Advocacia-Geral da União entrou com ação na Justiça Federal de Goiás contra o Twitter e os titulares das contas que alertam motoristas no Estado.
A Advocacia Geral da União (AGU) quer que o Twitter suspenda conta que alerta motoristas sobre locais e horários de blitzes da Lei Seca. Ela entrou nesta segunda-feira (06/02) com uma ação civil pública contra a empresa e os responsáveis pelo perfil.
O processo foi enviado à Justiça Federal de Goiás e, a princípio, só as contas que notificam sobre operações no Estado seriam fechadas. De qualquer forma, em caso de sucesso, abriria um importante precedente para iniciativas parecidas em outras regiões.
Para a AGU, a conduta do Twitter – por permitir a publicação dos posts – e dos demais envolvidos “agride diretamente a vida, a segurança e o patrimônio das pessoas”, e infringi diversos artigos das leis brasileiras, tanto do Código Penal quanto do Código de Trânsito.
Os advogados alegam que a fiscalização é um importante mecanismo para reduzir o número de acidentes, além ajudar no combate a outros malefícios, como furto de veículos, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Para que a conta seja imediatamente bloqueada, os procuradores também entraram com uma liminar, que, caso seja aceita, fará com que os réus desembolsem 500 mil por dia em que descumprirem a medida.
FONTE: IDGNow
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Gosta de navegar na internet? Cuidado, o FBI pode te acusar de terrorismo!
Agência lança alerta para que funcionários de estabelecimentos com internet fiquem atentos as "atividades suspeitas" dos internautas
Talvez seja a hora de você rever os seus conceitos sobre o compartilhamento e download de arquivos piratas na internet, especialmente se você utiliza seu notebook em locais públicos. O motivo? O FBI (Federal Bureau of Investigation) lançou um alerta para funcionários de lanchonetes e cibercafés de que está à procura de "atividades suspeitas", incluindo aquelas que não são vistas diante da tela do computador.
De acordo com o documento, que está sendo distribuído pelo FBI e o Departamento de Justiça norte-americano, as pessoas que utilizam computadores em estabelecimentos de rua como cafés, por exemplo, devem ser consideradas suspeitas se apresentarem algum dos seguintes "indicadores potenciais de atividades terroristas":
- São preocupadas, excessivamente, com a privacidade ou tentam proteger a tela dos PCs da vista de outros indivíduos;
- Sempre pagam o que compram em dinheiro;
- Dão evidências de que usam um provedor de internet residencial;
- Utilizam meios para proteger seus endereços de IP;
- Se comunicam através de jogos de computador;
- Obtém mapas ou trajetos de transporte (carro, ônibus etc);
- Fazem download ou transferência de arquivos com tutoriais de conteúdo.
O arquivo ainda sugere algumas dicas para os donos dos estabelecimentos, entre elas: recolher informação dos indivíduos sem chamar a atenção; identificar placas de veículos, nomes, idioma, etnia e outras características; não pesquisar ou monitorar dados pessoais das pessoas suspeitas; não colocar em risco a própria segurança ou a dos outros e alertar as autoridades se algo parecer errado.
E aí? Você acredita que o FBI vai encontrar o próximo Osama bin Laden?
FONTE: Olhar Digital
Talvez seja a hora de você rever os seus conceitos sobre o compartilhamento e download de arquivos piratas na internet, especialmente se você utiliza seu notebook em locais públicos. O motivo? O FBI (Federal Bureau of Investigation) lançou um alerta para funcionários de lanchonetes e cibercafés de que está à procura de "atividades suspeitas", incluindo aquelas que não são vistas diante da tela do computador.
De acordo com o documento, que está sendo distribuído pelo FBI e o Departamento de Justiça norte-americano, as pessoas que utilizam computadores em estabelecimentos de rua como cafés, por exemplo, devem ser consideradas suspeitas se apresentarem algum dos seguintes "indicadores potenciais de atividades terroristas":
- São preocupadas, excessivamente, com a privacidade ou tentam proteger a tela dos PCs da vista de outros indivíduos;
- Sempre pagam o que compram em dinheiro;
- Dão evidências de que usam um provedor de internet residencial;
- Utilizam meios para proteger seus endereços de IP;
- Se comunicam através de jogos de computador;
- Obtém mapas ou trajetos de transporte (carro, ônibus etc);
- Fazem download ou transferência de arquivos com tutoriais de conteúdo.
