18 anos e mostram que alguns deles possuem um 2º aparelho para essas ocasiões.
As palmadas já estão ultrapassadas, já que uma pesquisa feita pela operadora de telefonia móvel T-Mobile na Inglaterra mostrou que, para 60% dos adolescentes, o pior castigo ou punição é o confisco de seus aparelhos de celular. Esse número sobe para 80% se o aparelho em questão for um smartphone.
Segundo reportagem do jornal Telegraph, parece que os pais já perceberam que essa é a melhor forma de castigo: 50% dos jovens admitiram que tiveram seus celulares confiscados pelo menos uma vez por mês ao longo de 2010. O motivo mais comum para isso, segundo eles, é o gasto excessivo. O mais curioso da pesquisa é que 10% dos jovens entrevistados admitiram que possuem um segundo aparelho, reservado para esses momentos de "abstinência".
A pesquisa também promoveu um "choque de gerações". Os estudiosos pediram pediram aos pais que tentassem lembrar qual era o pior castigo na época deles, e três respostas sobressaíram: não poder sair de casa, dormir mais cedo ou não ganhar suas mesadas.
"Tiozões" conectados
Uma outra parte da pesquisa, feita pela empresa de segurança TalkTalk, mostrou que 70% dos usuários com mais de 60 anos estão navegando pela web em uma base diária.
Outros 30% deles vêem TV, ouvem rádio e utilizam outros serviços semelhantes de forma online. E, curiosamente, 1 em cada 5 pessoas dessa geração joga games na web. Cerca de 30% deles também utilizam o Facebook.
FONTE: Olhar Digital
As palmadas já estão ultrapassadas, já que uma pesquisa feita pela operadora de telefonia móvel T-Mobile na Inglaterra mostrou que, para 60% dos adolescentes, o pior castigo ou punição é o confisco de seus aparelhos de celular. Esse número sobe para 80% se o aparelho em questão for um smartphone.
Segundo reportagem do jornal Telegraph, parece que os pais já perceberam que essa é a melhor forma de castigo: 50% dos jovens admitiram que tiveram seus celulares confiscados pelo menos uma vez por mês ao longo de 2010. O motivo mais comum para isso, segundo eles, é o gasto excessivo. O mais curioso da pesquisa é que 10% dos jovens entrevistados admitiram que possuem um segundo aparelho, reservado para esses momentos de "abstinência".
A pesquisa também promoveu um "choque de gerações". Os estudiosos pediram pediram aos pais que tentassem lembrar qual era o pior castigo na época deles, e três respostas sobressaíram: não poder sair de casa, dormir mais cedo ou não ganhar suas mesadas.
"Tiozões" conectados
Uma outra parte da pesquisa, feita pela empresa de segurança TalkTalk, mostrou que 70% dos usuários com mais de 60 anos estão navegando pela web em uma base diária.
Outros 30% deles vêem TV, ouvem rádio e utilizam outros serviços semelhantes de forma online. E, curiosamente, 1 em cada 5 pessoas dessa geração joga games na web. Cerca de 30% deles também utilizam o Facebook.
FONTE: Olhar Digital
Pequenas e médias demoram a aceitar a consumerização
Funcionários usam cada vez mais seus próprios dispositivos para o trabalho, mas as companhias de menor porte tardam a ingressar nesse universo.
Funcionários de um quarto das pequenas e médias empresas (PMEs) já estão usando smartphones e tablets pessoais para o executar tarefas corporativas, mas mais de dois terços dessas empresas não têm controles para gerenciar esses dispositivos, e 45% dos gerentes de TI não têm conhecimento de todos os dispositivos utilizados.
Essas são algumas conclusões de um estudo global realizado pela Citrix em conjunto com as companhias de pesquisa YouGov e Research Now. Enquanto as empresas que adotam práticas de trabalho flexíveis estão vendo os ganhos de produtividade de até 36%, outras estão presas nas implicações de segurança.
