Setor teve alta anual de 15%, impulsionado pelos vídeos.
O consumo de mídia pela internet tem crescido no Brasil, principalmente o de vídeos. Dados divulgados pelo Ibope nessa quinta-feira, 7, mostram que o setor teve uma alta de 15% entre os dezembros de 2011 e 2012.
Segundo o Netview, do Ibope Media, a quantidade de pessoas que assistem a vídeos ou ouvem músicas pela rede foi de 17,2 milhões em 2011 para 19,8 milhões no ano passado. Os números se referem a usuários únicos e contam a categoria de broadcast media, que inclui informações, produtos e/ou serviços de mídia via streaming.
Contando apenas os acessos a sites de vídeo, como YouTube, o aumento foi ainda mais expressivo, de 18,34% - indo de 33,8 milhões para 40 milhões.
FONTE: Olhar Digital
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Estudo mostra que crianças estão a 'três cliques' de material pornô no YouTube
Um estudo mostrou que crianças que pesquisam por conteúdo no YouTube com as palavras “Peppa Pig” e “Vila Sésamo” podem estar a cerca de três cliques de material adulto. A pesquisa foi feita pela Kaspersky para o Safer Internet Day (dia da Internet segura, em português), que celebrou 10 meses na última terça-feira (05/02). Segundo o levantamento, as crianças estariam com acesso extremamente fácil a materiais pornográficos, violência e nudez.
Segundo os pesquisadores da Kaspersky, a lista lateral de recomendações do YouTube - disponível na parte direita da página durante a exibição de um vídeo da Vila Sésamo, por exemplo - exibe material pornográfico ou adulto. Em outubro de 2011 a conta oficial do seriado foi invadida por hackers e alguns episódios foram substituídos por vídeos pornôs.
Outro estudo separado foi feito com 24 mil crianças em diferentes faixas de idade. Cerca de 27% tinham entre sete e 11 anos de idade. Aproximadamente metade das crianças tinha entre 11 e 19 anos. Os dois grupos encontraram material “desagradável” online em um ano de pesquisa.
Um dos exemplos encontrados pela pesquisa foi o de um clipe musical com palavrões e armas, que estava a dois cliques de distância de um vídeo do desenho infantil "Rastamouse", graças aos “vídeos sugeridos” do YouTube.
O site tem um modo de segurança que pode bloquear materiais inadequados, como pornografia e comentários desagradáveis. No entanto, o Google admite que esse recurso pode não ser “100% preciso”, porque precisa de ajuda dos usuários para identificar vídeos impróprios. O modo de segurança trabalha com os materiais indicados como conteúdo explícito.
Assim como o Facebook, o uso do YouTube deveria ser feito apenas por telespectadores com 13 anos ou mais idade. No entanto, as duas empresas admitem que isso não pode ser totalmente controlado. A pesquisa da Kaspersky mostra que mais de um terço de crianças com sete anos e 45% dos jovens com idade entre 16 e 19 anos navegam sem supervisão alguma de responsáveis.
A empresa afirmou ainda que este tipo de estudo traz à tona a discussão sobre a regularização da Internet. "A facilidade de acesso ao conteúdo online inapropriado é parte do grande debate se a Internet deveria ser controlada ou censurada".
Via Guardian
FONTE: TechTudo
Segundo os pesquisadores da Kaspersky, a lista lateral de recomendações do YouTube - disponível na parte direita da página durante a exibição de um vídeo da Vila Sésamo, por exemplo - exibe material pornográfico ou adulto. Em outubro de 2011 a conta oficial do seriado foi invadida por hackers e alguns episódios foram substituídos por vídeos pornôs.
Outro estudo separado foi feito com 24 mil crianças em diferentes faixas de idade. Cerca de 27% tinham entre sete e 11 anos de idade. Aproximadamente metade das crianças tinha entre 11 e 19 anos. Os dois grupos encontraram material “desagradável” online em um ano de pesquisa.
Um dos exemplos encontrados pela pesquisa foi o de um clipe musical com palavrões e armas, que estava a dois cliques de distância de um vídeo do desenho infantil "Rastamouse", graças aos “vídeos sugeridos” do YouTube.
O site tem um modo de segurança que pode bloquear materiais inadequados, como pornografia e comentários desagradáveis. No entanto, o Google admite que esse recurso pode não ser “100% preciso”, porque precisa de ajuda dos usuários para identificar vídeos impróprios. O modo de segurança trabalha com os materiais indicados como conteúdo explícito.