O arquivo ainda sugere algumas dicas para os donos dos estabelecimentos, entre elas: recolher informação dos indivíduos sem chamar a atenção; identificar placas de veículos, nomes, idioma, etnia e outras características; não pesquisar ou monitorar dados pessoais das pessoas suspeitas; não colocar em risco a própria segurança ou a dos outros e alertar as autoridades se algo parecer errado.
E aí? Você acredita que o FBI vai encontrar o próximo Osama bin Laden?
FONTE: Olhar Digital
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Número de falências é o menor para janeiro desde 2005, segundo Serasa
O número de empresas que tiveram falência decretada em janeiro é o menor para o mês desde 2005, quando foi editada a nova Lei de Falências. Em todo o país, houve 33 registros no primeiro mês do ano, segundo a empresa de consultoria Serasa Experian - cinco falências a menos do que as 38 registradas em dezembro e oito a menos do que as 41 apontadas em janeiro de 2011.
As micro e pequenas empresas foram as mais atingidas, com 29 decretos. Empresas de médio porte tiveram três falências decretadas. Já entre as de grande porte, apenas uma fechou as portas.
As falências requeridas somaram 124 registros em janeiro, número igual ao verificado no mesmo mês de 2009. Houve queda no número em relação a janeiro de 2010 e 2011, quando os pedidos foram 132 e 131, respectivamente.
Do total de requerimentos de falências em janeiro, 70 foram feitas por micro e pequenas empresas, 31 por médias e 23 por grandes.
Para os economistas da Serasa, a situação das empresas brasileiras está melhorando gradualmente. Os juros mais baixos, a queda da inflação, a perda de fôlego da inadimplência de empresas e consumidores, além dos estímulos ao consumo, determinam uma atividade econômica em crescimento. Segundo eles, isso fica evidente quando se analisam os parâmetros decrescentes das falências requeridas e decretadas.
Porém, os economistas destacam que, por outro lado, a evolução dos pedidos de recuperações judiciais mostra que ainda há negócios com dificuldades, que são principalmente segmentos ou setores não ligados ao consumo, o que acontece com empresas de todos os portes. Em janeiro, foram 86 requisições contra 57 em dezembro e 23 no primeiro mês de 2011.
Com informações da Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
As micro e pequenas empresas foram as mais atingidas, com 29 decretos. Empresas de médio porte tiveram três falências decretadas. Já entre as de grande porte, apenas uma fechou as portas.
As falências requeridas somaram 124 registros em janeiro, número igual ao verificado no mesmo mês de 2009. Houve queda no número em relação a janeiro de 2010 e 2011, quando os pedidos foram 132 e 131, respectivamente.
Do total de requerimentos de falências em janeiro, 70 foram feitas por micro e pequenas empresas, 31 por médias e 23 por grandes.
Para os economistas da Serasa, a situação das empresas brasileiras está melhorando gradualmente. Os juros mais baixos, a queda da inflação, a perda de fôlego da inadimplência de empresas e consumidores, além dos estímulos ao consumo, determinam uma atividade econômica em crescimento. Segundo eles, isso fica evidente quando se analisam os parâmetros decrescentes das falências requeridas e decretadas.
Porém, os economistas destacam que, por outro lado, a evolução dos pedidos de recuperações judiciais mostra que ainda há negócios com dificuldades, que são principalmente segmentos ou setores não ligados ao consumo, o que acontece com empresas de todos os portes. Em janeiro, foram 86 requisições contra 57 em dezembro e 23 no primeiro mês de 2011.
Com informações da Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
Seu fígado precisa de folgas semanais
Se você gosta de beber, saiba que o corpo precisa de, pelo menos, dois dias para fazer com que seu fígado se recupere do efeito do álcool.
O Carnaval está aí e todo mundo quer cair na folia. Se você já alugou a casa na praia e comprou uma dezena de engradados de cerveja para passar o feriado mais para lá do que para cá, eis uma notícia que pode acabar um pouco com sua alegria etílica. Conforme aponta uma reportagem publicada pela revista New Scientist, fazer uma maratona alcoólica de uma semana não é nada saudável.
Isso não chega a ser nenhuma novidade, mas alguns dados realmente são bastante interessantes, principalmente para essa época de festas. De acordo com o diretor do comitê de assuntos tecnológicos e científicos do Parlamento britânico, Andrew Miller, o fígado humano precisa de dois dias para se recuperar dos estragos causados por cinco de bebedeira.
