“A aprovação de novas leis não vai fazer que o problema acabe, o desafio é combater e prevenir esse tipo de delito”, diz executivo da Mcafee.
MADRID – A Mcafee, empresa de informática especializada em segurança, afirmou que a indústria de tecnologia e os governos poderiam tornar a internet um local mais seguro.
“Gostaria ver os governos desempenhando um papel mais ativo na luta contra os crimes virtuais. A aprovação de novas leis não vai fazer que o problema acabe, o desafio é combater e prevenir esse tipo de delito”, disse o vice-presidente sênior de produtos e soluções da McAfee, Matt Fairbanks, em entrevista à Efe.
Segundo o executivo, os países gastam “muito dinheiro” para proteger suas informações e seus funcionários. O cliente mais importante da companhia são os Estados Unidos.
O empresário afirmou que a cada dia são descobertos na Internet, aproximadamente 60 mil novas ameaças e que embora seja muito difícil encontrar quem está por trás dos crimes, os governos deveriam se esforçar mais para garantir a segurança na rede.
Fairbanks explicou que a maioria dos ataques na rede tem motivação econômica, mas que o ciberterrorismo e o hackerativismo estão aumentando.
“Informação é poder e se as pessoas podem ter acesso a ela, terão uma enorme vantagem. Cada vez mais, vemos nações e exércitos utilizando a cibertecnologia para promover suas agendas”, comentou o diretor, que acrescentou que os vírus e softwares maliciosos são muito numerosos e que as ferramentas para criá-los estão disponíveis para qualquer um.
Fairbanks advertiu que “a maioria de executivos e de consumidores não são conscientes da magnitude do problema do crime eletrônico”. Para ele, esse tipo de delito nunca vai acabar, mas pode diminuir.
Segundo o diretor, a aquisição da Mcafee pela Intel incentivará a criação de um “movimento na indústria para tornar a rede um local mais seguro”.
/EFE
FONTE: Estadão Online
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Internet levanta o mercado publicitário
O mercado publicitário já faturou R$ 17,6 bilhões entre janeiro e agosto de 2011. Os números mostram que o setor teve aumento de 5,86% em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados do Projeto Inter-Meios divulgados pelo site do Meio & Mensagem, que elabora o estudo em parceria com a PricewaterhouseCoopers.
Quando comparado ao mesmo mês do ano passado, o crescimento é ainda mais expressivo. A alta, neste caso, é de 15,5%. E a taxa é baseada em um investimento de R$ 2,4 bilhões, feito apenas em agosto de 2011.
Assim como tem acontecido nas últimas pesquisas, a internet foi a mídia que apresentou mais crescimento, com 19,25%. O meio vem seguido da TV paga, com 15,4%, e da mídia exterior (13,23%). No geral, somente o item Guias e Listas teve queda (de 2,72%).
TV na frente
Já em termos de share (participação no bolo) quem está na dianteira ainda é a televisão, e bem à frente. A telinha puxa 63,25% do bolo publicitário, com faturamento na casa dos R$ 11,1 bilhões – em termos de crescimento, no entanto, foram só 5,45% no acumulado do ano.
Depois da TV aparecem jornal, com 12,3% de share e faturamento de R$ 2,1 bilhões, revista (6,94% e R$ 1,2 bi), internet (4,87% e R$ 857,9 milhões) e, tecnicamente empatados, rádio e TV paga, com 4,01%.
As duas últimas mídias, apesar de deterem a mesma fatia do total, apresentam dados internos diferentes, sendo que rádio faturou R$ 706,6 milhões e a TV por assinatura, R$ 705,1 mi.
Na sequência aparece a mídia exterior, em que foram investidos R$ 546,2 milhões, deixando-a com 3,10% do bolo. Isso reflete, segundo o estudo, o bom desempenho dos itens que acompanham o meio: Painel, com alta de 39,27%, Móvel (25,67%), Mobiliário Urbano (17,97%) e Digital Out of Home (14,77%).
Outdoor foi a única com crescimento abaixo de dois dígitos, fechando com 8,27%.
FONTE: Techlider
Quando comparado ao mesmo mês do ano passado, o crescimento é ainda mais expressivo. A alta, neste caso, é de 15,5%. E a taxa é baseada em um investimento de R$ 2,4 bilhões, feito apenas em agosto de 2011.
Assim como tem acontecido nas últimas pesquisas, a internet foi a mídia que apresentou mais crescimento, com 19,25%. O meio vem seguido da TV paga, com 15,4%, e da mídia exterior (13,23%). No geral, somente o item Guias e Listas teve queda (de 2,72%).
