A rede deixa os internautas mais inteligentes ou mais burros?
É comum ver pessoas falando que a internet faz com que jovens fiquem menos inteligentes, graças ao fato de apresentar todo tipo de informação da maneira mais diluída possível. Também é comum ver aqueles que defendem a grande rede, alegando que ela dá acesso a um tipo de conteúdo que só aumenta o nosso conhecimento. Quem está certo e quem está errado?
De certa forma, os dois lados estão certos. De acordo com estudos e reportagens presentes no livro “Twentysomething: Why Do Young Adults Seem Stuck?” (ainda sem versão em português), a maneira como o nosso cérebro funciona está realmente sendo afetada pelo uso da internet.
Com a facilidade de acesso a toda uma gama de conhecimento, o nosso cérebro começou a ignorar o acúmulo de informação, não trabalhando tanto a parte de memória como antigamente. Para algumas pessoas isso se tornou uma grande falha e um atraso, já que, tendo apenas a informação direta, factual, o cérebro não consegue desenvolver ideias e pensamentos como antes.
O OUTRO LADO DA MOEDA
Alguns estudiosos realizaram pesquisas que demonstraram que pessoas acostumadas a utilizar buscadores, como o Google, têm maior atividade cerebral que aqueles que não usam a internet. Um time de neurocientistas da UCLA colocou pessoas entre 55 e 66 anos para fazer alguns testes. Metade dos voluntários usava a internet normalmente e o resto não tinha muita intimidade com a rede.
O primeiro teste colocou todos os envolvidos para ler um livro. Foram medidas as ondas cerebrais, e partes do cérebro responsáveis por linguagem, memória e visão foram ativadas em todos os voluntários. Até aí, tudo normal.
Quando um teste colocava todos os envolvidos para realizar buscas na internet, notou-se que aqueles com mais experiência na rede tiveram diversas áreas dos seus cérebros ativadas, como as responsáveis para tomar decisões, raciocínio mais complexo, memória e visão. Enquanto isso, aqueles que não acessam a internet apenas reagiam, sem maiores atividades cerebrais.
Segundo os especialistas, a internet está fazendo com que o nosso cérebro trabalhe mais, à custa de áreas que não são mais tão usadas, como memória.
E você, o que acha disso tudo? Acredita que a internet está deixando os seus usuários mais ou menos inteligentes?
* Com informações: Scientific American
FONTE: Tecmundo
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Três em cada quatro pais acham que games contribuem para violência
Comercial de Hitman: Absolution foi considerado inapropriado para 84% dos pais (Foto: Reprodução/penny-arcade.com)
Uma recente pesquisa, realizada pela organização Common Sense Media, entrevistou 1.050 pais dos Estados Unidos perguntando sua opinião sobre jogos violentos. Segundo os resultados, 75% deles acreditam que a violência em videogames contribui para a disseminação da violência real nos EUA.
Dentre o número de pais entrevistados, 89% deles concordam que a violência em jogos seja um problema, mas divergem sobre sua importância. Entre eles, 45% acreditam que seja um grande problema, enquanto 44% acham que é um problema menor. Para fins de comparação, 77% dos pais também acham que violência na TV e em filmes é uma das causas da violência real.
Ao assistirem a um comercial para TV do jogo Hitman Absolution, 84% disseram que ele era inapropriado para ser veiculado em um horário em que crianças estivessem assistindo. A classificação etária do título é Mature (M), recomendando-o apenas para maiores de 17 anos.
Entre as possíveis causas para violência, videogames ficaram atrás de falta de supervisão das crianças (93%), bullying (92%), crimes no dia a dia (86%) e violência na TV (77%). Curiosamente, ficou empatado com o fácil acesso a armas de fogo (75%), e apenas ficou à frente de brinquedos violentos (64%).