Assim como o Facebook, o uso do YouTube deveria ser feito apenas por telespectadores com 13 anos ou mais idade. No entanto, as duas empresas admitem que isso não pode ser totalmente controlado. A pesquisa da Kaspersky mostra que mais de um terço de crianças com sete anos e 45% dos jovens com idade entre 16 e 19 anos navegam sem supervisão alguma de responsáveis.
A empresa afirmou ainda que este tipo de estudo traz à tona a discussão sobre a regularização da Internet. "A facilidade de acesso ao conteúdo online inapropriado é parte do grande debate se a Internet deveria ser controlada ou censurada".
Via Guardian
FONTE: TechTudo
Computadores podem deixar casais estressados
Algumas pessoas dizem que o PC é mais desgastante do que discutir a relação.
É muito provável que você conheça algum casal que já tenha brigado pelo menos uma vez por conta do computador — se é que isso não aconteceu com você mesmo. A lista de motivos é enorme, já que uma das duas pessoas pode ficar com ciúmes do que é escrito em redes sociais ou não gostar dos amigos “digitais” da outra.
Para provar que o PC e os seus recursos são muitos desgastantes em relacionamentos, uma pesquisa divulgada pela empresa Crucial.com entrevistou dezenas de adultos norte-americanos que estavam namorando. Como você já deve imaginar, o resultado não foi nada bom para os computadores.
PIOR DO QUE CONTAS PARA PAGAR!
Segundo as respostas adquiridas através do estudo de um instituto chamado Harris Interactive, a grande maioria dos casais que têm acesso à internet se incomoda com o tempo passado por uma das pessoas na frente do computador — e isso pode atrapalhar de diversas maneiras, como a falta de compromisso com o namoro, por exemplo.
Para piorar, até mesmo o desempenho do PC parece incomodar o relacionamento, já que uma das pessoas fica nervosa e isso atrapalha o namoro. Por conta de tudo isso, parte dos entrevistados afirmou que o computador chegar a ser pior do que problemas com contas para pagar ou discutir a relação.
* Com informações: Mashable
FONTE: Tecmundo
É muito provável que você conheça algum casal que já tenha brigado pelo menos uma vez por conta do computador — se é que isso não aconteceu com você mesmo. A lista de motivos é enorme, já que uma das duas pessoas pode ficar com ciúmes do que é escrito em redes sociais ou não gostar dos amigos “digitais” da outra.
Para provar que o PC e os seus recursos são muitos desgastantes em relacionamentos, uma pesquisa divulgada pela empresa Crucial.com entrevistou dezenas de adultos norte-americanos que estavam namorando. Como você já deve imaginar, o resultado não foi nada bom para os computadores.
PIOR DO QUE CONTAS PARA PAGAR!
Segundo as respostas adquiridas através do estudo de um instituto chamado Harris Interactive, a grande maioria dos casais que têm acesso à internet se incomoda com o tempo passado por uma das pessoas na frente do computador — e isso pode atrapalhar de diversas maneiras, como a falta de compromisso com o namoro, por exemplo.
Para piorar, até mesmo o desempenho do PC parece incomodar o relacionamento, já que uma das pessoas fica nervosa e isso atrapalha o namoro. Por conta de tudo isso, parte dos entrevistados afirmou que o computador chegar a ser pior do que problemas com contas para pagar ou discutir a relação.
* Com informações: Mashable
FONTE: Tecmundo
Apenas 21% dos internautas brasileiros protegem seus dados, diz pesquisa
Estudo da Microsoft mostra também que 42% dos entrevistados no país mantém seus PCs atualizados e 31% realiza os updates de segurança em celulares.
No Dia Internacional da Internet Segura, ou Safer Internet Day, a Microsoft divulgou os resultados do seu relatório semestral Microsoft Computing Safety Index (MCSI) que mostra que mais da metade dos entrevistados (55%) enfrentam diversos riscos online e somente 16% protegem seus dados. No Brasil, este índice é de 21% - mesmo que 87% dos entrevistados tenham informado que já enfrentaram algum tipo de ameaça na Web.
De acordo com a Microsoft, menos da metade dos participantes brasileiros da pesquisa (42%) realiza as atualizações de segurança em seus PCs. Esse número é ainda menor (31%) entre os updates para celulares.
