SÃO PAULO - A quantidade de pequenos empreendedores no Brasil aumentou 13% de 2001 a 2009. A informação está no Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2010/2011, divulgado no último dia 05 de dezembro pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
De acordo com a publicação, em 2001 o Brasil tinha 20,2 milhões de pequenos empreendedores. Em 2009, o número de proprietários de pequenos negócios chegou a 22,9 milhões, atingindo 22,7% da população economicamente ativa do país. Desses 22,9 milhões, 19 milhões são autônomos e 3,9 milhões são donos de pequenos negócios que empregam outras pessoas.
Na pesquisa consta ainda o índice de aumento salarial dos funcionários das micro e pequenas empresas no período de 2000 a 2010. Empregados dessas empresas tiveram aumento real de salário de 14,3% no período. Nas grandes e médias empresas, o aumento salarial foi 4,3%, três vezes menor.
FONTE: Agência Brasil
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Saiba como a lei encara ofensas pela internet
1) Existem leis específicas para crimes contra a honra cometidos pela internet?
Não. Ofensas feitas na rede são encaradas pela Justiça brasileira à luz dos mesmos artigos do Código Penal que se referem a comentários feitos em qualquer outro espaço.
2) O fato de a ofensa ter sido feito pela internet pode agravar a pena?
Sim. Um inciso do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a honra diz que as penas aumentam em um terço "na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria", como é o caso da internet.
3) Declarações feitas de forma anônima podem redundar em processos?
Sim. Ocultar o nome na internet não garante o anonimato perante a Justiça. Com os dados do IP da máquina de onde partiu a ofensa, fornecidos pelo provedor da conexão, é possível localizar o autor de um comentário.
4) O provedor da conexão é obrigado a fornecer dados de IP do autor da ofensa?
Sob ordem judicial, sim. No entanto, não há nenhuma lei no Brasil que determine um tempo mínimo durante o qual os provedores são obrigados a guardar os dados de conexão de seus usuários.
FONTE: Leonardo Luís – Folha Online
Não. Ofensas feitas na rede são encaradas pela Justiça brasileira à luz dos mesmos artigos do Código Penal que se referem a comentários feitos em qualquer outro espaço.
2) O fato de a ofensa ter sido feito pela internet pode agravar a pena?
Sim. Um inciso do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a honra diz que as penas aumentam em um terço "na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria", como é o caso da internet.
3) Declarações feitas de forma anônima podem redundar em processos?
Sim. Ocultar o nome na internet não garante o anonimato perante a Justiça. Com os dados do IP da máquina de onde partiu a ofensa, fornecidos pelo provedor da conexão, é possível localizar o autor de um comentário.
4) O provedor da conexão é obrigado a fornecer dados de IP do autor da ofensa?
Sob ordem judicial, sim. No entanto, não há nenhuma lei no Brasil que determine um tempo mínimo durante o qual os provedores são obrigados a guardar os dados de conexão de seus usuários.
FONTE: Leonardo Luís – Folha Online
TV por assinatura está presente em mais de 12 milhões de domicílios no país
O número de domicílios que contam com o serviço de TV por assinatura no país chegou a 12,2 milhões em outubro, com crescimento de 2,34% em relação ao mês anterior. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o setor acumula um crescimento de 24,54% nos 10 primeiros meses do ano, com a adição de 2,4 milhões de novos assinantes.
De cada 100 domicílios do país, 20,3 são atendidos pelo serviço de TV por assinatura. Considerando o número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é 3,3 pessoas, os serviços de TV por assinatura são distribuídos, atualmente, para mais de 40,1 milhões de brasileiros.
Os serviços de TV por assinatura via satélite têm atualmente 53,5% da base de assinantes e a participação dos serviços a cabo representa 44,5% dos assinantes. O serviço prestado via microondas têm cerca de 2% de participação no mercado.
* Com informações da Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
De cada 100 domicílios do país, 20,3 são atendidos pelo serviço de TV por assinatura. Considerando o número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é 3,3 pessoas, os serviços de TV por assinatura são distribuídos, atualmente, para mais de 40,1 milhões de brasileiros.
Os serviços de TV por assinatura via satélite têm atualmente 53,5% da base de assinantes e a participação dos serviços a cabo representa 44,5% dos assinantes. O serviço prestado via microondas têm cerca de 2% de participação no mercado.