* Via Kotaku
FONTE: TechTudo
Uma recente pesquisa, realizada pela organização Common Sense Media, entrevistou 1.050 pais dos Estados Unidos perguntando sua opinião sobre jogos violentos. Segundo os resultados, 75% deles acreditam que a violência em videogames contribui para a disseminação da violência real nos EUA.
Dentre o número de pais entrevistados, 89% deles concordam que a violência em jogos seja um problema, mas divergem sobre sua importância. Entre eles, 45% acreditam que seja um grande problema, enquanto 44% acham que é um problema menor. Para fins de comparação, 77% dos pais também acham que violência na TV e em filmes é uma das causas da violência real.
Ao assistirem a um comercial para TV do jogo Hitman Absolution, 84% disseram que ele era inapropriado para ser veiculado em um horário em que crianças estivessem assistindo. A classificação etária do título é Mature (M), recomendando-o apenas para maiores de 17 anos.
Entre as possíveis causas para violência, videogames ficaram atrás de falta de supervisão das crianças (93%), bullying (92%), crimes no dia a dia (86%) e violência na TV (77%). Curiosamente, ficou empatado com o fácil acesso a armas de fogo (75%), e apenas ficou à frente de brinquedos violentos (64%).
* Via Kotaku
FONTE: TechTudo
sábado, 12 de janeiro de 2013
Aumenta gravidade de multa por dirigir falando ao celular
Comissão de Viação e Transportes aprovou a reclassificação de média para grave.
A Comissão de Viação e Transportes aprovou a reclassificação, de média para grave, da multa aplicada ao motorista que dirige utilizando aparelho celular. A informação foi divulgada no site oficial da Câmara dos Deputados.
"Conforme a proporcionalidade de penas previstas no Código Brasileiro de Trânsito, julgamos mais apropriado que se considere esses comportamentos como infração grave", afirmou o deputado Edinho Bez.
O substitutivo também altera a redação do Código de Trânsito Brasileiro para estabelecer que dirigir com um único fone de ouvido, sem referir a fonte de emissão sonora, é infração média de trânsito. Atualmente, a lei diz que é média a infração de dirigir veículo "utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone".
"Concordamos, no entanto, com a idéia de se permitir o uso de telefone celular durante a condução de veículos desde que com o auxílio de tecnologia hands-free - que possibilita atender o aparelho ou discar sem usar o teclado, pois o condutor teria assim suas mãos livres, mantendo a conversação como se estivesse a falar com alguém sentado a seu lado", disse Bez.
VEJA OS NÍVEIS E VALORES DAS MULTAS:
GRAVÍSSIMA: R$ 191,54 e 7 pontos na carteira (o valor pode ser multiplicado em até 5 vezes em certas circunstâncias);
GRAVE: R$ 127,69 e 5 pontos na carteira;
MÉDIA: R$ 85,13 e 4 pontos na carteira;
LEVE: R$ 53,20 e 3 pontos na carteira.
FONTE: Olhar Digital
A Comissão de Viação e Transportes aprovou a reclassificação, de média para grave, da multa aplicada ao motorista que dirige utilizando aparelho celular. A informação foi divulgada no site oficial da Câmara dos Deputados.
"Conforme a proporcionalidade de penas previstas no Código Brasileiro de Trânsito, julgamos mais apropriado que se considere esses comportamentos como infração grave", afirmou o deputado Edinho Bez.
O substitutivo também altera a redação do Código de Trânsito Brasileiro para estabelecer que dirigir com um único fone de ouvido, sem referir a fonte de emissão sonora, é infração média de trânsito. Atualmente, a lei diz que é média a infração de dirigir veículo "utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone".
"Concordamos, no entanto, com a idéia de se permitir o uso de telefone celular durante a condução de veículos desde que com o auxílio de tecnologia hands-free - que possibilita atender o aparelho ou discar sem usar o teclado, pois o condutor teria assim suas mãos livres, mantendo a conversação como se estivesse a falar com alguém sentado a seu lado", disse Bez.