"Dispositivos móveis muitas vezes têm tantas informações valiosas pessoais armazenadas - se não mais - quanto o próprio computador, tornando esses equipamentos igualmente atrativos para os criminosos que roubam dados", afirmou a chefe de segurança online da Microsoft, Jacqueline Beauchere. "O último MCSI demonstrou que não importa onde e como a pessoa acessa a Internet, exercitar hábitos online seguros são essenciais. Existem algumas medidas e tecnologias que as pessoas podem adotar para ajuda-las a se prevenir para que não se tornem vítimas de criminosos."
A pesquisa também mostrou que 63% dos entrevistados se preocupam com vírus em seus computadores - sendo que desses, 47% utilizam firewalls e 55% possuem antivírus em seus PCs.
Dos participantes, 38% afirmaram visitar sites seguros e 39% evitam o acesso a redes Wi-Fi públicas por meio dos seus dispositivos móveis.
Roubo de senhas ou informações da conta foram citados como uma preocupação por 45% dos entrevistados brasileiros, mas apenas 47% dos participantes atualizam as informações que os ajudam a prevenir roubo de identidade e somente 25% contam com um PIN (personal identification number) ou senha para destravar seus dispositivos móveis.
O MCSI entrevistou mais de 10 mil usuários de PCs, smartphones e tablets em mais de 20 países sobre suas impressões pessoais relacionadas à segurança na web. Os respondentes atribuíram notas em uma escala de 0 a 100. A pontuação global media foi de 34 para segurança online em PCs e 40 para dispositivos móveis - no Brasil, esses números foram 37 e 45, respectivamente.
Países que participaram da pesquisa: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Egito, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão, Malásia, México, Rússia, Singapura, Turquia e Reino Unido.
FONTE: IDGNow
No Dia Internacional da Internet Segura, ou Safer Internet Day, a Microsoft divulgou os resultados do seu relatório semestral Microsoft Computing Safety Index (MCSI) que mostra que mais da metade dos entrevistados (55%) enfrentam diversos riscos online e somente 16% protegem seus dados. No Brasil, este índice é de 21% - mesmo que 87% dos entrevistados tenham informado que já enfrentaram algum tipo de ameaça na Web.
De acordo com a Microsoft, menos da metade dos participantes brasileiros da pesquisa (42%) realiza as atualizações de segurança em seus PCs. Esse número é ainda menor (31%) entre os updates para celulares.
"Dispositivos móveis muitas vezes têm tantas informações valiosas pessoais armazenadas - se não mais - quanto o próprio computador, tornando esses equipamentos igualmente atrativos para os criminosos que roubam dados", afirmou a chefe de segurança online da Microsoft, Jacqueline Beauchere. "O último MCSI demonstrou que não importa onde e como a pessoa acessa a Internet, exercitar hábitos online seguros são essenciais. Existem algumas medidas e tecnologias que as pessoas podem adotar para ajuda-las a se prevenir para que não se tornem vítimas de criminosos."
A pesquisa também mostrou que 63% dos entrevistados se preocupam com vírus em seus computadores - sendo que desses, 47% utilizam firewalls e 55% possuem antivírus em seus PCs.
Dos participantes, 38% afirmaram visitar sites seguros e 39% evitam o acesso a redes Wi-Fi públicas por meio dos seus dispositivos móveis.
Roubo de senhas ou informações da conta foram citados como uma preocupação por 45% dos entrevistados brasileiros, mas apenas 47% dos participantes atualizam as informações que os ajudam a prevenir roubo de identidade e somente 25% contam com um PIN (personal identification number) ou senha para destravar seus dispositivos móveis.
O MCSI entrevistou mais de 10 mil usuários de PCs, smartphones e tablets em mais de 20 países sobre suas impressões pessoais relacionadas à segurança na web. Os respondentes atribuíram notas em uma escala de 0 a 100. A pontuação global media foi de 34 para segurança online em PCs e 40 para dispositivos móveis - no Brasil, esses números foram 37 e 45, respectivamente.
Países que participaram da pesquisa: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Egito, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão, Malásia, México, Rússia, Singapura, Turquia e Reino Unido.
FONTE: IDGNow
Crimes na Web: Receita volta a alertar sobre e-mails falsos
Mensagem falsa de correio eletrônico voltou a circular na internet em nome da Receita Federal com intuito de enganar os contribuintes sobre supostas divergências na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, desta vez, do exercício de 2012.