TV na frente
Já em termos de share (participação no bolo) quem está na dianteira ainda é a televisão, e bem à frente. A telinha puxa 63,25% do bolo publicitário, com faturamento na casa dos R$ 11,1 bilhões – em termos de crescimento, no entanto, foram só 5,45% no acumulado do ano.
Depois da TV aparecem jornal, com 12,3% de share e faturamento de R$ 2,1 bilhões, revista (6,94% e R$ 1,2 bi), internet (4,87% e R$ 857,9 milhões) e, tecnicamente empatados, rádio e TV paga, com 4,01%.
As duas últimas mídias, apesar de deterem a mesma fatia do total, apresentam dados internos diferentes, sendo que rádio faturou R$ 706,6 milhões e a TV por assinatura, R$ 705,1 mi.
Na sequência aparece a mídia exterior, em que foram investidos R$ 546,2 milhões, deixando-a com 3,10% do bolo. Isso reflete, segundo o estudo, o bom desempenho dos itens que acompanham o meio: Painel, com alta de 39,27%, Móvel (25,67%), Mobiliário Urbano (17,97%) e Digital Out of Home (14,77%).
Outdoor foi a única com crescimento abaixo de dois dígitos, fechando com 8,27%.
FONTE: Techlider
91% das empresas sofreram algum tipo de ataques externo nos últimos 12 meses
Segundo o relatório da pesquisa “Riscos Globais de segurança”, realizada pela Kaspersky Lab em parceria com a agência de pesquisas B2B Internacional, 91% das empresas entrevistadas sofreram algum tipo de ataque cibernético nos últimos 12 meses. O estudo ouviu mais de 1.300 profissionais de TI, de 11 países distintos, inclusive o Brasil.
As ameaças mais comuns aparecem nas formas de vírus, spyware (programa espião) e outros programas maliciosos. Outro dado importante levantado pelo estudo da Kaspersky Lab é que 31% dos ataques maliciosos resultam em algum tipo de perda de dados e apenas 10% das empresas notificam o vazamento de informações confidenciais.
Em relação à segurança das companhias, 70% das empresas utilizam uma proteção anti-malware completa e 3% não têm proteção alguma. O nível de adoção dos programas de segurança varia de país para país. Em mercados emergentes, 65% das empresas utilizam este tipo de produto, enquanto no Reino Unido e EUA os níveis de implementação foram de 92% e 82%, respectivamente. Apesar de o índice ser alto, a maioria das empresas ainda vivenciou uma violação de segurança nos últimos 12 meses, e quase um terço delas tiveram vazamento de informações de terceiros.
“Estamos surpresos com a atitude das empresas, pois descobrimos que quase metade delas considera as ameaças cibernéticas um dos três maiores riscos em crescimento. A estratégia de TI é classificada pelos empresários como mais importante do que as estratégias financeiras, de marketing e de recursos humanos”, afirma Alexander Erofeev, diretor de Inteligência de Mercado da Kaspersky Lab.
Para o executivo, a explicação mais provável para este cenário é falta de investimento em segurança de TI. “De fato, o estudo mostra que uma a cada duas empresas avaliam o orçamento de segurança como insuficiente e afirma que é necessário aumentar o valor investido em 25% ou mais”, completa Erofeev. Atualmente, o investimento anual médio em segurança é de US$ 8.055,00 em pequenas empresas, US$ 83.200,00 nas médias empresas e de US$ 3.263.476,00 nas grandes corporações.
FONTE: Techlider
As ameaças mais comuns aparecem nas formas de vírus, spyware (programa espião) e outros programas maliciosos. Outro dado importante levantado pelo estudo da Kaspersky Lab é que 31% dos ataques maliciosos resultam em algum tipo de perda de dados e apenas 10% das empresas notificam o vazamento de informações confidenciais.
Em relação à segurança das companhias, 70% das empresas utilizam uma proteção anti-malware completa e 3% não têm proteção alguma. O nível de adoção dos programas de segurança varia de país para país. Em mercados emergentes, 65% das empresas utilizam este tipo de produto, enquanto no Reino Unido e EUA os níveis de implementação foram de 92% e 82%, respectivamente. Apesar de o índice ser alto, a maioria das empresas ainda vivenciou uma violação de segurança nos últimos 12 meses, e quase um terço delas tiveram vazamento de informações de terceiros.