* Com informações da Agência Brasil
FONTE: Monitor Mercantil Digital
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Oi atenderá mais 100 cidades pelo Plano Nacional de Banda Larga
No total, a operadora vai oferecer acesso à internet para 300 cidades em 24 estados. Objetivo é beneficiar 900 municípios até 2012
A Oi iniciou nesta sexta-feira (02/12) a oferta de internet rápida dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em mais 100 municípios, segundo a empresa. Com a entrada nas novas localidades, a operadora agora oferece acesso à internet pelo PNBL para 300 cidades em 24 estados.
"No primeiro semestre de 2012, mais 900 municípios serão beneficiados e, até o fim de 2014, as ofertas estarão disponíveis em todos os 4.800 municípios da área de atuação da Oi", disse a companhia.
O PNBL, que será operado pela Telebrás, já conta com a participação de outras operadoras como a Telefônica, TIM e Claro. O objetivo é massificar até 2014 a oferta da internet banda larga para 40 milhões de domicílios, espalhados por 4.283 municípios de todas as regiões do país. A intenção é oferecer conexões com velocidade de 1 Mbps por R$ 35,00 - ou R$ 29,90 para os Estados que aprovarem o corte do ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias).
FONTE: Olhar Digital
A Oi iniciou nesta sexta-feira (02/12) a oferta de internet rápida dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em mais 100 municípios, segundo a empresa. Com a entrada nas novas localidades, a operadora agora oferece acesso à internet pelo PNBL para 300 cidades em 24 estados.
"No primeiro semestre de 2012, mais 900 municípios serão beneficiados e, até o fim de 2014, as ofertas estarão disponíveis em todos os 4.800 municípios da área de atuação da Oi", disse a companhia.
O PNBL, que será operado pela Telebrás, já conta com a participação de outras operadoras como a Telefônica, TIM e Claro. O objetivo é massificar até 2014 a oferta da internet banda larga para 40 milhões de domicílios, espalhados por 4.283 municípios de todas as regiões do país. A intenção é oferecer conexões com velocidade de 1 Mbps por R$ 35,00 - ou R$ 29,90 para os Estados que aprovarem o corte do ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias).
FONTE: Olhar Digital
Empregadores americanos pedem login e senha do Facebook para seus candidatos
Na Carolina do Norte, uma menina tirou uma foto do formulário que exigia dados confidenciais dos possíveis funcionários.
Alguns empregadores norte-americanos estão exagerando na dose de perguntas aos seus candidatos. De acordo com o a versão online do jornal Daily Mail, as empresas estão querendo extrair dados confidenciais de seus possíveis funcionários, como login e senha de suas páginas nas redes sociais.
Uma pessoa que estava concorrendo a uma vaga na Carolina do Norte tirou uma foto do formulário que fazia este tipo de exigência e divulgou na internet. Na página apareciam os seguinte dizeres: "Você tem alguma conta em páginas como Facebook, MySpace etc? Se sim, liste seu nome de usuário e senha".
Segundo o site, os recrutadores estão tomando essa atitude, pois agora os recursos de privacidade das redes sociais, especialmente do Facebook, permitem que os usuários bloqueiem certas informações e atualizações de status. Ou seja, basta alguns cliques para que a companhia seja proibida de ver os dados dos candidatos.
O Daily Mail conta, ainda, que recentemente, na Austrália, uma profissional foi desclassificada por causa de seus posts no Facebook. Segundo o economista Mark Bowles, da Câmara do Comércio e Indústria da Tasmânia, essa tendência deverá fazer com que as pessoas criem mais de uma conta nas redes sociais para que elas possam continuar compartilhando suas fotos e mensagens livremente.
FONTE: Olhar Digital
Alguns empregadores norte-americanos estão exagerando na dose de perguntas aos seus candidatos. De acordo com o a versão online do jornal Daily Mail, as empresas estão querendo extrair dados confidenciais de seus possíveis funcionários, como login e senha de suas páginas nas redes sociais.
Uma pessoa que estava concorrendo a uma vaga na Carolina do Norte tirou uma foto do formulário que fazia este tipo de exigência e divulgou na internet. Na página apareciam os seguinte dizeres: "Você tem alguma conta em páginas como Facebook, MySpace etc? Se sim, liste seu nome de usuário e senha".
Segundo o site, os recrutadores estão tomando essa atitude, pois agora os recursos de privacidade das redes sociais, especialmente do Facebook, permitem que os usuários bloqueiem certas informações e atualizações de status. Ou seja, basta alguns cliques para que a companhia seja proibida de ver os dados dos candidatos.
