quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MORRE STEVE JOBS

Criador de produtos que se tornaram objeto de desejo dos consumidores no mundo - MAC, iPhone e o tablet iPad, e apontado por muitos como visionário da Informática, o presidente da Apple morreu nesta quarta-feira, 05. Steve Jobs, de 56 anos, sofria de câncer no pâncreas desde 2004.

A morte de Jobs foi confirmada com um texto publicado na home da Apple. "A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple", diz o texto.

Considerado visionário, Jobs escreveu a história da Informática nos últimos 20 anos, ao lado de nomes como Bill Gates, da rival Microsoft, empresa que, este ano, superou em valor de mercado. Sua trajetória foi conturbada - chegou a ser afastado da Apple, mas quando voltou, foi à luta.

E entrou com força em dois setores bastante disputados: celulares e dispositivos móveis. Nos terminais, revirou com um mercado tradicional e até então liderado com folga pela finlandesa Nokia. Com o iPhone, Jobs impulsionou o desejo de consumo pelos smartphones e determinou uma virada estratégica dos concorrentes.

O seu maior sucesso nos últimos tempos foi o tablet iPad. Objeto de desejo, lançado em 2010, e que já conquistou milhares de consumidores no mundo. Foi tão forte o impacto que fez a indústria de PCs rever seus conceitos. Os principais atores dessa área tiveram que correr atrás e lançar também seus dispositivos, mas há quem já tenha jogado a toalha, como a HP, reconhecendo que nos tablets - a distância ficou longa.

Ao deixar a Apple, em 24 de agosto, Jobs escreveu o seguinte recado: "Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não poderia mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou". Steven Paul Jobs nasceu em San Francisco, em 24 de fevereiro de 1955, e foi adotado pelo casal Justin e Clara Jobs em Mountain View, também na Califórnia, Estados Unidos.

O fundador da Apple morre num momento em que a empresa contabiliza os ganhos da inovação. Este ano, a Apple foi a marca global que mais ganhou valor neste ano, registrando um crescimento de 58% em relação ao ano passado. No ranking elaborado pela consultoria Interbrand e divulgado nesta terça-feira, 04, a marca foi cotada a US$ 33,5 bilhões.

FONTE: Convergência Digital

Tecnologia para ajudar na arbitragem do futebol deve ser implantada em 2013

Sistemas que identificam se a bola passou a linha do gol devem começar a ser usados na Inglaterra.
A tecnologia para ajudar na arbitragem do futebol começará a ser implantada em 2013 no Campeonato Inglês, de acordo com o jornal britânico Telegraph.

Inicialmente, o plano dos organizadores do torneio era começar a usar a tecnologia a partir de 2012, mas o projeto foi adiado em um ano. A idéia é que sistemas ajudem a identificar lances em que a bola pode ou não ter passado pela linha do gol.

Segundo o jornal, serão feitos testes em estádios europeus para descobrir qual é a melhor tecnologia e qual delas apresenta o maior índice de acerto. A International Board, responsável por decisões sobre arbitragem no mundo inteiro, já testou algumas invenções, mas nenhuma delas atingiu o resultado esperado.

A idéia é que a tecnologia nos estádios de futebol seja implantada durante um grande campeonato na temporada de 2013-14 para, então, ser adotada definitivamente pela FIFA. A partir daí, o sistema poderia ser utilizado na Copa do Mundo de 2014, que irá ocorrer no Brasil.

FONTE: Olhar Digital

Estudo revela que sites de namoro se tornaram alvo de impostores

Sonia Richards mostra a foto de Robert Frost, usada por um impostor (Foto: reprodução).

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Leicester, no Reino Unido, mostra que sites de relacionamento amoroso têm se tornado um imã para usuários de má índole. De acordo com o estudo, os farsantes da rede se aproveitam de pessoas solitárias em busca de uma relação amorosa para obter dinheiro.

Pesquisadores contam que, só no ano passado, quase 200 mil pessoas podem ter sido persuadidas a dar dinheiro a usuários escondidos em identidades falsas. Devido a vergonha que sentem, menos de 600 casos são denunciados.

Esse tipo de caso mostrou-se particularmente traumático devido ao “duplo golpe” de perder dinheiro e o que as vítimas esperavam que fosse um relacionamento amoroso promissor. Em alguns casos, usuários lesados por impostores cometeram suicídio.

A pesquisa britânica – primeira a medir o alcance desse crime – descobriu analisando a rede de relacionamentos YouGov com 2 mil cadastrados, que uma em cada 50 pessoas conhecia uma vítima do golpe.