“Estamos surpresos com a atitude das empresas, pois descobrimos que quase metade delas considera as ameaças cibernéticas um dos três maiores riscos em crescimento. A estratégia de TI é classificada pelos empresários como mais importante do que as estratégias financeiras, de marketing e de recursos humanos”, afirma Alexander Erofeev, diretor de Inteligência de Mercado da Kaspersky Lab.
Para o executivo, a explicação mais provável para este cenário é falta de investimento em segurança de TI. “De fato, o estudo mostra que uma a cada duas empresas avaliam o orçamento de segurança como insuficiente e afirma que é necessário aumentar o valor investido em 25% ou mais”, completa Erofeev. Atualmente, o investimento anual médio em segurança é de US$ 8.055,00 em pequenas empresas, US$ 83.200,00 nas médias empresas e de US$ 3.263.476,00 nas grandes corporações.
FONTE: Techlider
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Brasil assume 3ª posição no ranking mundial da Internet
O uso da Internet em domicílios e locais de trabalho dos brasileiros cresceu 14% em setembro em relação ao mesmo período do ano passado, colocando o país acima da Alemanha, segundo dados do Ibope Nielsen Online
Dos 61,2 milhões de brasileiros com acesso à rede no local de trabalho ou em casa, 46,3 milhões foram usuários ativos no mês passado, informou o instituto de pesquisas.
O patamar é superior ao apresentado pela Alemanha, com 46,26 milhões de usuários ativos, assim como o de França e Reino Unido, países já superados pelo Brasil em agosto de 2010.
Os Estados Unidos e o Japão ainda mantém a liderança, com 203,4 e 62,3 milhões de usuários ativos, respectivamente. Segundo ainda o Ibope, a velocidade de conexão dos brasileiros também tem aumentado. Em setembro, 77,8 por cento dos usuários ativos em domicílios possuíam conexão com mais de 512 Kbps, contra 61 por cento um ano antes.
As conexões mais rápidas, de 2 a 8 Mbps, passaram a atender a 21,3% dos usuários ativos nesses locais, contra 12,1% um ano antes. No segundo trimestre, o número de pessoas com acesso à Internet em qualquer ambiente no Brasil passou para 77,8 milhões.
FONTE: Convergência Digital
Dos 61,2 milhões de brasileiros com acesso à rede no local de trabalho ou em casa, 46,3 milhões foram usuários ativos no mês passado, informou o instituto de pesquisas.
O patamar é superior ao apresentado pela Alemanha, com 46,26 milhões de usuários ativos, assim como o de França e Reino Unido, países já superados pelo Brasil em agosto de 2010.
Os Estados Unidos e o Japão ainda mantém a liderança, com 203,4 e 62,3 milhões de usuários ativos, respectivamente. Segundo ainda o Ibope, a velocidade de conexão dos brasileiros também tem aumentado. Em setembro, 77,8 por cento dos usuários ativos em domicílios possuíam conexão com mais de 512 Kbps, contra 61 por cento um ano antes.
As conexões mais rápidas, de 2 a 8 Mbps, passaram a atender a 21,3% dos usuários ativos nesses locais, contra 12,1% um ano antes. No segundo trimestre, o número de pessoas com acesso à Internet em qualquer ambiente no Brasil passou para 77,8 milhões.
FONTE: Convergência Digital
Cuidar de dados confidenciais é mais estressante que divórcio
Levantamento da Websense revela ainda que 86% dos responsáveis pela TI acreditam que perder informações corporativas podem colocar seus empregos em risco.
Como as ameaças virtuais estão afetando as empresas? Para descobrir a resposta, a Websense, fornecedora de soluções de segurança, realizou uma pesquisa em parceria com a consultoria Dynamic Markets. Como resultado, identificou que 48% dos entrevistados contam com sistemas que evitam o vazamento de dados confidenciais pela web. Além disso, 60% se preocupam com as ameaças avançadas, e 19% dizem ter sofrido esse tipo de ataque.
Outro dado relevante do levantamento é que 86% dos responsáveis pela TI acreditam que os incidentes envolvendo perda de dados podem colocar seus empregos em risco. Setenta e dois por cento apontam que o estresse de administrar dados confidenciais da companhia é maior do que gerenciar um divórcio, administrar dívidas pessoais ou uma pequena batida de carro.
Dos 2 mil profissionais ouvidos [metade gerentes de TI e metade funcionários não relacionados à TI) nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália apenas 2% afirmaram contar com solução Data Loss Prevention (DLP) que proteja dados quando estão armazenados, em uso e em trânsito. Ainda assim, depois de vários ataques amplamente divulgados, 23% dos entrevistados iniciaram ou agilizaram um projeto para a prevenção contra a perda de dados.