O Daily Mail conta, ainda, que recentemente, na Austrália, uma profissional foi desclassificada por causa de seus posts no Facebook. Segundo o economista Mark Bowles, da Câmara do Comércio e Indústria da Tasmânia, essa tendência deverá fazer com que as pessoas criem mais de uma conta nas redes sociais para que elas possam continuar compartilhando suas fotos e mensagens livremente.
FONTE: Olhar Digital
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Hackers brasileiros inovam para ocultar malwares
Cibercriminosos tupiniquins usam criptografia de dados e escondem trojans em arquivos de imagem para espalhar vírus.
Os criminosos brasileiros empregam métodos cada vez mais sofisticados para infectar computadores de quem navega na web. A tese é da seção latino-americana do Time de Pesquisa e Análise Global, ligado ao Kaspersky Lab, que, no início do mês passado, divulgou informações sobre novas ações desenvolvidas por hackers do Brasil.
Conforme o relato do programador russo Dmitry Bestuzhev, diretor da seção que identificou os novos métodos, os cibercriminosos tupiniquins iniciaram o uso de esteganografia, um método altamente complexo que esconde trojans em arquivos JPG. Assim, o sistema antivírus não identifica o malware, tomando-o um simples e inofensivo arquivo de imagem.
Ainda conforme a postagem de Bestuzhev em seu blog, hackers do Brasil desenvolveram um método para usar o ciframento em blocos para dificultar que malwares sejam identificados por aplicativos de segurança. Dessa forma, o arquivo problemático fica criptografado e necessita de uma senha ou chave para ser decifrado.
Esse tipo de atividade faz uso de phishing para capturar dados dos usuários de forma não autorizada. A ação seria a seguinte: primeiro o usuário é forçado a instalar um arquivo para acessar sua conta bancária; depois, ao fazer isso, o computador é infectado e o arquivo permanece oculto por mais tempo do que normalmente ocorre nesses casos, devido à criptografia.
O programador conclui afirmando que sua equipe observou que os vírus escondidos por essas novas técnicas são espalhados de forma crescente de dois em dois dias.
FONTE: Tecmundo
Os criminosos brasileiros empregam métodos cada vez mais sofisticados para infectar computadores de quem navega na web. A tese é da seção latino-americana do Time de Pesquisa e Análise Global, ligado ao Kaspersky Lab, que, no início do mês passado, divulgou informações sobre novas ações desenvolvidas por hackers do Brasil.
Conforme o relato do programador russo Dmitry Bestuzhev, diretor da seção que identificou os novos métodos, os cibercriminosos tupiniquins iniciaram o uso de esteganografia, um método altamente complexo que esconde trojans em arquivos JPG. Assim, o sistema antivírus não identifica o malware, tomando-o um simples e inofensivo arquivo de imagem.
Ainda conforme a postagem de Bestuzhev em seu blog, hackers do Brasil desenvolveram um método para usar o ciframento em blocos para dificultar que malwares sejam identificados por aplicativos de segurança. Dessa forma, o arquivo problemático fica criptografado e necessita de uma senha ou chave para ser decifrado.
Esse tipo de atividade faz uso de phishing para capturar dados dos usuários de forma não autorizada. A ação seria a seguinte: primeiro o usuário é forçado a instalar um arquivo para acessar sua conta bancária; depois, ao fazer isso, o computador é infectado e o arquivo permanece oculto por mais tempo do que normalmente ocorre nesses casos, devido à criptografia.
O programador conclui afirmando que sua equipe observou que os vírus escondidos por essas novas técnicas são espalhados de forma crescente de dois em dois dias.
FONTE: Tecmundo
Jogos violentos podem alterar funções cerebrais
O jogo de tiro em primeira pessoa ‘Call of Duty: Modern Warfare 3′ foi lançado no começo de novembro e gerou mais de US$ 400 milhões no seu primeiro dia de vendas nos EUA e no Reino Unido. FOTO: Divulgação
Estudo aponta que games de tiro em primeira pessoa modificam funções cognitivas e emocionais em apenas uma semana.
WASHINGTON – Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nessa quarta-feira, 30, pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).
“Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa”, disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.
O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais. Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.
Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.
Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.
Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.
/ EFE
FONTE: Estadão Online
Estudo aponta que games de tiro em primeira pessoa modificam funções cognitivas e emocionais em apenas uma semana.
WASHINGTON – Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nessa quarta-feira, 30, pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).
“Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa”, disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.
O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais. Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.
Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.
Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.
Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.
/ EFE
FONTE: Estadão Online
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