O alerta é da própria Receita Federal, que lembra aos internautas que não manda e-mails aos contribuintes. A única forma utilizada pelo Fisco para esse tipo de comunicação é por meio de caixa postal específica disponível para quem é cadastrado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Outra forma de o contribuinte receber mensagens da Receita, para os que já possuam certificado digital, é a utilização do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE).
Segundo a Receita, e-mails falsos sempre são enviados por quadrilhas especializadas em crimes pela internet para obter informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras dos contribuintes.
A Receita alerta ainda que os contribuintes não devem abrir os arquivos anexados a essas mensagens, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário. Caso receba algum e-mail em nome da Receita, o órgão pede que o contribuinte exclua imediatamente a mensagem.
* Com informações: Receita Federal
FONTE: Convergência Digital
O alerta é da própria Receita Federal, que lembra aos internautas que não manda e-mails aos contribuintes. A única forma utilizada pelo Fisco para esse tipo de comunicação é por meio de caixa postal específica disponível para quem é cadastrado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Outra forma de o contribuinte receber mensagens da Receita, para os que já possuam certificado digital, é a utilização do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE).
Segundo a Receita, e-mails falsos sempre são enviados por quadrilhas especializadas em crimes pela internet para obter informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras dos contribuintes.
A Receita alerta ainda que os contribuintes não devem abrir os arquivos anexados a essas mensagens, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário. Caso receba algum e-mail em nome da Receita, o órgão pede que o contribuinte exclua imediatamente a mensagem.
* Com informações: Receita Federal
FONTE: Convergência Digital
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Sites de pornografia são menos perigosos do que as redes sociais, afirma estudo
Pesquisa da Cisco revela que páginas de buscas, varejo e mídias sociais são os locais com maior concentração de ameaças na rede.
A Cisco apresentou nesta quarta-feira, 30, dois estudos globais de segurança que revelam os desafios enfrentados pelos internautas e corporações.
Diferente do que se imagina, o relatório afirma que os locais com maior concentração de ameaças na rede não são sites de pornografia, apostas ou produtos farmacêuticos, mas páginas populares, como de buscas, varejo e mídia sociais.
A pesquisa revela que a probabilidade do internauta receber conteúdo malicioso em sites de softwares pirata é 21 vezes menor do que em sites de compras online e 27 vezes menor do que em sites de buscas. Já a publicidade online têm 182 vezes mais probabilidade de apresentar vírus do que páginas de pornografia.
O relatório ainda aponta que em 2012 houve uma mudança significativa no cenário global. A China caiu da segunda posição como país mais atacado por malware em 2011, para o sexto lugar no ano passado. E os Estados Unidos mantiveram a primeira posição, com 33% das ocorrências de malware no mundo. O Brasil não aparece entre os dez mais atacados. Veja o ranking abaixo.
1. Estados Unidos 33,14%
2. Federação Russa 9,79%
3. Dinamarca 9,55%
4. Suécia 9,27%
5. Alemanha 6,11%
6. China 5,65%
7. Reino Unido 4,07%
8. Turquia 2,63%
9. Holanda 2,27%
10. Irlanda 1,95%
SOBRE O ESTUDO
O terceiro Cisco Connected World Technology Report foi encomendado pela Cisco e realizado pela InsightExpress, empresa independente de pesquisa de mercado com sede nos Estados Unidos.
O estudo global consiste em duas pesquisas: uma centrada em estudantes universitários e jovens trabalhadores entre 18 e 30 anos de idade, e a segunda centrada em profissionais de TI em vários setores.
Cada pesquisa inclui 100 entrevistados de cada um dos 18 países, resultando em um grupo de 3,6 mil pessoas. Os 18 países são: Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Argentina, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Rússia, Polônia, Turquia, África do Sul, Índia, China, Japão, Coreia do Sul e Austrália.
FONTE: Olhar Digital
A Cisco apresentou nesta quarta-feira, 30, dois estudos globais de segurança que revelam os desafios enfrentados pelos internautas e corporações.
Diferente do que se imagina, o relatório afirma que os locais com maior concentração de ameaças na rede não são sites de pornografia, apostas ou produtos farmacêuticos, mas páginas populares, como de buscas, varejo e mídia sociais.