VEJA OS NÍVEIS E VALORES DAS MULTAS:
GRAVÍSSIMA: R$ 191,54 e 7 pontos na carteira (o valor pode ser multiplicado em até 5 vezes em certas circunstâncias);
GRAVE: R$ 127,69 e 5 pontos na carteira;
MÉDIA: R$ 85,13 e 4 pontos na carteira;
LEVE: R$ 53,20 e 3 pontos na carteira.
FONTE: Olhar Digital
Mulheres usam menos a internet em países em desenvolvimento
WASHINGTON - É preciso fazer mais para estimular o acesso das mulheres à Internet, que é inferior ao dos homens, afirma a gigante da tecnologia Intel em um relatório nesta quinta-feira que faz um apelo pela duplicação do número de mulheres internautas nos países em desenvolvimento nos três próximos anos.
O relatório, bancado pela fabricante multinacional de chips com a colaboração da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Departamento de Estado norte-americano, entre outros, aponta para disparidades persistentes no acesso feminino à Internet na África, Oriente Médio e outras regiões em desenvolvimento.
O estudo constatou que a probabilidade de que as mulheres estejam online nessas regiões é quase 25 por cento mais baixa do que entre os homens, e apela às autoridades e empresas de tecnologia por medidas que facilitem o acesso à Internet via celular, permitindo conteúdo móvel gratuito e estimulando a alfabetização digital a fim de reduzir a disparidade.
Pesquisas e entrevistas com mais de 2,2 mil mulheres e meninas de quatro países em desenvolvimento - Egito, Índia, México e Uganda - constataram que o acesso à Internet é essencial para as mulheres ganharem mais dinheiro, e buscarem e se candidatarem a empregos.
"Com as poderosas capacidades oferecidas pela Internet - de conexão, aprendizado, envolvimento, ganho de produtividade e busca de oportunidades -, a falta de acesso das mulheres está resultando na criação de uma segunda barreira digital, que fará com que as mulheres e meninas corram o risco de ficar cada vez mais para trás", disse Melanne Verveer, embaixadora para questões femininas mundiais no Departamento de Estado norte-americano.
Ainda que os EUA e outros países desenvolvidos tenham níveis relativamente elevados de acesso e uso de Internet pelas mulheres, restam algumas disparidades, especialmente nas zonas rurais ou entre os cidadãos mais pobres.
Mas nos países em desenvolvimento, a disparidade é muito maior.
Na Índia, apenas 11 por cento da população tem acesso à Internet, ante 79 por cento nos EUA, disse Shelly Esque, vice-presidente da Intel e presidente da fundação educativa da companhia.
O relatório desta quinta-feira mostra que 600 milhões de mulheres dos países em desenvolvimento, ou 21 por cento, têm acesso à Internet hoje, e outros 450 milhões devem ganhar acesso até 2016. Mas medidas adicionais poderiam propiciar acesso a mais 150 milhões de mulheres e meninas nos próximos três anos, de acordo com o estudo.
FONTE: INFO
O relatório, bancado pela fabricante multinacional de chips com a colaboração da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Departamento de Estado norte-americano, entre outros, aponta para disparidades persistentes no acesso feminino à Internet na África, Oriente Médio e outras regiões em desenvolvimento.
O estudo constatou que a probabilidade de que as mulheres estejam online nessas regiões é quase 25 por cento mais baixa do que entre os homens, e apela às autoridades e empresas de tecnologia por medidas que facilitem o acesso à Internet via celular, permitindo conteúdo móvel gratuito e estimulando a alfabetização digital a fim de reduzir a disparidade.
Pesquisas e entrevistas com mais de 2,2 mil mulheres e meninas de quatro países em desenvolvimento - Egito, Índia, México e Uganda - constataram que o acesso à Internet é essencial para as mulheres ganharem mais dinheiro, e buscarem e se candidatarem a empregos.