A idéia de “descanso” para o órgão é corroborada pelo Instituto Nacional para o Abuso do Álcool e Alcoolismo dos Estados Unidos, que afirma que o tecido hepático danificado pela bebida precisa de tempo para ser restaurado. Desse modo, Miller acredita que seja possível beber quase que diariamente, contanto que não haja abuso e a pequena folga seja dada.
E O CARNAVAL?
Apesar de o Carnaval durar “apenas” cinco dias, isso não quer dizer que você pode beber descontroladamente nesse período. Apesar de a festa ficar dentro da recomendação de especialistas no que diz respeito à restauração de tecidos e células, o consumo exagerado de álcool pode fazer com que o órgão precise de um tempo maior de descanso para se recuperar totalmente.
É por isso que o especialista em fígado da Universidade de Southampton, Nick Sheron, sugere que as pessoas dêem pequenas férias ao organismo. Segundo ele, seis semanas são mais do que suficientes para mais uma maratona anual de visitas a bares, além de criar um efeito psicológico que faz a pessoa acreditar que não é tão dependente da substância.
FONTE: Tecmundo
O Carnaval está aí e todo mundo quer cair na folia. Se você já alugou a casa na praia e comprou uma dezena de engradados de cerveja para passar o feriado mais para lá do que para cá, eis uma notícia que pode acabar um pouco com sua alegria etílica. Conforme aponta uma reportagem publicada pela revista New Scientist, fazer uma maratona alcoólica de uma semana não é nada saudável.
Isso não chega a ser nenhuma novidade, mas alguns dados realmente são bastante interessantes, principalmente para essa época de festas. De acordo com o diretor do comitê de assuntos tecnológicos e científicos do Parlamento britânico, Andrew Miller, o fígado humano precisa de dois dias para se recuperar dos estragos causados por cinco de bebedeira.
A idéia de “descanso” para o órgão é corroborada pelo Instituto Nacional para o Abuso do Álcool e Alcoolismo dos Estados Unidos, que afirma que o tecido hepático danificado pela bebida precisa de tempo para ser restaurado. Desse modo, Miller acredita que seja possível beber quase que diariamente, contanto que não haja abuso e a pequena folga seja dada.
E O CARNAVAL?
Apesar de o Carnaval durar “apenas” cinco dias, isso não quer dizer que você pode beber descontroladamente nesse período. Apesar de a festa ficar dentro da recomendação de especialistas no que diz respeito à restauração de tecidos e células, o consumo exagerado de álcool pode fazer com que o órgão precise de um tempo maior de descanso para se recuperar totalmente.
É por isso que o especialista em fígado da Universidade de Southampton, Nick Sheron, sugere que as pessoas dêem pequenas férias ao organismo. Segundo ele, seis semanas são mais do que suficientes para mais uma maratona anual de visitas a bares, além de criar um efeito psicológico que faz a pessoa acreditar que não é tão dependente da substância.
FONTE: Tecmundo
Milhares de usuários do Facebook são atingidos por novo golpe
Mais de 60 mil pessoas visitaram uma página falsa que promete um vídeo da CNN sobre “o ataque dos EUA ao Irã”. Endereço distribui vírus.
Milhares de usuários do Facebook estão compartilhando links para o que seria um vídeo da CNN sobre um “ataque dos Estados Unidos ao Irã e a Arábia Saudita”, segundo informações divulgadas pela empresa de segurança Sophos.
Quem clica no link para “a cobertura do ataque” vê uma mensagem pedindo para que o Adobe Flash seja atualizado. Segundo a empresa de segurança, todo esse processo traz telas bem convincentes, o que tem feito muita gente clicar e baixar um programa nocivo conhecido como Troj/Rootkit-KK.
As máquinas infectadas passam a ser controlada pelos criminosos, que publicam mensagens na rede social sem a autorização dos donos dos perfis, entre outras ações.
De acordo com a Shophos, mais de 60 mil usuários do serviço foram parar na página falsa da CNN, em apenas três horas. Na sexta 3/2, o Facebook divulgou um comunicado dizendo que estava “limpando essa mensagem indesejada de sua rede”. Os responsáveis pela rede removeram o link original, mas outros surgiram com o mesmo objetivo e estão sendo compartilhados.