"A natureza do trabalho continua a mudar", afirma Brett Caine, vice-presidente sênior e gerente-geral da Citrix. "Os funcionários estão usando dispositivos domésticos no local de trabalho, tanto para negócios como para uso pessoal.
As organizações precisam responder a essa tendência por meio do desenvolvimento de políticas que lidem com novos estilos de trabalho móvel que podem impulsionar a produtividade de forma flexível e ao mesmo tempo segura”, completa.
A pesquisa ouviu mais de 1,1 mil executivos e gerentes de TI na Austrália, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos entre maio e agosto de 2011. Dos entrevistados, 35% disseram que estão sob pressão para adotar práticas da força de trabalho flexível, incluindo a escolha dos dispositivos usados nos locais de trabalho.
No Reino Unido, por exemplo, 45% das empresas disseram permitir que os funcionários usem seus próprios dispositivos para fins comerciais, movimento que resultou em melhoria de produtividade em mais de 10%. No entanto, 57% não têm políticas, procedimentos ou sistemas de TI no local para gerenciar o uso de dispositivos pessoais nos negócios. Além disso, apenas a metade está ciente de todos os dispositivos que seus funcionários usam para fins comerciais.
"Suporte, monitoramento e gerenciamento de funcionários remotos e móveis é agora requisito para a TI garantir negócios altamente produtivos e eficazes", aponta Elizabeth Cholawsky, vice-presidente e gerente-geral de TI da Citrix.
A consumerização de TI foi identificada por analistas como tendência-chave para os próximos anos, mas muitos gerentes de TI sentem que não têm ferramentas necessárias para gerir adequadamente os dispositivos pessoais.
FONTE: Computerworld
Funcionários de um quarto das pequenas e médias empresas (PMEs) já estão usando smartphones e tablets pessoais para o executar tarefas corporativas, mas mais de dois terços dessas empresas não têm controles para gerenciar esses dispositivos, e 45% dos gerentes de TI não têm conhecimento de todos os dispositivos utilizados.
Essas são algumas conclusões de um estudo global realizado pela Citrix em conjunto com as companhias de pesquisa YouGov e Research Now. Enquanto as empresas que adotam práticas de trabalho flexíveis estão vendo os ganhos de produtividade de até 36%, outras estão presas nas implicações de segurança.
"A natureza do trabalho continua a mudar", afirma Brett Caine, vice-presidente sênior e gerente-geral da Citrix. "Os funcionários estão usando dispositivos domésticos no local de trabalho, tanto para negócios como para uso pessoal.
As organizações precisam responder a essa tendência por meio do desenvolvimento de políticas que lidem com novos estilos de trabalho móvel que podem impulsionar a produtividade de forma flexível e ao mesmo tempo segura”, completa.
A pesquisa ouviu mais de 1,1 mil executivos e gerentes de TI na Austrália, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos entre maio e agosto de 2011. Dos entrevistados, 35% disseram que estão sob pressão para adotar práticas da força de trabalho flexível, incluindo a escolha dos dispositivos usados nos locais de trabalho.
No Reino Unido, por exemplo, 45% das empresas disseram permitir que os funcionários usem seus próprios dispositivos para fins comerciais, movimento que resultou em melhoria de produtividade em mais de 10%. No entanto, 57% não têm políticas, procedimentos ou sistemas de TI no local para gerenciar o uso de dispositivos pessoais nos negócios. Além disso, apenas a metade está ciente de todos os dispositivos que seus funcionários usam para fins comerciais.
"Suporte, monitoramento e gerenciamento de funcionários remotos e móveis é agora requisito para a TI garantir negócios altamente produtivos e eficazes", aponta Elizabeth Cholawsky, vice-presidente e gerente-geral de TI da Citrix.
A consumerização de TI foi identificada por analistas como tendência-chave para os próximos anos, mas muitos gerentes de TI sentem que não têm ferramentas necessárias para gerir adequadamente os dispositivos pessoais.