"Com as poderosas capacidades oferecidas pela Internet - de conexão, aprendizado, envolvimento, ganho de produtividade e busca de oportunidades -, a falta de acesso das mulheres está resultando na criação de uma segunda barreira digital, que fará com que as mulheres e meninas corram o risco de ficar cada vez mais para trás", disse Melanne Verveer, embaixadora para questões femininas mundiais no Departamento de Estado norte-americano.
Ainda que os EUA e outros países desenvolvidos tenham níveis relativamente elevados de acesso e uso de Internet pelas mulheres, restam algumas disparidades, especialmente nas zonas rurais ou entre os cidadãos mais pobres.
Mas nos países em desenvolvimento, a disparidade é muito maior.
Na Índia, apenas 11 por cento da população tem acesso à Internet, ante 79 por cento nos EUA, disse Shelly Esque, vice-presidente da Intel e presidente da fundação educativa da companhia.
O relatório desta quinta-feira mostra que 600 milhões de mulheres dos países em desenvolvimento, ou 21 por cento, têm acesso à Internet hoje, e outros 450 milhões devem ganhar acesso até 2016. Mas medidas adicionais poderiam propiciar acesso a mais 150 milhões de mulheres e meninas nos próximos três anos, de acordo com o estudo.
FONTE: INFO
Denúncias brasileiras no Facebook crescem 264%
Em 2010 apenas 233 links tinham problemas; em 2012, foram 11,3 mil
Entre 2011 e 2012, cresceu em 264,5% a quantidade de denúncias que relacionam o Facebook a violações dos direitos humanos e outros crimes, no Brasil. Dados da SaferNet divulgados pelo G1 mostram que, somente no ano passado, 11.305 endereços hospedados pela rede social foram denunciados à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (CND).
Em comparação, somente 233 endereços do site foram denunciados, número que chegou a 4.274 no ano seguinte. Em 2012, o Facebook só perdeu para o Orkut, que está na frente desde 2006 - mas isso deve mudar, já que no mês de dezembro as posições se inverteram.
A maior parte dos links foi apontado por conter conteúdo racista (5.021), enquanto pornografia infantil (1.969) e apologia a crimes contra a vida (1.513) aparecem em seguida.
Depois vem maus tratos contra animais (697), homofobia (635), intolerância religiosa (494), xenofobia (376), tráfico de pessoas (233), neonazismo (186) e genocídio (181).
O trabalho da CND consiste em reunir informações de sete entidades responsáveis por receber denúncias sobre crimes virtuais - o que inclui Polícia Federal e a Secretaria de Direitos Humanos.
FONTE: Olhar Digital
Entre 2011 e 2012, cresceu em 264,5% a quantidade de denúncias que relacionam o Facebook a violações dos direitos humanos e outros crimes, no Brasil. Dados da SaferNet divulgados pelo G1 mostram que, somente no ano passado, 11.305 endereços hospedados pela rede social foram denunciados à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (CND).
Em comparação, somente 233 endereços do site foram denunciados, número que chegou a 4.274 no ano seguinte. Em 2012, o Facebook só perdeu para o Orkut, que está na frente desde 2006 - mas isso deve mudar, já que no mês de dezembro as posições se inverteram.
A maior parte dos links foi apontado por conter conteúdo racista (5.021), enquanto pornografia infantil (1.969) e apologia a crimes contra a vida (1.513) aparecem em seguida.
Depois vem maus tratos contra animais (697), homofobia (635), intolerância religiosa (494), xenofobia (376), tráfico de pessoas (233), neonazismo (186) e genocídio (181).
O trabalho da CND consiste em reunir informações de sete entidades responsáveis por receber denúncias sobre crimes virtuais - o que inclui Polícia Federal e a Secretaria de Direitos Humanos.