Depois de registrar incidentes, a maioria dos ouvidos implementou diversas mudanças: mais de 40% estão investindo mais na área e voltando as atenções para dentro da empresa, testando e avaliando as políticas existentes, implementando soluções novas e impondo novas restrições aos usuários. Quase 25% dos entrevistados começaram ou agilizaram um projeto de DLP.
Os resultados apontam ainda que 24% dos executivos disseram que os dados confidenciais de CEOs e outros executivos já foram violados. Enquanto isso, 34% afirmaram que os dados necessários para compliance foram perdidos e que 34% de informações confidenciais foram publicadas em redes sociais.
“A pesquisa revela que as empresas precisam reavaliar o nível de proteção dos seus dados”, diz Tom Clare, diretor sênior de Marketing de Produtos da Websense.
Envolvimento de outras áreas
A Websense concluiu ainda que os incidentes estão incentivando um debate mais amplo sobre questões de segurança na companhia. O estudo revela que 91% dos gerentes de segurança de TI dizem que, no ano passado, pessoas em postos mais altos da empresa começaram a participar do debate sobre a segurança de dados, como o diretor de TI (43%), o diretor administrativo (38%) e o CEO (33%).
FONTE: Computerworld
Como as ameaças virtuais estão afetando as empresas? Para descobrir a resposta, a Websense, fornecedora de soluções de segurança, realizou uma pesquisa em parceria com a consultoria Dynamic Markets. Como resultado, identificou que 48% dos entrevistados contam com sistemas que evitam o vazamento de dados confidenciais pela web. Além disso, 60% se preocupam com as ameaças avançadas, e 19% dizem ter sofrido esse tipo de ataque.
Outro dado relevante do levantamento é que 86% dos responsáveis pela TI acreditam que os incidentes envolvendo perda de dados podem colocar seus empregos em risco. Setenta e dois por cento apontam que o estresse de administrar dados confidenciais da companhia é maior do que gerenciar um divórcio, administrar dívidas pessoais ou uma pequena batida de carro.
Dos 2 mil profissionais ouvidos [metade gerentes de TI e metade funcionários não relacionados à TI) nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália apenas 2% afirmaram contar com solução Data Loss Prevention (DLP) que proteja dados quando estão armazenados, em uso e em trânsito. Ainda assim, depois de vários ataques amplamente divulgados, 23% dos entrevistados iniciaram ou agilizaram um projeto para a prevenção contra a perda de dados.
Depois de registrar incidentes, a maioria dos ouvidos implementou diversas mudanças: mais de 40% estão investindo mais na área e voltando as atenções para dentro da empresa, testando e avaliando as políticas existentes, implementando soluções novas e impondo novas restrições aos usuários. Quase 25% dos entrevistados começaram ou agilizaram um projeto de DLP.
Os resultados apontam ainda que 24% dos executivos disseram que os dados confidenciais de CEOs e outros executivos já foram violados. Enquanto isso, 34% afirmaram que os dados necessários para compliance foram perdidos e que 34% de informações confidenciais foram publicadas em redes sociais.
“A pesquisa revela que as empresas precisam reavaliar o nível de proteção dos seus dados”, diz Tom Clare, diretor sênior de Marketing de Produtos da Websense.
Envolvimento de outras áreas
A Websense concluiu ainda que os incidentes estão incentivando um debate mais amplo sobre questões de segurança na companhia. O estudo revela que 91% dos gerentes de segurança de TI dizem que, no ano passado, pessoas em postos mais altos da empresa começaram a participar do debate sobre a segurança de dados, como o diretor de TI (43%), o diretor administrativo (38%) e o CEO (33%).
FONTE: Computerworld
Ibope medirá audiência de TV digital em celulares
Usuários do StarTV da Samsung, em São Paulo, terão dados coletados para definir os hábitos de quem assiste TV no celular
O Ibope começou nesta terça-feira (01/11) a medir a audiência também na TV digital para celulares. Usuários do aparelho Samsung StarTV que são clientes da operadora Vivo poderão instalar um aplicativo que coletará informações sobre o uso da TV no aparelho, de acordo com o Tela Viva.
Inicialmente, o aplicativo será instalado em 2 mil aparelhos em São Paulo. Em breve, o Ibope quer expandir a pesquisa para o Rio de Janeiro, e depois planejará uma expansão nacional.