A pesquisa revela que a probabilidade do internauta receber conteúdo malicioso em sites de softwares pirata é 21 vezes menor do que em sites de compras online e 27 vezes menor do que em sites de buscas. Já a publicidade online têm 182 vezes mais probabilidade de apresentar vírus do que páginas de pornografia.
O relatório ainda aponta que em 2012 houve uma mudança significativa no cenário global. A China caiu da segunda posição como país mais atacado por malware em 2011, para o sexto lugar no ano passado. E os Estados Unidos mantiveram a primeira posição, com 33% das ocorrências de malware no mundo. O Brasil não aparece entre os dez mais atacados. Veja o ranking abaixo.
1. Estados Unidos 33,14%
2. Federação Russa 9,79%
3. Dinamarca 9,55%
4. Suécia 9,27%
5. Alemanha 6,11%
6. China 5,65%
7. Reino Unido 4,07%
8. Turquia 2,63%
9. Holanda 2,27%
10. Irlanda 1,95%
SOBRE O ESTUDO
O terceiro Cisco Connected World Technology Report foi encomendado pela Cisco e realizado pela InsightExpress, empresa independente de pesquisa de mercado com sede nos Estados Unidos.
O estudo global consiste em duas pesquisas: uma centrada em estudantes universitários e jovens trabalhadores entre 18 e 30 anos de idade, e a segunda centrada em profissionais de TI em vários setores.
Cada pesquisa inclui 100 entrevistados de cada um dos 18 países, resultando em um grupo de 3,6 mil pessoas. Os 18 países são: Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Argentina, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Rússia, Polônia, Turquia, África do Sul, Índia, China, Japão, Coreia do Sul e Austrália.
FONTE: Olhar Digital
Professora é investigada por nudez e falar sobre drogas no Twitter
A professora Carly McKinney, de 23 anos, está sendo investigada pelas autoridades de Denver, nos Estados Unidos, após publicar fotos em que aparece nua no Twitter. Além disso, a mulher também escreveu comentários relacionados à venda e ao uso de drogas em seu perfil na rede social.
A denúncia foi feita por um usuário do Twitter que relatou à emissora de televisão local, KUSA-TV. A conta da professora já tinha um nome curioso: “@crunk_bear”, algo como “@ursinha_doiddona”. Como a conta não era protegida, qualquer internauta poderia ter acesso às publicações e isso acabou complicando a vida de Carly.
Entre as mensagens que ela escreveu, estavam uma referência ao fato de ela possuir maconha em seu carro: “Vendo uma batida contra drogas no estacionamento. É engraçado, porque tenho maconha no meu carro que está parado no estacionamento dos professores”. Além disso, ela publicou fotos em que aparece em posições sensuais, muitas vezes com os seios à mostra.
Quando a repercussão negativa do caso aumentou, Carly foi procurada pela imprensa. Em entrevista ao canal NBC, ela explicou que a conta no Twitter era uma página de paródia, feita por ela e uma amiga. A professora destacou ainda que não sabia de todos os tuítes que eram publicados e negou levar drogas para o campus. Na próxima quinta-feira (31), ela vai ter uma reunião com os responsáveis pela Overland High School, para definir seu futuro.
* Com informações: Daily Dot
FONTE: TechTudo
A denúncia foi feita por um usuário do Twitter que relatou à emissora de televisão local, KUSA-TV. A conta da professora já tinha um nome curioso: “@crunk_bear”, algo como “@ursinha_doiddona”. Como a conta não era protegida, qualquer internauta poderia ter acesso às publicações e isso acabou complicando a vida de Carly.
Entre as mensagens que ela escreveu, estavam uma referência ao fato de ela possuir maconha em seu carro: “Vendo uma batida contra drogas no estacionamento. É engraçado, porque tenho maconha no meu carro que está parado no estacionamento dos professores”. Além disso, ela publicou fotos em que aparece em posições sensuais, muitas vezes com os seios à mostra.
Quando a repercussão negativa do caso aumentou, Carly foi procurada pela imprensa. Em entrevista ao canal NBC, ela explicou que a conta no Twitter era uma página de paródia, feita por ela e uma amiga. A professora destacou ainda que não sabia de todos os tuítes que eram publicados e negou levar drogas para o campus. Na próxima quinta-feira (31), ela vai ter uma reunião com os responsáveis pela Overland High School, para definir seu futuro.
* Com informações: Daily Dot
FONTE: TechTudo
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