FONTE: Olhar Digital
Quase 70% dos usuários preferem antivírus gratuitos, diz pesquisa
Estudo da O+K Research, encomendado pela Kaspersky Lab, mostra que a maioria dos proprietários de PCs e laptops desejam manter seus dados a salvo, sendo que 95% dos desktops e 92% dos laptops no mundo estão protegidos. Por outro lado, a eficiência da segurança doméstica é uma questão duvidosa. A mesma pesquisa mostra que 69% dos usuários usam software antivírus gratuitos nas máquinas.
"Confiamos que o trabalho árduo de milhares de desenvolvedores e especialistas que trabalham com produtos pagos garantem uma maior eficiência, comparado aos rivais gratuitos. Testes comparativos independentes como o AV-Comparative e o AV-Test.org comprovam nossa convicção. Uma solução de segurança que perde cinco ameaças de uma centena não pode garantir uma proteção confiável", afirma o diretor do time de analistas da Kaspersky Lab na América Latina, Dmitry Bestuzhev.
O especialista diz ainda que a grande diferença entre os produtos pagos são os conjuntos de ferramentas extras para complementar o proteção durante a navegação, com o firewall, filtros antispam e antiphishing e demais módulos além da proteção antimalware básica. "Diariamente, recebemos 200 mil novas amostras de malware e o maior risco são as ameaças de 0-day (dia-zero), que são aquelas que exploram vulnerabilidades desconhecidas", destaca Bestuzhev.
Com relação aos perigos dos ataques de 0-day, poucos internautas estão familiarizados com o assunto, sendo que apenas 11% sabem o que é e acompanham de perto as descobertas de novas vulnerabilidades. Caso você não faça parte deste grupo, explicamos. Ataques 0-day são considerados os mais perigosos, porque significa que crackers estão ativamente explorando vulnerabilidades sem correções.
Ainda segundo a pesquisa, cerca de metade dos entrevistados são afetados diretamente por esse tipo de golpe. "Para mitigar essa ameaça, a Kaspersky mantém uma rede mundial de pesquisadores de ameaças virtuais, o GReAT Team, que se dedica exclusivamente a análise e descoberta de novos golpes e lançou recentemente a linha 2013 do pacote de segurança, que traz uma tecnologia de prevenção automática de Exploits – ataques que exploram vulnerabilidades de sistemas de terceiros, como Java e o Adobe", explica o diretor.
Na América Latina, o GReAT é composto por quatro analistas, que estão alocados na Argentina, Brasil, Equador e México. Especificamente no Brasil, esses esforços resultaram em uma melhora nas detecções. "Há dois anos, os bloqueios por assinatura representavam 55% dos casos e hoje são 62%. Mesmo considerando que alguns antivírus gratuitos tenham um analista no país, as detecções por heurística atuais representam 32%, ou seja, as tecnologias proativas capazes de detectar comportamentos característicos de ações maliciosas somam quase um terço", afirma Bestuzhev.
FONTE: IDGNow
"Confiamos que o trabalho árduo de milhares de desenvolvedores e especialistas que trabalham com produtos pagos garantem uma maior eficiência, comparado aos rivais gratuitos. Testes comparativos independentes como o AV-Comparative e o AV-Test.org comprovam nossa convicção. Uma solução de segurança que perde cinco ameaças de uma centena não pode garantir uma proteção confiável", afirma o diretor do time de analistas da Kaspersky Lab na América Latina, Dmitry Bestuzhev.
O especialista diz ainda que a grande diferença entre os produtos pagos são os conjuntos de ferramentas extras para complementar o proteção durante a navegação, com o firewall, filtros antispam e antiphishing e demais módulos além da proteção antimalware básica. "Diariamente, recebemos 200 mil novas amostras de malware e o maior risco são as ameaças de 0-day (dia-zero), que são aquelas que exploram vulnerabilidades desconhecidas", destaca Bestuzhev.