FONTE: Computerworld
What? 44% dos jovens brasileiros preferem redes sociais a salário alto
Uma pesquisa realizada pela Cisco Connected World Tecnology constatou que 44% dos jovens profissionais brasileiros, para serem contratados, preferem que o trabalho permita o acesso às redes sociais a receber um salário alto. A média mundial é de 33%.
Cerca de 56% de todos os entrevistados disseram que, caso encontrassem uma empresa que proibisse o uso das redes, não aceitariam a vaga de emprego ou tentariam contornar a política da empresa. No Brasil, o percentual foi de 74%.
Segundo a pesquisa, 90% dos jovens profissionais brasileiros planejam fazer perguntas relacionadas ao uso de mídias sociais na entrevistas de emprego. Para 53%, esse é um fator relevante para a proposta ser aceita ou não.
O estudo levou em conta 2800 estudantes universitários e jovens de 14 países.
FONTE: Techlider
Cerca de 56% de todos os entrevistados disseram que, caso encontrassem uma empresa que proibisse o uso das redes, não aceitariam a vaga de emprego ou tentariam contornar a política da empresa. No Brasil, o percentual foi de 74%.
Segundo a pesquisa, 90% dos jovens profissionais brasileiros planejam fazer perguntas relacionadas ao uso de mídias sociais na entrevistas de emprego. Para 53%, esse é um fator relevante para a proposta ser aceita ou não.
O estudo levou em conta 2800 estudantes universitários e jovens de 14 países.
FONTE: Techlider
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Dispositivo estimula somente a área relacionada às doenças, ao invés de atingir todo o cérebro.
Um novo dispositivo desenvolvido por uma empresa israelense promete aliviar a dependência de drogas e várias doenças cerebrais, como depressão, Mal de Alzheimer e esquizofrenia. O equipamento, desenvolvido pela empresa Brainsway, consiste em um capacete ligado a uma bobina, que fornece estímulos magnéticos ao cérebro.
De acordo com o dr. Avraham Zangen, neuroconsultor da Brainsway, mapas do córtex do nosso cérebro já são bem conhecidos e o estímulo eletromagnético de áreas do cérebro é uma prática comum. A diferença é que a nova tecnologia, chamada TMS (estímulo magnético transcraniano), leva o tratamento a um nível superior. "Nós conseguimos atingir áreas mais profundas, regiões cerebrais relevantes para o tratamento psiquiátrico", diz.
Ao contrário da terapia de eletrochoque, utilizada até hoje em pessoas com depressão que não respondem a outros tratamentos, o método Brainsway estimula apenas a área do córtex relacionada à depressão, ao invés de atingir todo o cérebro. "Ganhamos o efeito benéfico da terapia de choque sem os efeitos colaterais", diz Zangen.
FONTE: Olhar Digital
Um novo dispositivo desenvolvido por uma empresa israelense promete aliviar a dependência de drogas e várias doenças cerebrais, como depressão, Mal de Alzheimer e esquizofrenia. O equipamento, desenvolvido pela empresa Brainsway, consiste em um capacete ligado a uma bobina, que fornece estímulos magnéticos ao cérebro.
De acordo com o dr. Avraham Zangen, neuroconsultor da Brainsway, mapas do córtex do nosso cérebro já são bem conhecidos e o estímulo eletromagnético de áreas do cérebro é uma prática comum. A diferença é que a nova tecnologia, chamada TMS (estímulo magnético transcraniano), leva o tratamento a um nível superior. "Nós conseguimos atingir áreas mais profundas, regiões cerebrais relevantes para o tratamento psiquiátrico", diz.
Ao contrário da terapia de eletrochoque, utilizada até hoje em pessoas com depressão que não respondem a outros tratamentos, o método Brainsway estimula apenas a área do córtex relacionada à depressão, ao invés de atingir todo o cérebro. "Ganhamos o efeito benéfico da terapia de choque sem os efeitos colaterais", diz Zangen.
FONTE: Olhar Digital
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