Os farsantes – geralmente ligados ao crime organizado – usam fotos de soldados ou modelos para fazer contato com suas vitimas na rede. Eles agem rapidamente para transferir o “relacionamento” dos sites monitorados para o contato por email - mais pessoal e íntimo. Logo dizem estar tendo problemas financeiros e precisando de dinheiro com urgência, prometendo devolver o valor.

Em alguns casos, mesmo quando as vítimas não mandam a quantia, acabam envolvidas em lavagem de dinheiro ao aceitarem pagamentos em suas contas bancárias.

“Isso é preocupante não somente porque pessoas estão perdendo grandes quantias de dinheiro, mas também por causa do impacto psicológico vivido pelas vítimas. É a vergonha e a chateação que as impedem de denunciar o crime. Acreditamos que são necessários novos métodos de denuncia para este tipo de crime”, explica a professora Monica Whitty, autora da pesquisa.

O centro britânico de denuncias de fraude, Action Fraud, identificou 592 vítimas do crime em 2010. No grupo, 203 perderam mais de 5 mil libras, e, de acordo com a Serious Organised Crime Agency, as perdas podem chegar a 240 mil libras.

FONTE: TechTudo – Aline Carvalhal

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Básicos, mas essenciais

Alguns benefícios são tão importantes que passaram de diferenciais para pacote básico. E, cada vez mais, as empresas têm de criar alguns mimos para reter seus talentos.

Muitos benefícios que há uma década eram considerados um diferencial hoje se tornaram parte do pacote básico. "Alguns são tão importantes que acabam virando essenciais. Se uma empresa não oferece determinados benefícios ela nem estará entre as opções de escolha se o funcionário for mais exigente", diz Eduardo Faro, gerente de capital humano da consultoria PricewaterhouseCoopers. Para as consultorias, um benefício é considerado básico quando ele se estabelece em mais de 50% das grandes corporações.

De acordo com a pesquisa Top Executive Compensation 2010, realizada com 256 das maiores companhias do país pela Hay Group e divulgada em agosto, já fazem parte do pacote básico para executivos: refeição, plano médico e odontológico, seguro de vida, previdência privada, carro, celular corporativo, computador pessoal e check-up anual. "Hoje, 87% das empresas oferecem celular, carro e check-up para seus executivos. E 50% dão até computador pessoal", diz Carlos Siqueira, diretor nacional da consultoria global Hay Group.

Para os funcionários dos outros níveis da organização, planos de saúde e odontológico, vale-refeição e previdência privada também já são básicos. "Quando os demais benefícios começam a serem estendidos a todos os funcionários, e não só para os de nível executivo, as práticas se tornam um diferencial em relação às outras companhias do setor", explica Carlos.

No Google, por exemplo, todos os colaboradores recebem na contratação um notebook e a empresa ainda paga pela conexão de internet da casa deles. "Consideramos tudo isso instrumentos de trabalho, mas os funcionários vêem como um benefício", diz Mônica Santos, diretora de RH do gigante de busca para a América Latina. Os planos de saúde e odontológico não são coparticipativos, são 100% pagos pela empresa e sem divisão hierárquica. "Oferecemos os mesmos benefícios para o presidente da América Latina e para o recém-contratado", diz a executiva.

ESTÁ NA MODA

As organizações buscam cada vez mais relacionar a remuneração com a estratégia do negócio para criar alternativas que envolvam os funcionários. De início, era só o salário, mas não era suficiente para engajar e reter os colaboradores. Ao longo das décadas, elas foram criando formas de estreitar esses laços.

CRÉDITO: Cristiano Mariz

Cientistas australianos desenvolvem pílula para curar a bebedeira

No futuro, pesquisadores querem implantar um chip no cérebro para que ele faça a administração da droga em doses controladas.

Cientistas da Universidade de Adelaide (Austrália) estão desenvolvendo uma pílula que deixa as pessoas alcoolizadas rapidamente sóbrias, segundo informações do Huffington Post.

O remédio limita os efeitos do álcool no cérebro e pode ajudar no tratamento de alcoólatras. De acordo com o líder da pesquisa, Mark Hutchinson, a substância, quando tomada regularmente, diminui os efeitos do álcool, tirando o prazer de beber.

"Os dependentes do álcool podem tomar uma pílula por dia ou ainda implantar um chip que faça a administração da droga no corpo em doses controladas e constantes", diz o pesquisador. No futuro, o chip implantado vai poder ser usado para encontrar bêbados e alcoólatras por meio de GPS.

FONTE: Olhar Digital

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pesquisa revela ranking das coisas irritantes no escritório

O LinkedIn, rede profissional com mais de 120 milhões de membros em todo o mundo e mais de 4 milhões no Brasil, anunciou nesta quarta-feira, 28, os resultados de uma pesquisa sobre os fatores que mais irritam os profissionais em seus ambientes de trabalho.