Com relação aos perigos dos ataques de 0-day, poucos internautas estão familiarizados com o assunto, sendo que apenas 11% sabem o que é e acompanham de perto as descobertas de novas vulnerabilidades. Caso você não faça parte deste grupo, explicamos. Ataques 0-day são considerados os mais perigosos, porque significa que crackers estão ativamente explorando vulnerabilidades sem correções.
Ainda segundo a pesquisa, cerca de metade dos entrevistados são afetados diretamente por esse tipo de golpe. "Para mitigar essa ameaça, a Kaspersky mantém uma rede mundial de pesquisadores de ameaças virtuais, o GReAT Team, que se dedica exclusivamente a análise e descoberta de novos golpes e lançou recentemente a linha 2013 do pacote de segurança, que traz uma tecnologia de prevenção automática de Exploits – ataques que exploram vulnerabilidades de sistemas de terceiros, como Java e o Adobe", explica o diretor.
Na América Latina, o GReAT é composto por quatro analistas, que estão alocados na Argentina, Brasil, Equador e México. Especificamente no Brasil, esses esforços resultaram em uma melhora nas detecções. "Há dois anos, os bloqueios por assinatura representavam 55% dos casos e hoje são 62%. Mesmo considerando que alguns antivírus gratuitos tenham um analista no país, as detecções por heurística atuais representam 32%, ou seja, as tecnologias proativas capazes de detectar comportamentos característicos de ações maliciosas somam quase um terço", afirma Bestuzhev.
FONTE: IDGNow
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Anatel elabora cartilha com 50 dicas para usuários de telefonia
Documento trata dos direitos dos clientes e obrigações das empresas do segmento.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou em seu site cartilha que reúne 50 dicas sobre contratação, cobrança, cancelamento e obrigações das operadoras de telefonia fixa, móvel, internet e TV paga.
O documento abrange os quatro maiores serviços de telecomunicações: Serviço Móvel Pessoal, Serviço de Comunicação Multimídia (banda larga), TV por assinatura e Serviço Telefônico Fixo Comutado. Juntas, as áreas somam mais de 338,5 milhões de acessos.
Entre os tópicos, um deles explica aos clientes que eles podem solicitar a suspensão gratuita do serviço uma vez ao ano, pelo período de 30 a 120 dias, sem que seja necessário o pagamento da assinatura nesse período.
A cartilha informa também que é obrigação das empresas ressarcir em dobro, com acréscimo de encargos no caso de atraso no pagamento, os valores cobrados de forma indevida. Além disso, orienta o cliente a procurar a Anatel munido do número de protocolo, caso não tenha sua solicitação atendida pela empresa em cinco dias úteis.
Inadimplência, cancelamento de contrato, desbloqueio, portabilidade, planos de serviço e outros assuntos de interesse do usuário de telefonia compõem o documento.
FONTE: Olhar Digital
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou em seu site cartilha que reúne 50 dicas sobre contratação, cobrança, cancelamento e obrigações das operadoras de telefonia fixa, móvel, internet e TV paga.
O documento abrange os quatro maiores serviços de telecomunicações: Serviço Móvel Pessoal, Serviço de Comunicação Multimídia (banda larga), TV por assinatura e Serviço Telefônico Fixo Comutado. Juntas, as áreas somam mais de 338,5 milhões de acessos.
Entre os tópicos, um deles explica aos clientes que eles podem solicitar a suspensão gratuita do serviço uma vez ao ano, pelo período de 30 a 120 dias, sem que seja necessário o pagamento da assinatura nesse período.
A cartilha informa também que é obrigação das empresas ressarcir em dobro, com acréscimo de encargos no caso de atraso no pagamento, os valores cobrados de forma indevida. Além disso, orienta o cliente a procurar a Anatel munido do número de protocolo, caso não tenha sua solicitação atendida pela empresa em cinco dias úteis.
Inadimplência, cancelamento de contrato, desbloqueio, portabilidade, planos de serviço e outros assuntos de interesse do usuário de telefonia compõem o documento.
FONTE: Olhar Digital
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