“Os criminosos estão criando outros endereços com o mesmo conteúdo”, afirma o consultor de segurança da Sophos, Chester Wisniewski.
FONTE: PCWorld
Milhares de usuários do Facebook estão compartilhando links para o que seria um vídeo da CNN sobre um “ataque dos Estados Unidos ao Irã e a Arábia Saudita”, segundo informações divulgadas pela empresa de segurança Sophos.
Quem clica no link para “a cobertura do ataque” vê uma mensagem pedindo para que o Adobe Flash seja atualizado. Segundo a empresa de segurança, todo esse processo traz telas bem convincentes, o que tem feito muita gente clicar e baixar um programa nocivo conhecido como Troj/Rootkit-KK.
As máquinas infectadas passam a ser controlada pelos criminosos, que publicam mensagens na rede social sem a autorização dos donos dos perfis, entre outras ações.
De acordo com a Shophos, mais de 60 mil usuários do serviço foram parar na página falsa da CNN, em apenas três horas. Na sexta 3/2, o Facebook divulgou um comunicado dizendo que estava “limpando essa mensagem indesejada de sua rede”. Os responsáveis pela rede removeram o link original, mas outros surgiram com o mesmo objetivo e estão sendo compartilhados.
“Os criminosos estão criando outros endereços com o mesmo conteúdo”, afirma o consultor de segurança da Sophos, Chester Wisniewski.
FONTE: PCWorld
Guerra Cibernética: Brasil está entre os mais “inseguros”
O Brasil é um dos países menos preparados para ataques cibernéticos em um ranking de 23 nações presente em um recém-divulgado estudo produzido pelo centro de pesquisas belga Security Defense Agenda (SDA) e pela McAfee.
Dos países analisados pelo estudo, nenhum obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra ataques virtuais. O Brasil teve nota 2,5, ao lado de Índia e Romênia, ficando à frente apenas do México. Os mais bem-colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5.
"A infraestrutura e tecnologia (de segurança cibernética) na América Latina e Caribe tende a estar desatualizada, e esse ainda é o caso no Brasil", diz o capítulo sobre o país. "Até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial."
O estudo Cyber Defense Report foi feito a partir de entrevistas com mais de 300 analistas e autoridades em segurança cibernética de governos, empresas, organizações internacionais e da academia, segundo a SDA. Uma de suas conclusões é de que os hackers estão, em geral, em situação de vantagem, "atacando sistemas com fins de espionagem industrial e política ou para praticar roubos".
Países como China, Itália e Rússia tampouco receberam boas notas no ranking - 3, de um máximo de 5. Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha e França ficaram com nota 4. As notas levam em conta a adoção de medidas básicas - como firewalls (dispositivos que protegem contra hackers) adequados e proteção antivírus - e outras mais sofisticadas, como educação e grau de informação do governo.
Para Raj Samani, da McAfee, o ranking é subjetivo, mas é justamente essa sua validade. "(O ranking) dá a percepção da prontidão (dos países) na opinião de pessoas que entendem e trabalham com cibersegurança diariamente", diz.
As ameaças, é claro, variam de país para país. No caso do Brasil, Raphael Mandarino, diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações da Presidência da República, diz no estudo que, como o país não está envolvido em guerras, "não vemos o espaço cibernético como um campo de batalhas".
"Nossa cibersegurança foi criada essencialmente para proteger a infraestrutura interna de departamentos, o que faz com que nossa situação seja muito diferente da dos EUA", completa Mandarino.
No caso de Israel, porém, a principal ameaça vem de "Estados e de grandes organizações criminosas", afirma ao estudo um conselheiro de segurança do premiê Binyamin Netanyahu, afirmando que o país montou uma força-tarefa para avaliar ameaças virtuais ao abastecimento de água e de energia, por exemplo. O país foi recentemente alvo de diversos ataques cibernéticos de grande escala, afetando, por exemplo, sites da Bolsa de Valores e de companhias aéreas.
FONTE: Convergência Digital
Dos países analisados pelo estudo, nenhum obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra ataques virtuais. O Brasil teve nota 2,5, ao lado de Índia e Romênia, ficando à frente apenas do México. Os mais bem-colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5.
"A infraestrutura e tecnologia (de segurança cibernética) na América Latina e Caribe tende a estar desatualizada, e esse ainda é o caso no Brasil", diz o capítulo sobre o país. "Até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial."