A pesquisa revelou algumas diferenças interessantes entre países e respectivas culturas, por exemplo:

- Brasileiros mostraram-se os mais irritados com a fofoca excessiva no escritório;

- Norte-americanos são os que mais detestam constatar que alguém roubou sua comida do refrigerador disponível na empresa;

- Alemães lideram a lista dos que ficam muito bravos com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo no escritório (aparelho de microondas e refrigerador, por exemplo);

- Indianos odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas;

- Japoneses são os que mais detestam ser motivo de piadas na companhia.

Também foi possível registrar diferenças entre sexos. No Brasil, o uso de roupas inadequadas (blusas decotadas e saias curtas, por exemplo) no escritório irrita mais mulheres do que homens; 76% do público feminino contra 44% do masculino.

Independentemente de nacionalidade ou sexo, o fator que mais irrita no escritório (78% dos mais 17 mil de profissionais entrevistados pelo LinkedIn) é “pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões”.

O LinkedIn faz ainda um alerta importante para quem busca uma nova oportunidade: no Brasil, os responsáveis por definir eventuais contratações ficam muito mais irritados com funcionários que abusam na quantidade de ligações pessoais durante o expediente, do que os líderes que não têm sob sua responsabilidade a escolha de novos talentos para a empresa.

“Comportamentos que irritam os demais integrantes do time contribuem para um clima de desconfiança e conflito. Isso certamente tem influência no relacionamento interpessoal e, consequentemente, na produtividade da equipe”, afirma Marilda Andrade, professora de liderança e gestão de pessoas do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa). “Muitas vezes, os líderes estão preocupados com aspectos técnicos ou funcionais da conduta de seus liderados e têm dificuldade em perceber que os pequenos incidentes gerados por esses conflitos aparentemente pouco importantes é que vão, ao longo do tempo, desgastando as relações”, conclui Marilda.

O país que mais registrou fatores que irritam no trabalho é a Índia, e a Itália foi a nação cujos profissionais menos listaram reclamações. Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar no ranking.

FONTE: IT Careers - Convergência Digital

sábado, 1 de outubro de 2011

A terceira onda capitalista

O mundo precisa de pessoas éticas, que saibam equilibrar o lucro com os valores sociais.

Pesquise no Fórum Econômico Mundial: você encontrará 298 resultados sobre o impacto das redes sociais na economia. Nos Estados Unidos, as empresas da web 2.0 têm valores de mercado na casa dos bilhôes de doláres, e esse dinheiro, aponta a revista Time, será uma das saídas para a retomada da economia americana. Segundo a inglesa The Economist, vivemos "o começo de uma nova e excitante era da interconectividade global que vai espalhar ideias e inovações ao redor do mundo mais rápido do que nunca". Hoje, debate-se nas principais universidades do mundo se estamos no ínicio da terceira onda do capitalismo.

A internet padroniza e dá igualdade de condições para quem deseja trocar conhecimento e se comunicar. Como fizeram os telégrafos e as ferrovias na onda capitalista anterior, a internet é uma base sem precedentes para a ciação de novos modelos de negócios a partir dela. O capitalismo atual não serve mais. É hora de usar a rede para inventar novas empresas e novas formas de trabalhar. A Islândia resolveu discutir sua construção somente no Facebook - agora, vários países estão seguindo o exemplo.

Os tumultos de julho em Londres e em outras cidades inglesas foram da internet para as ruas realimentarem as redes sociais. Na página dos manifestantes no Facebook, havia 8.000 pessoas que apoiavam os atos de vandalismo. A polícia londrina contra-atacou com sua própria página: mais de 1 milhão manifestaram seu apoio às autoridades do Facebook.

E você com isso? Está atolado na enchente de informações? Tire uma hora do seu dia para pensar em novas estrátegias para viver e trabalhar em um mundo que muda em velocidade supersônica. Mude o comportamento: permita-se chorar durante um filme, emocione-se com uma flor, sorria nos engarrafamentos. É difícil, mas você consegue. Assuma o papel de estrategista, e não o de ferramenteiro. Seja um diplomata nas relações sociais. As empresas sonham com talentos que possam levá-las à economia colaborativa, sustentável, social, ambiental e disruptiva. Seja o responsável por conduzir seu negócio, sua carreira, sua empresa para o século 21. Indigne-se com os velhos vícios do mercado e ajude a construir uma nova economia.

O mundo precisa de pessoas éticas, que saibam equilibrar o lucro com os valores sociais. Então, podemos contar com você? Está pronto para ser um líder da nova economia, da nova forma de negócios.

FONTE: Revista Você S/A - Gil Giardelli