Os primeiros números devem ser divulgados em 2012. O Ibope garante que o aplicativo não coletará nenhuma informação que não seja relacionada ao uso de TV no celular.
FONTE: Olhar Digital
O Ibope começou nesta terça-feira (01/11) a medir a audiência também na TV digital para celulares. Usuários do aparelho Samsung StarTV que são clientes da operadora Vivo poderão instalar um aplicativo que coletará informações sobre o uso da TV no aparelho, de acordo com o Tela Viva.
Inicialmente, o aplicativo será instalado em 2 mil aparelhos em São Paulo. Em breve, o Ibope quer expandir a pesquisa para o Rio de Janeiro, e depois planejará uma expansão nacional.
Os primeiros números devem ser divulgados em 2012. O Ibope garante que o aplicativo não coletará nenhuma informação que não seja relacionada ao uso de TV no celular.
FONTE: Olhar Digital
Facebook tem mais de 600 mil contas comprometidas por dia
5% dos usuários relatam ter recebido algum tipo de mensagem suspeita ou propaganda
Em um infográfico postado no site Sophos, o Facebook revela alguns dados relacionados à segurança do site. De acordo com as informações, 0,06% de seu um bilhão de logins por dia está comprometido, totalizando mais de 600 mil contas. Porém, graças a medidas anti-spam, menos de 4% do conteúdo compartilhado na rede social é conteúdo indesejado, e menos de 5% dos usuários relatam ter recebido esse tipo de mensagem algum dia. As informações são do site TG Daily.
A empresa planeja introduzir novas medidas de segurança ao longo das próximas semanas, incluindo um recurso chamado "Amigos Confiáveis", que vai permitir aos usuários escolher até cinco contatos para ajudá-los caso enfrentem problemas para acessar suas respectivas contas. O interessante é que um único amigo escolhido não poderá administrar a conta, levando todas as pessoas escolhidas a trabalharem em conjunto.
"Se você esqueceu sua senha e precisar fazer login, mas não consegue acessar sua conta de e-mail, basta confiar em seus amigos e pedir a ajuda deles. Vamos enviar os códigos para as pessoas selecionadas, que poderão repassar essa informação para você", informa o Facebook por meio de seu blog oficial.
Outra funcionalidade que estará disponível em breve são os "App Passwords" ("Aplicativos de Senhas"), onde os usuários não vão mais precisar entrar em aplicativos do Facebook usando seus logins. O recurso gera senhas únicas para entrar em outros serviços, como Spotify ou Skype.
Hoje, quase dez milhões de dólares são investidos para manter a infraestrutura do Facebook, que fiscaliza um trilhão de links por dia. Dessa quantidade, 220 milhões são bloqueados por ter conteúdo malicioso.
FONTE: Olhar Digital
Em um infográfico postado no site Sophos, o Facebook revela alguns dados relacionados à segurança do site. De acordo com as informações, 0,06% de seu um bilhão de logins por dia está comprometido, totalizando mais de 600 mil contas. Porém, graças a medidas anti-spam, menos de 4% do conteúdo compartilhado na rede social é conteúdo indesejado, e menos de 5% dos usuários relatam ter recebido esse tipo de mensagem algum dia. As informações são do site TG Daily.
A empresa planeja introduzir novas medidas de segurança ao longo das próximas semanas, incluindo um recurso chamado "Amigos Confiáveis", que vai permitir aos usuários escolher até cinco contatos para ajudá-los caso enfrentem problemas para acessar suas respectivas contas. O interessante é que um único amigo escolhido não poderá administrar a conta, levando todas as pessoas escolhidas a trabalharem em conjunto.
"Se você esqueceu sua senha e precisar fazer login, mas não consegue acessar sua conta de e-mail, basta confiar em seus amigos e pedir a ajuda deles. Vamos enviar os códigos para as pessoas selecionadas, que poderão repassar essa informação para você", informa o Facebook por meio de seu blog oficial.
Outra funcionalidade que estará disponível em breve são os "App Passwords" ("Aplicativos de Senhas"), onde os usuários não vão mais precisar entrar em aplicativos do Facebook usando seus logins. O recurso gera senhas únicas para entrar em outros serviços, como Spotify ou Skype.
Hoje, quase dez milhões de dólares são investidos para manter a infraestrutura do Facebook, que fiscaliza um trilhão de links por dia. Dessa quantidade, 220 milhões são bloqueados por ter conteúdo malicioso.
FONTE: Olhar Digital
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