O estudo Cyber Defense Report foi feito a partir de entrevistas com mais de 300 analistas e autoridades em segurança cibernética de governos, empresas, organizações internacionais e da academia, segundo a SDA. Uma de suas conclusões é de que os hackers estão, em geral, em situação de vantagem, "atacando sistemas com fins de espionagem industrial e política ou para praticar roubos".
Países como China, Itália e Rússia tampouco receberam boas notas no ranking - 3, de um máximo de 5. Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha e França ficaram com nota 4. As notas levam em conta a adoção de medidas básicas - como firewalls (dispositivos que protegem contra hackers) adequados e proteção antivírus - e outras mais sofisticadas, como educação e grau de informação do governo.
Para Raj Samani, da McAfee, o ranking é subjetivo, mas é justamente essa sua validade. "(O ranking) dá a percepção da prontidão (dos países) na opinião de pessoas que entendem e trabalham com cibersegurança diariamente", diz.
As ameaças, é claro, variam de país para país. No caso do Brasil, Raphael Mandarino, diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações da Presidência da República, diz no estudo que, como o país não está envolvido em guerras, "não vemos o espaço cibernético como um campo de batalhas".
"Nossa cibersegurança foi criada essencialmente para proteger a infraestrutura interna de departamentos, o que faz com que nossa situação seja muito diferente da dos EUA", completa Mandarino.
No caso de Israel, porém, a principal ameaça vem de "Estados e de grandes organizações criminosas", afirma ao estudo um conselheiro de segurança do premiê Binyamin Netanyahu, afirmando que o país montou uma força-tarefa para avaliar ameaças virtuais ao abastecimento de água e de energia, por exemplo. O país foi recentemente alvo de diversos ataques cibernéticos de grande escala, afetando, por exemplo, sites da Bolsa de Valores e de companhias aéreas.
FONTE: Convergência Digital
Twitter é mais legal que sexo, diz estudo
Pesquisas mostram que as pessoas sentem mais falta de atualizar o status do que de dormir ou se relacionar.
Quanto tempo faz que você não posta nada no seu Twitter? Para muita gente, passar mais do que um dia sem publicar nada é um sinal de que algo está errado. Pesquisadores da Universidade Chicago Booth School of Business analisaram um grupo de mais de 200 pessoas em Wurtzburg (Alemanha) e chegaram à conclusão de que o Twitter pode ser mais importante do que dormir – ou do se relacionar sexualmente.
As experiências consistiam em deixar um smartphone com cada um dos voluntários. Sete vezes ao dia, eles deveriam postar algo que desejaram fazer nos últimos trinta minutos. Também deveria ser dito o quanto eles quiseram realizar cada ação. Segundo o CNET, os resultados mostraram que é mais fácil resistir a café, álcool, trabalho, gastar dinheiro e sexo do que ao Twitter.
Uma das hipóteses mais prováveis para explicar esse fenômeno é a possibilidade de utilizar o Twitter quando as outras atividades estão sendo realizadas (tomar café, tudo bem. Mas não recomendamos combinar a rede social com o sexo). Dessa maneira, twittar estaria presente durante todos os outros momentos da vida e a abstinência dele seria muito mais dolorosa.
FONTE: Tecmundo
Quanto tempo faz que você não posta nada no seu Twitter? Para muita gente, passar mais do que um dia sem publicar nada é um sinal de que algo está errado. Pesquisadores da Universidade Chicago Booth School of Business analisaram um grupo de mais de 200 pessoas em Wurtzburg (Alemanha) e chegaram à conclusão de que o Twitter pode ser mais importante do que dormir – ou do se relacionar sexualmente.
As experiências consistiam em deixar um smartphone com cada um dos voluntários. Sete vezes ao dia, eles deveriam postar algo que desejaram fazer nos últimos trinta minutos. Também deveria ser dito o quanto eles quiseram realizar cada ação. Segundo o CNET, os resultados mostraram que é mais fácil resistir a café, álcool, trabalho, gastar dinheiro e sexo do que ao Twitter.
Uma das hipóteses mais prováveis para explicar esse fenômeno é a possibilidade de utilizar o Twitter quando as outras atividades estão sendo realizadas (tomar café, tudo bem. Mas não recomendamos combinar a rede social com o sexo). Dessa maneira, twittar estaria presente durante todos os outros momentos da vida e a abstinência dele seria muito mais dolorosa.
FONTE: Tecmundo
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